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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Na TV, PT dá show



A ministra Dilma Rousseff, foi a grande estrela do programa de TV do Partido dos Trabalhadores (PT) exibido na noite de hoje (10). Vestida de vermelho, Dilma foi apresentada pelo Presidente Lula como uma das ministras mais importantes do governo, competente e com capacidade de unir e melhorar a vida das pessoas.

"Tem gente que pensa que eu faço tudo sozinho, mas a verdade é que eu tenho uma excelente equipe, com ministros de vários partidos. Os ministros do PT têm um papel importante neste trabalho. Um grande exemplo é a ministra Dilma, que, além de coordenar o ministério, é responsável pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pelo pré-sal e pelo programa Minha Casa, Minha Vida. Dilma confirma a regra de que mulher faz tudo com muito amor, dedicação e competência", afirma o presidente.

Em diversos momentos, Dilma e Lula dialogaram sobre os programas de governo e os avanços do País na área econômica e social. "Sabemos que ainda há problemas para resolver, mas sabemos também que já encontramos o melhor caminho", diz Lula. "Presidente, eu penso igual ao senhor. Tem governo que fez pouco e acha que fez muito. Nós, não. A gente fez muito, mas sabe que é preciso fazer muito mais. O Brasil melhorou, mas, como o senhor mesmo disse, devemos sempre fazer mais", responde a ministra, a preferida de Lula para concorrer à Presidência da República em 2010.

Em outro momento, Dilma apresenta suas ideias e se coloca como a sucessora de Lula. "Para mim, o mais importante é termos uma educação e uma saúde entre as primeiras do mundo. Isso é possível. O governo Lula está fazendo o Brasil ficar do tamanho que merece. Nós já aprendemos o caminho", diz a ministra. "Sem dúvida presidente, o Brasil hoje está pronto para dar um novo salto em sua história."

O programa também lembrou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso..."Antes do PT, eles governavam para poucos. Cuidavam da economia para melhorar a própria economia e não a vida das pessoas, e separavam o que consideravam coisa de pobre de coisa de rico."

Carne na mesa, universidade e luz foram os exemplos citados como coisas que eram para ricos e que agora também são para pobres. "Para eles apenas os ricos pareciam ter o direito de ser feliz."

O programa ironizou as relações que eram mantidas pelo governo FHC com outros países. "Pois não pra lá, sim senhor pra cá, ou melhor, yes sir of course. Sim, eles sabiam se humilhar muito bem em inglês na frente dos poderosos." Também receberam críticas as privatizações de empresas estatais. Enfim, foi show!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Claudia Leitte contra as drogas

A musa do axé Claudia Leitte acaba de gravar uma música inédita contra as drogas e a violência que tem apavorado todo o povo brasileiro. Na canção, criada especialmente em apoio à campanha Droga Mata, a loira alerta para o fato de que a verdadeira felicidade jamais será encontrada no mundo das drogas, onde diz: "Sou careta, mas não sou babaca".

A campanha Droga Mata foi criada no ano de 1993 por Mauro Borges, que se baseou na história de vida do irmão, dois anos mais velho, que perdeu tudo por causa do álcool. Personalidades como o cantor Roberto Carlos, Pelé, Zezé Di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó, Ivete Sangalo, Xuxa, Angélica, Ana Hickmann, Galvão Bueno, o presidente Lula, o governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab já manifestaram seu apoio à campanha.

Do Portal Caras-SP/ABEAD( Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas)

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

José Serra grava campanha eleitoral de mais de uma hora em programa da Rede TV!


