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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Oásis artificial pode ser início de "floresta no deserto"


Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas". [Imagem: Sahara Forest Project]

Pesquisadores ingleses e noruegueses acreditam já dispor de toda a tecnologia necessária para que os oásis no deserto deixem de ser apenas miragens.

A Fundação Bellona, financiada pelo governo da Noruega, acaba de obter autorização do governo da Jordânia para construir o primeiro protótipo de um oásis high-tech.


Floresta no deserto

Sob o pretensioso nome de Projeto Floresta no Saara, a fundação começará, em 2012, a construir seu primeiro oásis, em um terreno de 200.000 metros quadrados, em Aqaba, próximo ao Mar Vermelho.

Se o projeto-piloto for bem-sucedido, a ideia é converter áreas desérticas inteiras em verdadeiras "florestas", fundamentadas na alta tecnologia e no aproveitamento dos recursos naturais.

Joakim Hauge, coordenador do projeto, afirma que a ideia é tirar proveito da abundância que o mundo tem de luz do Sol, água do mar, dióxido de carbono e terras áridas.

"Esses recursos podem ser usados para a produção lucrativa e sustentável de comida, água e energia renovável, ao mesmo tempo combatendo o efeito estufa ligando o CO2 a novas vegetações em áreas áridas," diz ele.

Existem várias técnicas de fotobiorreatores para o cultivo de algas, incluindo lagos, tubos e sacos plásticos. [Imagem: Sahara Forest Project/RWE]



Oásis artificial

O oásis artificial será formado por uma usina termossolar - que usa o calor do Sol para gerar energia, e não o efeito fotovoltaico das células solares - e de uma estufa "alimentada" por água salgada.

Esta estufa de água salgada, cujo funcionamento já foi atestado em projetos-piloto em pequena escala, será usada para cultivar vegetais para alimentação e algas para produzir combustíveis.

Inicialmente, o ar que entra na estufa é resfriado e umidificado pela água bombeada do Mar Vermelho, criando condições propícias para o crescimento das plantas.

O ar interior chega então ao segundo evaporador, onde circula entre canos contendo água salgada quente - aquecida pelo Sol. O ar quente e úmido resultante será dirigido para uma série de canos verticais contendo a água do mar que saiu do primeiro evaporador.

Esse encontro causará a condensação de água doce do ar, que escorrerá pelos canos até coletores instalados em sua base.

* Usina limpa capta água potável da umidade do ar

Esse ambiente quente e úmido permite que os vegetais cresçam com um mínimo de irrigação.


Ciclo da água doce

Começa então o ciclo da água doce no interior do oásis: ela será inicialmente aquecida por uma usina termossolar, transformando-se em vapor que irá fazer girar uma turbina para gerar eletricidade.

A eletricidade será usada para alimentar as bombas que captam a água do mar e os ventiladores que farão o ar circular dentro da estufa.

O calor excedente - presente na água doce que sai da turbina - será usado para produzir água potável por meio dadessalinização.

Novamente resfriada, a água doce finalmente servirá para irrigar as plantas do oásis artificial.

* Ilhas solares prometem energia solar a preços competitivos

Paralelamente, fotobiorreatores poderão usados para cultivar algas, embora sua utilização dependa da conexão com outros parceiros da cadeia produtiva. Além de servirem como alimentos, as algas podem render mais biodiesel que qualquer planta.

* Algas podem substituir metade do petróleo e inaugurar química verde

A estufa também afeta o ambiente externo, havendo a possibilidade de que se criem condições até mesmo para a re-vegetação da área à sua volta. [Imagem: Sahara Forest Project]


Ciclo hidrológico artificial

O processo é na realidade uma imitação do ciclo hidrológico natural, onde a água do mar aquecida pelo Sol se evapora, resfria para formar as nuvens e volta para o solo, na forma de chuva, neblina ou orvalho.

O consumo de eletricidade é pequeno, uma vez que o trabalho termodinâmico de resfriamento e destilação é feito pelo Sol e pelo vento - 1 kW de energia elétrica usado para bombear a água do mar pode remover até 800 kW de calor por meio da evaporação.

