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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

PSDB é prejudicial ao País que sonhamos e queremos

Em 11 de março de 1999 toda a região Sudeste/Sul/Centro-Oeste do Brasil ficou no escuro com um apagão de proporção escatológica. O país ficou no escuro por mais de 4 horas.Se iniciava a crise do apagão de energia.
O início do blecaute se deu às 22h16min em uma subestação de energia elétrica da CESP localizada no município de Bauru, SP. Atingiu mais 50 milhões de pessoas em dez estados brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, juntamente com o Distrito Federal, o Acre, na região Norte, e parte do Paraguai. Teve fim às 3h39min de sexta-feira, 12 de março de 1999, quando a energia foi restabelecida em São Paulo.
A versão oficial do acontecimento, diz que o apagão foi causado pela queda de um raio na subestação de Bauru. Porém, foram realizados estudos meteorológicos que comprovaram que não houve tempestade de raios na região no dia 11 de março.
O Ministério de Minas e Energia admitiu que havia redução dos níveis de segurança e manutenção da subestação

Transtornos nas cidades

Durante o blecaute, houve caos no trânsito de grandes metrópoles do Brasil como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Muitas pessoas foram assaltadas nessas cidades e hospitais ficaram sem luz
Em São Paulo, a polícia saiu às ruas para evitar arrastões. Os trens urbanos e metrôs ficaram parados por quase uma hora, deixando seus passageiros presos. Os aeroportos de Congonhas, na capital paulista e Cumbica, em Guarulhos, ficaram totalmente sem luz, túneis foram fechados, os 4.700 semáforos deixaram de funcionar e os hospitais funcionaram precariamente.
Em Porto Alegre, a linha de trens urbanos Trensurb ficou paralisada. Os maiores transtornos no trânsito da capital gaúcha, ocorreram nas avenidas Goethe e Ipiranga. Uma partida de futebol entre Grêmio e ABC, no Estádio Olímpico, também foi paralisada com a falta de luz e terminou em empate (3x3)
Com o apagão, muitas emissoras de televisão brasileiras que não contavam com geradores saíram do ar. As emissoras que tinham gerador não puderam ser assistidas durante quatro horas nas cidades onde a energia não pôde ser restabelecida pelas companhias elétricas locais. Em função disso, a Rede Globo, que transmitiu ao vivo em seu Plantão as imagens de São Paulo direto do Globocop, exibiu, no dia seguinte, dois capítulos seguidos da minissérie brasileira Chiquinha Gonzaga, que não foi ao ar em consequência do blecaute.
Nos dias seguintes, o apagão foi assunto nos principais telejornais do país. Na Rede Globo, os programas Domingão do Faustão e Casseta & Planeta, Urgente! fizeram sátiras do acontecimento (Apagão do Faustão e Apagão do Casseta).
No Rio Grande do Sul, o blecaute não atingiu apenas a região central do estado, que possuía geração própria de energia elétrica. As regiões Norte, com exceção do Acre, e Nordeste do Brasil também não foram atingidas.

O escândalo do apagão

Dois anos após o blecaute de 1999, houve o que foi conhecido como escândalo do apagão. Para evitar que se repetisse o que aconteceu em 1999, foi organizada uma grande campanha de racionamento de energia elétrica. Era recomendado que se economizasse luz, principalmente no horário de pico.
O escândalo do apagão foi uma crise nacional, que afetou o fornecimento e distribuição de energia elétrica. Ocorreu nos dois últimos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, em 2001 e 2002, sendo causado por falta de planejamento e investimentos em geração de energia. "Apagão" é um termo que designa interrupções ou falta de energia elétrica freqüentes, de maior duração.
No início da crise levantou-se a hipótese de se tornasse necessário fazer longos cortes forçados de energia elétrica em todo Brasil. Estes cortes forçados, foram apelidados de "apagões" pela imprensa.
Na época, havia grande possibilidade de ocorrer apagões no país, sobretudo nas grandes cidades. A aplicação desses cortes — que produziriam severas perdas na economia brasileira — pôde ser evitadacom uma campanha por um racionamento voluntário de energia.