Um dia após ter participado de vários programas populares no rádio e na TV, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), engrossou a maratona midiática e concedeu entrevista de mais de uma hora no programa Super Pop, da apresentadora Luciana Gimenez, na Rede TV!. Serra falou sobre suas principais iniciativas no governo do Estado e chegou a firmar compromisso, caso "um dia" seja eleito presidente.
Poupado de questionamentos políticos por Luciana, coube a um dos convidados do programa pôr Serra diante da questão eleitoral. O convidado - um cadeirante - perguntou se ele criaria um ministério para cuidar dos portadores de deficiências, caso fosse eleito presidente.
Serra disse, "Se um dia depender de mim, eu farei. Você não tenha dúvida. Aliás eu fiz na prefeitura e no Estado. Disse antes e fiz."
A maior exposição do governador nos últimos dias foi interpretada por aliados como uma resposta sutil aos pedidos para que assuma logo sua candidatura. Principal nome da oposição para disputar a Presidência, Serra é contrário à antecipação do debate. Ele vem sendo cobrado em seu partido e principalmente por aliados, como o DEM, para que coloque sua candidatura na rua. Nesta semana, pesquisa CNT/Sensus, que mostra diminuição da vantagem do governador em relação aos adversários, fez com que os aliados voltassem a exigir maior exposição.
Na entrevista de ontem, Serra expôs projetos do Estado e discursou sobre sua gestão no Ministério da Saúde (no governo FHC). No programa, estava acompanhado da secretária estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Battistella.
Antes de gravar o Super Pop, que vai ao ar hoje, Serra esteve pela manhã, ao lado de Luciana Gimenez, no Instituto Lucy Montoro, ligado ao governo do Estado. Visitaram instalações e conversaram com pessoas que passam por reabilitação - um dos temas do programa foi acessibilidade para cadeirantes.
Na terça-feira, ele foi ao Programa do Ratinho, no SBT. Ao apresentador, disse que manteria o Bolsa-Família, caso eleito. Em entrevistas a emissoras de rádio também na terça, afirmou que não pretende acabar com projetos sociais instituídos pelo PT, se os considerar positivos.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dutra é eleito presidente do PT e diz que partido deve entrar na campanha sem salto alto

O presidente eleito do PT, José Eduardo Dutra, afirmou hoje (25) que o fato de o PMDB ter integrado a base de apoio do governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será minimizado na próxima campanha presidencial. Segundo ele, o tom da campanha será de comparação entre os feitos de Lula e os de Fernando Henrique.
Dutra enfatizou que o PT deve entrar na campanha “sem sapato alto” e conclamar a população a fazer a comparação entre os dois governos. “Vamos enfatizar os milhares de pessoas que saíram da miséria, que ascenderam socialmente no governo do presidente Lula. Vamos enfatizar que não tivemos que ficar de pires na mão diante do FMI [Fundo Monetário Internacional]”, afirmou o novo dirigente petista.
Para ele, além disso, a crise financeira internacional serviu para mostrar que a politica econômica implementada pelo presidente Lula não foi de continuidade em relação à política de Fernando Henrique, como afirmam os tucanos: “A crise mostrou que nosso governo foi diametralmente oposto ao de FHC.”
Dutra disse ainda que a eleição do próximo ano será um desafio, por ser a primeira campanha nacional na qual o PT não terá Luiz Inácio Lula da Silva como candidato. Dutra evitou fazer uma análise sobre possíveis cenários eleitorais, tendo os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, ou de São Paulo, José Serra, como adversários.
"Vai ser difícil a disputa, qualquer que seja o adversário. Não cabe a nós fazer análise de quem é mais difícil. O PSDB é que tem que escolher seu candidato. Não temos preferência”, afirmou.
Na opinião de Dutra, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, deve ficar no cargo até o início de abril, quando vence o prazo de desincompatibilizaçã o para quem vai disputar cargo público. “É lógico que a exposição que ela tem agora só garante que a população tenha conhecimento da ministra, e é claro que a população tem muito menos conhecimento de Dilma do que do Serra, que já disputou eleição presidencial. Mas a minha opinião pessoal é que ela deve ficar no cargo até o fim.”

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Demo-tucanos planejam esconder FHC na campanha


Deu no G1 a notícia acima ...

... mas agora é tarde.

Depois do PSDB viver pregando a mentira de que, o que deu certo em Lula é continuação do governo FHC, como o marqueteiro de Serra vai apresentá-lo ao eleitorado?

Ex-ministro da Saúde do "inominável"?

Vai dizer que continuará o governo Lula, que "seria" continuação do "governo anterior" (no padrão Ali Kamel)?

Como vão negar que o Bolsa-família é um programa do governo Lula, e é bem diferente em tamanho, abangência e eficiência, do que o bolsa-escola e vale-gás que eram muito tímidos para tirar a população necessitada da linha de pobreza, sem recorrer ao falso argumento de citar os programas anteriores do governo FHC?