E como a energia só é necessária durante as horas quentes do dia, todo o processo pode ser alimentado por energia solar, sem a necessidade de baterias ou outros sistemas de armazenamento. Isto permite que os oásis artificiais sejam instalados em áreas remotas, sem ligação com redes de energia.

A estufa também afeta o ambiente externo, havendo a possibilidade de que se criem condições até mesmo para a re-vegetação da área à sua volta.

Isto porque o processo evapora mais água do que condensa em água doce. Essa umidade é "perdida" devido à forte ventilação necessária para manter as plantas frias e supridas com o CO2 necessário. Ao atingir o ambiente externo, fora da estufa, o ar úmido pode ser usado para iniciar plantações no ambiente natural.
A concepção do oásis artificial é um trabalho conjunto das empresas britânicas Max Fordham Consulting Engineers, Seawater Greenhouse e Exploration Architecture.

domingo, 22 de novembro de 2009

A banda larga compartilhada

A Folha dá matéria hoje sobre a questão da banda larga, na regulamentação da Casa Civil. Até então, o jornal vinha defendendo posições que – embora legítimas – interessavam diretamente à sua controlada UOL. O projeto em andamento contempla suas preocupações e os interesses da UOL: a rede física será compartilhada por todas as partes – algo similar ao que ocorre no setor de energia.
É a saída mais democrática e economicamente mais equitativa. Compartilha- se a rede, ganhando escala e permitindo uma competição mais justa entre as partes. O desafio estará na governança dessa rede, para não permitir a preponderância de nenhum grupo. Obviamente a Folha defende que provedores participem da direção. É um bom tema para a Conferência Nacional de Comunicação discutir.
Por coincidência, certamente, Lula finalmente mereceu um editorial elogioso da Folha, por sua participação na conferência de Copenhague.

Governo avalia licitar rede de banda larga

Proposta da Casa Civil para universalizar serviço prevê uso da rede pública de fibras óticas, mas operação a cargo de um consórcio privado
Projeto é meio-termo entre a posição das empresas do setor e a do Ministério do Planejamento, que defende intervenção estatal direta.
A versão final do projeto da Casa Civil para a universalizaçã o da banda larga no país prevê um modelo híbrido: será usada a rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, mas a sua operação será entregue a um consórcio privado por meio de licitação.
Hoje o Estado tem fibras óticas, mas elas não interferem no mercado de banda larga. São usadas pelas estatais (Petrobras e Eletrobrás) ou estão praticamente ociosas, como no caso da Eletronet (empresa em processo de falência).
O projeto é que essa rede, que já existe, passe a servir como instrumento de regulação de mercado, fomento à competição e massificação do serviço. A proposta fará parte do Plano Nacional da Banda Larga, que será apresentado na terça-feira ao presidente Lula.
Na ponta, na exploração da chamada última milha (provedor que faz chegar o serviço ao cliente final), haveria um sistema estimulando a competição entre empresas do setor privado. A regulação desse serviço, com a definição da política de preços, ficaria com a estatal dona da rede pública, que deve ser a Telebrás, empresa hoje praticamente desativada.
O presidente Lula deseja vender a universalizaçã o do acesso à internet e o barateamento da banda larga como uma das obras de seu governo, que em 2010 tentará eleger a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) como sua sucessora.