Racionamento de energia

A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas somaram mais de R$ 22,5 bilhões.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ONS nega sabotagem e divulga laudo sobre apagão amanhã

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) nega a possibilidade de ter havido sabotagem nas 3 linhas de transmissão de Itaipu que foram responsáveis pelo apagão da última terça-feira (10.nov.2009) .
“A hipótese de sabotagem está descartada. Temos a comprovação dos danos causados aos equipamentos, que estão chamuscados na subestação de Itaberá. Um ser humano não conseguiria fazer isso. Os oscilogramas mostram que os eventos ocorreram de maneira simultânea. No relatório da terça-feira saberemos o local exato nas linhas. Para ter sido sabotagem seria necessário que três pessoas, ao mesmo tempo, tivessem conseguido conectar um aparelho às linhas, gerado grande diferença de potencial, rompido os isolamentos e provocado os curtos-circuitos. Tudo num tempo total, nas três linhas, de 120 milissegundos” , explica o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp.
O RAP (relatório de análise de perturbações) ficará pronto, segundo Chipp, “até o fim do dia na terça-feira”. O documento vai esclarecer o que de fato ocorreu durante o apagão. O ONS deve apresentar o relatório também em Brasília, na quinta-feira, na Comissão de Minas e Energia da Câmara.
Como é possível raios simultâneos terem atingidos 3 linhas de transmissão ao mesmo tempo? Como é possível esse fenômeno ter ocorrido quando não se tem notícias de grandes tempestades no local do acidente? Hermes Chipp diz não ser “relevante constatar se houve ou não incidência intensa de muitos raios”. Para ele, “o que importa é saber se houve descarga nas linhas a ponto de derrubar o circuito”. Isso estará, afirma, “comprovado nos oscilogramas” .
Mas, então, o sistema é vulnerável? Chipp acha que não. “Houve um fato inédito: descargas elétricas simultâneas que derrubaram três circuitos de uma só vez em um local próximo à mesma subestação”. Mas como fazer para evitar que isso ocorra no futuro? “A única forma de evitar um blecaute como o de terça-feira seria construir um sistema de pelo menos mais dois circuitos correndo em paralelo ao atual. Algo como um sistema redundante. É economicamente inviável”.

domingo, 15 de novembro de 2009

Ah, demorô! PT ameaça chamar Serra para debate sobre apagão


O governo não descarta mais partir para o embate técnico com o PSDB se as críticas da oposição continuarem em cima de Dilma Rousseff, a ministra candidata à Presidência. Na sexta-feira o curto-circuito político em torno do blecaute continuou em Brasília, com troca de ameaças. O líder do PT na Câmara, Cândido Vaccarezza (SP), não descarta convidar Dilma e José Serra, o governador tucano de São Paulo e também pré-candidato, para um confronto no Congresso.
Enquanto o PT angaria dados e números de sua gestão, para comparar com o apagão da era FHC, a oposição aproveita o momento para bater no governo e em Dilma. Justo por isso, a base chama o episódio de desespero, porque a oposição não tem ainda um discurso para a campanha de 2010.
A presença da ministra no Congresso para debater o apagão, no entanto, não é unanimidade entre os governistas. Líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS) classifica de absurda a possível convocação da ministra pela oposição, uma vez que o governo tem um ministro de Minas e Energia para dar as satisfações necessárias. Onde quer que vá, Fontana tem carregado consigo a pastinha com os números do progresso energético no governo Lula.
"O discurso da oposição a trai. E mostra que a oposição quer apenas fazer política e não está nem aí para o problema de energia", dispara Fontana. "Estão querendo fazer a comparação entre os dois governos Ótimo. O governo só tem a ganhar com uma comparação desta porque vamos mostrar os investimentos positivos do governo Lula", afirmou. Segundo o líder do governo, enquanto no governo PSDB foram instalados 10.900 km de rede de transmissão, em sete anos de governo Lula foram instalados 22.140 km.
"O que o Serra está fazendo é oportunismo político. Está tentando transformar um acidente que deve ser ser investigado em um apagão que houve no governo FHC, este sim por falta de investimento", disse Fontana rebatendo as acusações feitas por Serra, na quinta-feira, de que o sistema energético brasileiro é frágil.
"É um absurdo que nos acusem de fazer política", rebate o líder do PSDB na Câmara, José Aníbal (SP) declarou.
Para o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), os governistas estão equivocados, "No passado houve um erro. O Presidente Lula deu a primeira declaração sensata ao dizer que é preciso investigar as causas do apagão. Deve ter sido bem orientado", disse Aleluia.