Além disso falta combinar com os "russos" (os adversários, conforme dizia Garrincha). Quem disse que o PT não vai comparar os governos durante a campanha e mostrar que Serra é o legítimo herdeiro de FHC e suas políticas neoliberais e submissas ao imperialismo estrangeiro?

Por fim, vai ser difícil conter a inveja do "pavão" no seu instituto (iFHC), em sua campanha "Legalize" a maconha, e em sua vaidade de não resistir à um holofote.

Em tempo: o mesmo que vale para Serra vale se o candidato for Aécio.

domingo, 22 de novembro de 2009

Dilma na TV, mas sem ataques, como fez o PSDB

Para quem pensava que a ministra Dilma iria responder aos ataques dos tucanos na TV, se enganaram. Dilma, vai usar o tempo que tem direito para fazlar sobre porogramas de governo. Ou seja, de forma indereta, Dilma vai mostrar o que já foi feito e claro, que vai dar continuidade. Nos últimos dias, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, fez dezenas de gravações que serão usadas em inserções e nos programas em rede regional do PT. Foi uma verdadeira maratona. Elas vão ser veiculadas até o fim do ano e em cada uma delas a ministra fala das realizações do governo Lula em cada estado. Todo o trabalho foi coordenado por João Santana.As pesquisas qualitativas, com grupos de eleitores, aprovaram o desempenho da ministra na telinha.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Propaganda tucana puxa pela memória do eleitor o racionamento de 2001

Em 2001 apagão foi a palavra usada "no popular" para racionamento.
A propaganda do PSDB sobre o blecaute, tem um efeito colateral: puxa pela memória do eleitor o racionamento de 2001.
Já nem me lembrava mais que o governo de FHC e José Serra, no decreto do apagão, nos impunha até a pena de corte de luz por 3 dias caso não cumpríssemos a meta de economia de 20%. Só lembrava que tinha multa e sobretaxa.
A propaganda tucana me fez lembrar e achei o vídeo abaixo, da época.
Notem que a Globo tenta aliviar para o governo FHC, mostrando "as maravilhas" do racionamento forçado.
Mas na reportagem fica claro o terrorismo que todos nós passamos sob ameaça de ficar 3 dias com a luz cortada.

E a ameaça não atingia apenas residências. Na reportagem mostra os prejuízos, com um Shopping-Center dizendo que chegou a fechar mais cedo.
O apagão de FHC afetou comerciantes, bares, padarias, hotéis, indústrias e a segurança pública. Todos tiveram que reduzir suas atividades. Escolas noturnas encerravam aulas mais cedo, atrapalhando o ensino. As ruas ficaram escuras, mais inseguras e com menos movimento.
O apagão de FHC, além do incômodo, travou a economia e a geração de empregos, tudo por incompetência no planejamento.
Será que o PSDB está sendo inteligente ao querer "empatar o jogo", quando o eleitor puxar pela memória e lembrar que 2001 foi algo muito diferente e muito mais grave.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Para onde vai o PSDB?


O PSDB inicia no próximo dia 14 um treinamento para colocar 2.500 "militantes" nas ruas no Nordeste, onde o Presidente Lula tem quase 90% de aprovação. Identificados com carteirinhas do Instituto Teotônio Vilela, ligado ao partido, os "militantes tucanos" receberão apostilas de como conversar com o povão para mostrar vídeos com mensagens dos governadores tucanos.A militância recrutada, vai receber salário de R$ 1.500,00

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dilma 2010:Está na hora de formar a onda vermelha na internet