Meio-termo

A ideia do modelo híbrido foi desenhada por dois assessores próximos ao presidente e a Dilma: André Barbosa e Cezar Alvarez. Seria um meio-termo entre a solução de mercado apoiada pelo Ministério das Comunicações e a intervenção estatal direta (rede e operação), por meio do fortalecimento da Telebrás, defendida pelo Ministério do Planejamento.
O consórcio que faria a operação da rede seria escolhido por licitação e não poderia ser composto apenas por empresas de telefonia. Pelas regras da Casa Civil, teria de incluir entre seus sócios, por exemplo, provedores de acesso à internet ou empresas públicas.
O consórcio não teria, também, poder para definir a política de preços na ponta (venda dos serviços de acesso à internet). A estatal assumiria esse papel de regulador do sistema.
Ainda segundo a proposta do Planalto, a estatal não seria um provedor de acesso à banda larga para a população -iria apenas fazer a gestão das redes de infraestrutura ou ampliá-las.
Duas outras propostas deverão ser entregues ao presidente. Uma elaborada no Ministério do Planejamento, mais estatizante do que a da Casa Civil. A diferença é que a operação da rede de fibras óticas também ficaria com a Telebrás -e não com a iniciativa privada.
A outra está sendo formulada pelas teles, com apoio do Ministério das Comunicações, e prevê incentivos fiscais para que as atuais fornecedoras do serviço (empresas de telefonia fixa, móvel e TV por assinatura) estendam a banda larga a mercados não atraentes do ponto de vista econômico.

Etapas

Dentro do planejamento dos técnicos do governo, a implantação do Plano Nacional de Banda Larga ocorreria em três etapas. Até 2012, a rede pública estaria funcionando em todo o país, menos na região Norte.
Na primeira etapa, seria colocada em operação toda a rede de cabos disponível no Brasil, excetuada a da Eletronet -infraestrutura pública que liga quase todo o país, com cerca de 21 mil km de redes de fibra ótica, mas que está sub judice, devido a um processo de falência.
Na segunda etapa, seria integrada a rede da Eletronet ao plano. O governo espera que a Advocacia-Geral da União consiga retirar as fibras do processo de falência da empresa. Para a equipe de Dilma, será um “desinvestimento” as operadoras construírem um novo “backbone” (núcleo de uma rede de telecomunicaçõ es) onde já existem sistemas de estatais. A terceira fase, a ser implantada até 2014, conectaria a região Norte à rede pública.
O governo quer usar, também, a tecnologia da transmissão digital de TV, podendo subsidiar provedores que usarem esse meio para dar acesso a serviços públicos.

Banda larga do governo Lula

A versão final do projeto da Casa Civil para a universalização da banda larga no país prevê um modelo híbrido: será usada a rede pública de fibras óticas, administrada por uma estatal, mas a sua operação será entregue a um consórcio privado por meio de licitação.
Hoje o Estado tem fibras óticas, mas elas não interferem no mercado de banda larga. São usadas pelas estatais (Petrobras e Eletrobrás) ou estão praticamente ociosas, como no caso da Eletronet (empresa em processo de falência).
O projeto é que essa rede, que já existe, passe a servir como instrumento de regulação de mercado, fomento à competição e massificação do serviço. A proposta fará parte do Plano Nacional da Banda Larga, que será apresentado na terça-feira ao Presidente Lula.
Na ponta, na exploração da chamada última milha (provedor que faz chegar o serviço ao cliente final), haveria um sistema estimulando a competição entre empresas do setor privado. A regulação desse serviço, com a definição da política de preços, ficaria com a estatal dona da rede pública, que deve ser a Telebrás, empresa hoje praticamente desativada.
O Presidente Lula deseja vender a universalização do acesso à internet e o barateamento da banda larga como uma das obras de seu governo, que em 2010 tentará eleger a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) como sua sucessora.

Meio-termo

A ideia do modelo híbrido foi desenhada por dois assessores próximos ao presidente e a Dilma: André Barbosa e Cezar Alvarez. Seria um meio-termo entre a solução de mercado apoiada pelo Ministério das Comunicações e a intervenção estatal direta (rede e operação), por meio do fortalecimento da Telebrás, defendida pelo Ministério do Planejamento.
O consórcio que faria a operação da rede seria escolhido por licitação e não poderia ser composto apenas por empresas de telefonia. Pelas regras da Casa Civil, teria de incluir entre seus sócios, por exemplo, provedores de acesso à internet ou empresas públicas.
O consórcio não teria, também, poder para definir a política de preços na ponta (venda dos serviços de acesso à internet). A estatal assumiria esse papel de regulador do sistema.
Ainda segundo a proposta do Planalto, a estatal não seria um provedor de acesso à banda larga para a população -iria apenas fazer a gestão das redes de infraestrutura ou ampliá-las.
Duas outras propostas deverão ser entregues ao presidente. Uma elaborada no Ministério do Planejamento, mais estatizante do que a da Casa Civil. A diferença é que a operação da rede de fibras óticas também ficaria com a Telebrás -e não com a iniciativa privada.
A outra está sendo formulada pelas teles, com apoio do Ministério das Comunicações, e prevê incentivos fiscais para que as atuais fornecedoras do serviço (empresas de telefonia fixa, móvel e TV por assinatura) estendam a banda larga a mercados não atraentes do ponto de vista econômico.