Com um investimento de R$ 600 mil, o PT vai pôr no ar, no próximo dia 5, um novo portal de notícias na internet (www.pt.org.br), que abrigará uma TV e uma rádio online. Além de ser uma importante ferramenta para promover Dilma, o portal - que usará recursos da web 2.0, como twitter e Orkut - trará entrevistas com ministros e, a partir de 5 de julho de 2010, poderá arrecadar doações para a campanha.
O tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, acha, porém, que a Lei Eleitoral aprovada pelo Congresso prejudicará a arrecadação pela internet. "Essa lei não colabora para o aumento das pequenas contribuições, porque exige que o doador assine um recibo", reclamou Ferreira. "O que aconteceu com o Obama não acontecerá no Brasil", emendou ele, numa referência à eleição do presidente dos EUA, Barack Obama, quando houve uma avalanche de doações pela internet de até US$ 100.
O PT aposta na nova estrutura de comunicação para impulsionar a candidatura de Dilma e admite até mesmo debater com internautas sugestões para o programa de governo. "Estamos nos posicionando desde já para o grande debate de 2010", afirmou o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP).
O investimento de R$ 600 mil inclui os custos com a montagem de dois estúdios - um de rádio e outro de TV - que funcionarão na sede do partido. A manutenção do site está orçada em R$ 60 mil mensais.
O twitter do PT preparou uma "promoção" para a estreia: os autores das três melhores frases sobre "sonhos, esperanças e bandeiras" ganharão o livro "Lula, o filho do Brasil", de Denise Paraná, autografado pelo presidente.
O primeiro teste da TV online ocorrerá no encontro dos prefeitos do PT, marcado para os dias 6 e 7, em Guarulhos, com a presença de Dilma. O comando petista também quer usar sua TV para fazer um debate ao vivo entre os candidatos à presidência do partido.

sábado, 24 de outubro de 2009

Lula, o filme: a campanha está no ar


"Nenhum comício político terá a mesma força e apelo do filme 'Lula o filho do Brasil'"

Está prontinho da silva o que deverá ser uma das pedras de toque da campanha presidencial de 2010. Falo do filme "Lula, o filho do Brasil", que abrirá o 42º Festival de Cinema de Brasília, mês que vem. Em janeiro de 2010 entrará no circuito das casas exibidora do país, a superprodução dirigida por Fabio "Quatrilho" Barreto.
Um "trailer oficial", porém, já está disponibilizado pelo You Tube e começa a invadir sites, blogs e portais da Web. Um aperitivo e tanto para a grita e polêmica que seguramente virão ainda antes do longa metragem chegar à telona e às telinhas.
A oposição, aparentemente, ainda não teve tempo de dar uma olhada no trailer. Perde tempo, mais uma vez. Demora a perceber que o estrago que a "odisséia" filmada de Lula irá provocar nos planos do PSDB, DEM e aliados de emplacar o sucessor do atual ocupante do Palácio do Planalto, deverá ser maior que o causado pelo recente périplo presidencial ao longo de três estados (MG, BA, PE), ao longo das barrancas do Velho Chico.
Um joranalista baiano confidenciou ter passado parte da infância em uma cidadezinha baiana na região do chamado Polígono da Seca no Nordeste, de nome Macururé. Por dentro da cidade passava a rodovia Transnordestina, coalhada nos anos 50 (da sua meninice) de caminhões paus-de-arara, que paravam nas pensões da beira da estrada do lugar, antes de seguir a longa travessia até São Paulo.
O lugar era então passagem obrigatória das multidões pobres e famintas que migravam em ondas humanas do Nordeste para Sul. Eram como páginas vivas no Brasil dos tempos amargos da depressão nos Estados Unidos, que John Steinbeck descreve de forma tão pungente no romance "Vinhas da Ira", transposto para a tela no magistral e premiado filme de John Ford.
É verdade que - sem demérito para o diretor brasileiro - há uma larga distância entre Ford e Barreto. Mas, ainda assim, imagino o impacto que as cenas do enredo e as imagens de "Lula, o filho do Brasil" irão causar em Macururé quando por lá for exibido o filme, em pleno período da campanha eleitoral de 2010. Nenhum comício político, por maior que seja, terá a mesma força e apelo.
O problema, dirão alguns, será transformar a emoção da tela em voto em quem Lula indicar na campanha. Mas isso é outra história."E cada coisa a seu tempo', dirão os marqueteiros e responsáveis pela campanha.
Até onde estou informado, o desejo dos produtores (e da turma do governo) é que o filme passe não apenas nas cidades nordestinas de onde saíam ou por onde passavam os paus-de-arara levando gente fugida da seca para o Sul. O filme, por iniciativa dos seus realizadores - com uma mãozinha de políticos e candidatos oficiais - deverá ter exibição pública em cada praça de cidades de todas as regiões, mesmo naquelas onde não existe uma sala exibidora sequer.
Há quem diga que até o ministério da Cultura participará do esforço de disseminação do filme país afora. Algo ainda a conferir depois de janeiro, pois tudo pode não passar de "esperneio de gente dos tucanos e do DEM", como "o povo do governo" diz na Bahia.
O trailer disponibilizado no You Tube é longo e detalhado. "Quase o resumo do filme inteiro", como registra um expectador na área de comentários do portal de vídeos. As cenas mais fortes e emblemáticas constam praticamente todas neste resumo: o nascimento do menino saído de parto com dor do ventre de dona Lindu (Glória Pires), matriarca da família Silva. Esta, ameaçada de surra no meio da rua pelo pai beberrão e dominador, enquanto se agarra com o filho Luis, que o marido quer à força mandar para a roça antes da escola. A reação (também pública) do filho diante da tentativa do pai bater na mãe.
Em seguida, a fuga da família na carroceria do caminhão, enquanto dona Lindu grita para o filho: "Se segura, Luís!". E vem São Paulo e as primeiras perdas: a cena no hospital público onde o médico lhe comunica a perda ao mesmo tempo do primeiro filho e da primeira mulher. Depois a perda do dedo no torno da siderúrgica, mas também as primeiras conquistas nas lutas sindicais históricas dos metalúrgicos do ABC em plena ditadura. A conquista de Marisa. A prisão. O começo da ascensão política. E mais não conto para não tirar a graça do futuro espectador interessado na obra.
O que posso adiantar é que outro barulhão está à vista desde já, a deduzir por três comentários recolhidos aleatoriamente no You Tube.
"Grande, Lula? Getúlio Vargas, esse sim merecia um filme". (Felipaum Camargo) "Será que vai falar do mensalão?" (Isb)
"O filme é sobre o Lula e não sobre os políticos envolvidos no mensalão. Se souber de algum envolvimento do mesmo (Lula) no mensalão favor avisar às autoridades e não postar aqui comentários sem um pingo de conhecimento sobre política, baseado apenas em reportagens da Veja". (Alceu).
Isso é só o trailer. Imaginem quando "Lula, o filho do Brasil" entrar para valer na campanha de 2010.
Vale a pena conferir!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PSDB avisa que Aécio e Serra vão para o meio do povo

O PSDB vai adotar a mesma estratégia que tanto critica nas viagens do Presidente Lula e Dilma Rousseff: levará Brasil afora os pré-candidatos tucanos para interagir com a população e conhecer os problemas sociais do país. Assim como Lula, para não ter problemas com a Justiça Eleitoral, o partido fingirá que não está em campanha.

Como resposta às críticas do DEM - o principal aliado para 2010 - sobre a passividade neste momento de pré-campanha, os tucanos elaboram uma agenda de viagens para os governadores Aécio Neves (Minas Gerais) e José Serra (São Paulo) fazerem corpo a corpo com a população e não falarem apenas para a parte politizada e filiada ao PSDB. A ideia é mostrar que os petistas não estão mais falando sozinhos.
A tarefa está sendo tocada pelo presidente nacional da legenda, senador Sérgio Guerra (PE). "Não adianta mais participar dos seminários regionais. A ideia não é só falar para os nossos (militantes) , é interagir também com a população", disse Guerra. Ele ressalvou: "Mas com o cuidado de não fazer campanha". Aliás, toda cautela é pouca nessa questão. Até porque, com o DEM, o PSDB entrou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em protesto contra a recente excursão presidencial de três dias às obras no Rio São Francisco.

Fase de elaboração

As viagens, segundo Sérgio Guerra, não vão priorizar regiões do país - o Nordeste, por exemplo, onde Lula tem os maiores índices de popularidade. "A agenda não é geográfica, mas social", disse o presidente tucano. Ele não quis revelar por onde começará o giro popular tucano, anunciado depois que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu Guerra, o senador Tasso Jereissati e o governador Aécio Neves para um jantar em sua residência, em São Paulo. "Ainda estamos em fase de elaboração (dos roteiros)", sustentou o presidente do partido.