Etapas

Dentro do planejamento dos técnicos do governo, a implantação do Plano Nacional de Banda Larga ocorreria em três etapas. Até 2012, a rede pública estaria funcionando em todo o país, menos na região Norte.
Na primeira etapa, seria colocada em operação toda a rede de cabos disponível no Brasil, excetuada a da Eletronet -infraestrutura pública que liga quase todo o país, com cerca de 21 mil km de redes de fibra ótica, mas que está sub judice, devido a um processo de falência.
Na segunda etapa, seria integrada a rede da Eletronet ao plano. O governo espera que a Advocacia-Geral da União consiga retirar as fibras do processo de falência da empresa. Para a equipe de Dilma, será um "desinvestimento" as operadoras construírem um novo "backbone" (núcleo de uma rede de telecomunicações) onde já existem sistemas de estatais. A terceira fase, a ser implantada até 2014, conectaria a região Norte à rede pública.
O governo quer usar, também, a tecnologia da transmissão digital de TV, podendo subsidiar provedores que usarem esse meio para dar acesso a serviços públicos.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Google lança novo Orkut


O Google apresentou na manhã desta quinta-feira (29) a nova versão do Orkut, rede social mais utilizada do país. A plataforma foi redesenhada e exigirá mais do navegador do internauta. A empresa sugere que os usuários tenham uma edição atualizada do Chrome, Firefox, Safari ou Internet Explorer para navegar no novo Orkut.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Parque Tecnológico de Salvador se consolida, diz Walter Pinheiro