Barulho sem otimismo

Enquanto sai em campanha eleitoral pelo Brasil a fora, a oposição faz mais uma tentativa de evitar que o Presidente Lula e Dilma Rousseff, continuem viajando pelo país . Para evitar que os governistas se beneficiem de armas de campanha que os tucanos querem utilizar há tempos, PSDB, DEM e PPS entraram com mais uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O documento afirma: as viagens do presidente pelo país são pretextos para divulgar a candidatura da ministra e para antecipar a campanha de 2010.
A nova ação é a sétima tentativa dos oposicionistas de frear as andanças da cúpula do atual governo pelo país com ações na Justiça. Apesar do barulho que costumam fazer a cada representação, os oposicionistas não estão otimistas. Quatro das sete ações apresentadas desde 2008 já foram negadas porque os ministros da Corte entenderam que não havia provas de que as viagens são realizadas sob pretexto eleitoral. As outras ainda estão sob análise.
Para o presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, as decisões anteriores não querem dizer que a Corte tende a negar esse tipo de pedido. "O julgamento desfavorável evidencia inconsistência no preparo das representações. Se houver peças bem elaboradas, a tendência é que a Justiça Eleitoral atue mais de acordo com as expectativas. "

Derrotas

Apesar da garantia do presidente do TSE de que o quadro de derrotas da oposição nas ações contra a atual cúpula do Executivo possa se modificar se houver ações mais consistentes, integrantes do DEM e do PSDB ainda tinham dúvidas ontem se a melhor estratégia era mesmo entrar com uma nova representação. Além dos pedidos já negados, pesou na avaliação dos parlamentares o fato de todos desejarem que o candidato tucano à presidência também participe de eventos com ares eleitorais.
Por isso, alguns acreditavam que o desfecho das críticas à viagem do Presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff às obras de transposição do São Francisco ficaria restrito a um requerimento de informação protocolado ontem na Mesa da Câmara. O documento pedia detalhes à presidência da República sobre os gastos e as funções de cada integrante da comitiva presidencial na viagem, que durou três dias. "Vamos pedir informações. Isso é certo. A partir daí, veremos o que fazer. Não sei se a presidência da legenda está pensando em outra coisa", comentou o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO), no início da tarde.
O quadro e as perspectivas se modificaram quando deputados das duas legendas começaram a pressionar por uma posição mais radical, tendo em vista as últimas declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, sobre a conotação política das andanças de Lula e Dilma.

Resposta de Marco Aurélio

O assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, foi um dos mais veementes na resposta à Gilmar Mendes. Segundo Garcia, o presidente do STF deveria se resguardar e se manifestar apenas nos julgamentos que comanda.
- O presidente do STF, em geral, deve falar nos autos, não deve falar em outras ocasiões, na minha modestíssima opinião - disse Marco Aurélio.
Para o assessor, os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, ambos do PSDB, também podem ser alvos de investigações da Justiça Eleitoral. - De qualquer maneira, se a gente for examinar a conduta de dois governadores em seus estados, o Serra, em São Paulo, e o Aécio, em Minas Gerais, essa conduta poderia ser perfeitamente qualificada como conduta que produz efeitos eleitorais.
Para o assessor especial da Presidência da República, todas as ações acabam por surtir efeitos políticos e eleitorais.
- É muito difícil, para quem conhece o presidente Lula, que ele passe discretamente fazendo uma inspeção pelo Rio São Francisco.
Se isso tem efeito eleitoral? Tem efeito. (Assim como) se o governo fizer uma bobagem qualquer, e às vezes faz, isso tem efeito eleitoral e negativo - ponderou Garcia.

sábado, 17 de outubro de 2009

A caravana passa. Demo e tucano latem


A viagem do Presidente Lula e da ministra Dilma Rousseff está tirando o sono da oposição. À beira de um ataque de nervos, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), quer definições: "Não dá mais para ficar sem candidato, com a Dilma no meio da rua fazendo campanha.Desse jeito vamos perder em 2010.Ela está avançando".
Sérgio Guerra diz que não há tempo para prévias. Quer que os governadores José Serra e Aécio Neves se entendam e decidam quem vai e quem fica. O tucanato prefere Serra.

No DEM cresce a inquietação

A falta de um candidato definido na oposição foi o tema da reunião da Executiva do DEM ontem. O partido acha que o PSDB já deveria ter escolhido o candidato.
"O governo tem um aglutinador em campanha, o Presidente Lula, e um candidato escolhido, e nós da oposição não temos um intérprete capaz de aglutinar a nossa turma", critica o líder demista no Senado, José Agripino (RN). Ao contrário dos tucanos, que ainda apostam no PMDB, o DEM está certo que o partido vai se coligar com o PT, cedendo seu tempo de TV para Dilma Rousseff, e desvinculando a eleição presidencial das disputas pelos governos estaduais.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Para ser candidata à Presidência, Marina se vende ao PSDB


A senadora Marina Silva (PV-AC) criticou ontem o Presidente Lula, que, para ela, está antecipando o debate eleitoral e responsabilizou o Presidente Lula por ter "desencadeado de forma artificial" a campanha. Marina afirmou que, ao adiantar as discussões sobre candidatura, se promove uma "paralisia no país". É um prejuízo para a gestão pública. É uma paralisia eleitoral.
Marina não comentou sobre o dono de seu Partido, o PSDB.Em campanha, Aécio vai passar 27 dias fora de Minas até novembro. Quem diria heim! Marina apoando os tucanos.
Até novembro, o governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Aécio Neves (PSDB), deve ficar 27 dias fora do cargo.
O tucano sai hoje do cenário político para uma viagem de 12 dias aos Estados Unidos, à Itália e aos Emirados Árabes, para representar o estado em eventos ambiental e de busca de investimentos em Minas.
A expectativa é a de que ele esteja de volta ao Palácio da Liberdade no próximo dia 11.Porém não há data definida.
Em seguida, deverá se licenciar por mais 15 dias para se dedicar a campanha eleitoral, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, onde os tucanos Serra e Aécio não tem votos. Onde também Lula tem 98% de aprovação.
Desde março, Aécio esteve 17 dias fora de Minas. Com a viagem ao exterior, serão 29.
Confirmada a licença, a temporada somará 44 dias em oito meses.Aécio tem viajando o Brasil junto com Serra para se tornarem mais conhecidos. A nova rodada de viagens,dessa vez, deve incluir Amazonas e Pará, é tida como uma das últimas cartadas do mineiro antes da escolha do candidato do partido ao Palácio do Planalto, em dezembro. Durante as ausências, assumirá o vice, Antônio Augusto Anastasia (PSDB), pré-candidato ao governo de Minas.(Se bem que, quem manda mesmo no governo é a irmã de Aécio, Andreia)
Um dos últimos compromissos, hoje, é encontro com o prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito dos Santos (PSDB), que busca apoios à sua pré-candidatura ao governo do Rio. Tucanos defendem uma aliança com Fernando Gabeira (PV) na cabeça de chapa, mas Zito resolveu se lançar como alternativa depois da filiação de Marina Silva ao PV.

sábado, 26 de setembro de 2009

PSDB, DEM e PPS se unem para lançar gibi propaganda. Vai comprar?

Gibi do PSDB


O PSDB irá lançar uma história em quadrinhos sobre proteção social no seminário regional do partido neste sábado, em Natal, no Rio Grande do Norte. O gibi, intitulado Vila Brasil, tem o objetivo de reforçar a tese defendida pelo PSDB de que o Bolsa-Família (bolsa-esmola para os tucanos) teve origem nos programas sociais criados durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. E a estratégia será uma das principais plataformas da legenda nas eleições presidenciais do ano que vem.

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN), é o responsável pelos textos do gibi. Segundo o deputado, essa iniciativa visa aos esforços que o governador de São Paulo e presidenciável do PSDB, José Serra, vem empreendendo para conquistar o eleitorado nordestino no pleito do ano que vem. O PSDB perdeu para o PT em todos os Estados da região nas duas últimas eleições presidenciais, quando o candidato foi o Presidente Lula Para os tucanos, a principal fonte de popularidade de Lula no Nordeste é justamente o Bolsa-Família, e, e lá que eles tem que conquistar eleitores.