O Parque Tecnológico de Salvador ganhou novo impulso nas últimas semanas, devido a várias iniciativas. Entre elas, a assinatura de um protocolo de intenções com a Oi para investimentos e parcerias em pesquisa e desenvolvimento, os avanços nos entendimentos com a Petrobras para instalar na capital baiana uma área de pesquisas de ponta do seu Centro de Estudos e Pesquisas (Cenpes) e uma nova rodada de conversações da LBC, empresa internacional de biotecnologia, com o BNDES e o Inovatec, programa de apoio à inovação do governo da Bahia, visando à instalação no parque de empresa de ponta em testes pré-clínicos e desenvolvimento de moléculas com potencial para gerar novos medicamentos.
Para o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, o Parque Tecnológico de Salvador está se consolidando como instrumento-chave para a transformação produtiva que o governo Jaques Wagner está implementando na Bahia.
Ele afirmou que o parque se apoia no desenvolvimento de uma nova infraestrutura econômica para o estado, na valorização do ensino voltado à pesquisa e na atração de projetos baseados na nova economia do conhecimento, que focaliza os setores de telecomunicações e tecnologias da informação (TI), energia e biotecnologia.
“Estamos avançando nas três áreas prioritárias do Parque Tecnológico de Salvador – energia, TI e telecom e biotecnologia – no rumo da transformação econômica da Bahia, que terá, entre outros resultados, a geração de centenas de novos empregos qualificados”, observou Pinheiro.
No dia 12 deste mês, o governador e o presidente da Oi, Luiz Falco, assinaram na capital baiana um protocolo de entendimento pelo qual a Oi se compromete a apoiar o desenvolvimento da área de tecnologia da informação e comunicação (TIC) do Parque Tecnológico de Salvador. O diretor de P&D da Oi, Marcio Bernardi, visita Salvador no dia 30 de setembro para explicar às empresas locais a estratégia de investimentos em P&D da Oi, a maior operadora de telecomunicações do Brasil. Por esse protocolo, a Oi se propõe a trabalhar em conjunto com o governo da Bahia para lançar editais voltados à criação de projetos de inovação tecnológica para oferta de serviços de governo por meio de redes e serviços de telecomunicações. A ideia é que esses projetos sejam apresentados pelas empresas do Parque Tecnológico de Salvador nas respectivas licitações e contratados pela Oi.
O secretário explicou que, além da Oi, outras empresas e instituições na área de TIC já estão funcionando ou em fase pré-operacional em Salvador. A CPM/Braxis, maior provedora de serviços de TI do país, mantém na capital baiana a sua única fábrica CMMI 5, a PT Inovação iniciou suas operações em Salvador em outubro de 2008 e o Instituto Atlântico já assinou protocolo de intenções para instalar até o final do ano uma nova operação em Salvador. Existe também um convênio entre o governo da Bahia e o governo da Alemanha para a instalação em Salvador do Centro Fraunhofer. Ele é o maior grupo de pesquisa aplicada da Europa, com mais de 80 centros de pesquisa, 15 mil pesquisadores e 1,4 bilhão de euros de orçamento.
Paralelamente, nas próximas semanas, deve ser assinado um protocolo entre o governo da Bahia e a Petrobras para instalar em Salvador uma unidade do centro de pesquisas da empresa. Inicialmente, a unidade deve desenvolver pesquisas em áreas de vocação própria do Nordeste, como atividades de exploração e produção de petróleo em campos maduros onshore e em biocombustíveis.
Outras áreas de pesquisa, como energias renováveis e produção de gasolina a partir de algas cultivadas em laboratório, também podem fazer parte do projeto do Cenpes na Bahia.Pinheiro disse que a área de biotecnologia é outra prioridade do Parque Tecnológico de Salvador. A LBC, empresa pioneira nessa tecnologia, está buscando financiamento para sua instalação na capital baiana.
“A LBC é um empreendimento estratégico para a cadeia farmacêutica nacional. Com capacitação por parte do Lovelace, laboratório norte-americano de testes pré-clínicos de medicamentos na área respiratória, ela pode se tornar a única empresa fora dos EUA e da Europa a obter a chancela das agências regulatórias internacionais para prestar serviços globais a empresas farmacêuticas e de biotecnologia dos EUA e Europa”, observou o secretário.
A LBC permitirá que empresas farmacêuticas e de biotecnologia nacionais contratem pesquisa pré-clinica de baixo custo no próprio país, levando à inserção mais rápida e barata dos seus produtos no mercado global, além de funcionar como âncora para a atração de outros empreendimentos de P&D em biotecnologia na área de saúde para o Brasil.

Sobre o empreendimento

O Parque Tecnológico de Salvador possui mais de um milhão de metros quadrados, sendo 580 mil na primeira etapa. Com alto padrão urbanístico e fundamentado nos conceitos de sustentabilidade ambiental, o projeto de infraestrutura apresenta piso intertravado (mais permeável), cabeamento subterrâneo das redes de energia e telecomunicações (incluindo fibra ótica), detalhes urbanísticos – utilizando madeira de reflorestamento –,sistema viário que acompanha as curvas de nível para garantir a redução do movimento de terra e o dobro da área de preservação ambiental exigida em lei.
A infraestrutura para uma área de 148 mil metros quadrados deve estar pronta em novembro e o Tecnocentro – edifício principal do Parque Tecnológico de Salvador – tem previsão de estar concluído em agosto de 2010. O prédio, que está em obras, tem aproximadamente 30 mil metros quadrados de área construída e foi projetado com conceitos de ecoeficiência, aquecimento de água solar, reuso de água, conforto bioclimático e fachada ventilada.
Seus equipamentos anexos incluem praças de convívio, restaurante, lanchonetes, biblioteca especializada, auditório, virtuário e um amplo estacionamento. Quanto aos serviços, estarão abrigados no Tecnocentro os escritórios especializados de direito de propriedade, captação de recursos, desenvolvimento de projetos, agências de financiamento de pesquisa, incubadora de empresas, essenciais ao desenvolvimento da inovação na Bahia.