Para tentar reverter esse quadro, Serra já visitou a região diversas vezes neste ano e tem tentado fortalecer sua imagem com o eleitorado nordestino.A pedido de José Serra, Roberto Freire PPS, transferiu o título eleitoral para São Paulo, onde pretende concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados.Segundo o PSDB, Freire ajudaria Serra conquistar votos dos nordestinos, já que ele é Pernambucano. Além disso, a estratégia do PSDB visa vincular o Bolsa-Família com os programas sociais criados no governo FHC, tática adotada desde as últimas eleições presidenciais, que não deu certo, e que vai ser reforçada pela história em quadrinhos Vila Brasil.

Como parte desse esforço, Serra estará presente no encontro regional do partido em Natal, quando o gibi será lançado. Na ocasião, deverão ser discutidas as diretrizes da sigla em relação à educação e inclusão social. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que também vem sendo cotado para a cabeça de chapa tucana nas eleições à sucessão de Lula, também estará presente, assim como parlamentares do PSDB e líderes do DEM e do PPS.

Para subir nas pesquisas, Serra vai atacar Lula e Dilma, na TV

Bateu desespero no tucanato de alta plumagem.Os tucanos usarão o programa partidário na TV como cartada estratégica para, segundo eles, frear o crescimento dos rivais e a consolidação da tendência de segundo turno, evidenciada na pesquisa do Ibope divulgada nesta semana. O PSDB fará de seu principal nome na disputa de 2010, o governador José Serra, a estrela do programa estadual que irá ao ar em outubro. E ontem decidiu que usará as inserções nacionais, em novembro, para desmontar a imagem de boa administradora da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT.Ou seja, a baixaria vai começar

A avaliação é de que o bom desempenho de Marina Silva (PV) e Ciro Gomes (PSB) na pesquisa está relacionado à exposição nos programas partidários em rádio e TV nas últimas semanas. Os tucanos apostam que, assim que as inserções estaduais forem ao ar, Serra voltará a subir nas pesquisas. Usam como exemplo o caso de 2004, quando, na disputa à prefeitura paulistana, chegou a subir 10 pontos após estrelar o programa do partido com duras criticas ao Presidente Lula.

Ontem houve reunião com a cúpula do PSDB para definir como será o programa nacional do partido. Aliados de Serra defendiam a tese de que o espaço deveria ser usado para tecer críticas ao governo federal, e falar mau da ministra Dilma com o argumento de que a oposição à gestão Lula nos últimos anos tem sido fraca. A ala ligada ao governador de Minas, Aécio Neves, que também pôs seu nome na disputa presidencial, preferia que parte do programa fosse usada para divulgar os próprios pré-candidatos, já que ele não é tão conhecido nacionalmente como Serra.O PSDB não acatou a sugestão

Na reunião, resolveu-se que a maior parte das inserções deverá ter forte tom oposicionista e vai bater em áreas do governo sob a coordenação de Dilma. Os pré-candidatos, no entanto, só deverão aparecer no programa de 10 minutos, em dezembro.O trabalho sujo, ficará a cargo do locutor, sem mostrar o rosto

Ontem Serra criticou o uso dos programas partidários para propaganda eleitoral. "Não estou entrando em horário partidário fazendo campanha e não vou fazer isso", afirmou. Como sempre, Serra mentiu. À noite, no entanto, o governador foi uma das estrelas do programa de TV do PPS. Aliado dos tucanos, o PPS também promoveu a imagem de Aécio e, quase num formato de horário eleitoral gratuito, atacou o governo Lula, vinculando-o ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Serra conversou nesta semana com os principais estrategistas ligados ao partido para traçar um diagnóstico da pesquisa divulgada nesta semana. No cenário em que é possível fazer a comparação com a pesquisa anterior, o tucano caiu 4 pontos. A avaliação é de que só após o programa na TV será possível traçar o real "grid de largada".

O resultado da pesquisa serviu para reforçar o discurso de ala do PSDB que defende maior atividade de pré-campanha. Hoje, Serra e Aécio devem aparecer juntos em Natal.