sábado, 14 de novembro de 2009

O IBOPE, o apagão e a audiência da Globo

Mesmo com apagão Ibope não abaixa audiência da Globo
novembro 11th, 2009. Published under Globo, João Paulo Dell’Santo.
O blecaute que atingiu 18 Estados e o Distrito Federal na noite de quarta-feira e início da madrugada de ontem, afetando diretamente a vida de milhões de pessoas, deixou perguntas sem respostas e foi mais um gerador de fatos com consequências ainda sem melhor compreensão. O Ibope, em São Paulo, entre eles.
No momento do “apagão”, 22h13, a TV Globo registrava 30,3 pontos. Se a pane atingiu todos os lares, inclusive aqueles – presume-se – dotados do peoplemeter, aparelho que mede a audiência, presume-se que a queda deveria ser imediata. Considerando- se o residual, alguma coisa como 2 ou 3 minutos depois. Mas não foi isto que aconteceu. Só às 22h30, a Globo foi dar 0,9.
Chamado a se manifestar, o Ibope, através da sua Assessoria de Imprensa, enviou a nota
(…)

Apagão resgata a velha e complicada discussão sobre audiência no Brasil
O que mais se comentou nos bastidores da TV nesses últimos dois dias, foram os números de terça-feira divulgados pelo Ibope, referentes ao período em que houve falta de energia na Grande São Paulo, base da pesquisa, além de outros tantos lugares.
A audiência apresentada, percebe-se, apenas reforçou a desconfiança das demais redes em relação à sua leitura.
Ainda há uma estranheza muito grande com os 9 pontos de média alcançados pelo “Casseta”, que teve 95% do seu tempo dentro do apagão.
Isto, no campo das possibilidades, conduziu muita gente a imaginar que o registro desses índices saiu de residências com geradores próprios e que grande parte da amostra pode estar concentrada nas classes mais elevadas.
(…) Outro exemplo, segundo dirigentes dessas emissoras – que evidentemente não querem ser identificados, foi o fato de, no auge da escuridão, um flash do “Jornal da Globo”, às 23h57, com 19 minutos de duração, fazer a emissora subir de 2 para 3 pontos, que acabou sendo a média do “Profissão Repórter”, exibido entre 23h57 e 0h34.
(…)
http://tvfoco. com.br/
“12/11/2009

Apagão derruba tão esperada entrevista de Jô com Ronaldo
(…) A Globo fez uma operação de guerra para bombar a entrevista. Colocou chamadas até no meio da novela Viver a Vida. Geralmente, as chamadas do Jô entram durante o Jornal da Globo.”

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sistema sensível a incêndios e explosões em subestação privatizada, pode governador José Serra?

O governador de São Paulo, José Serra,também está explorando eleitoralmente o caso do blecaute. Ele disse ontem que o governo federal precisa explicar as causas do blecaute “Não podemos ter um sistema elétrico sensível a raio e a ventania. A pergunta que fazemos ao nobre governador é:Podemos ter um sistema em São Paulo sensível a explosão e incêndio? Até hoje o governador não deu explicação do que realmente houve nas Subestações privatizadas por ele.
Vamos ver:



Três panes em 24 horas.

A falta de energia que atingiu quase 1,5 milhão de moradores na Grande São Paulo foi provocada por problemas em três estações de energia – dois incêndios e uma pane, em menos de 24 horas.“Os equipamentos são falíveis. Vão ser tomadas medidas para que esses incidentes não ocorram com as mesmas bases, mas certamente a sociedade deve prever que novos incidentes vão ocorrer”, afirmou o diretor-presidente da agência Penteado Júnior.

Veja a materia pelo link abaixo

http://sptv.globo.com/Sptv/0,19125,LPO0-6147-20080410-319794,00.html



quarta-feira, 9 de abril de 2008
Subestação antes da falta de luz em SP

De acordo com a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), um transformador deixou de operar por causa da falha em um interruptor.Testemunhas relataram ter ouvido um barulho de uma explosão pouco antes da falta de luz. A Eletropaulo informou que 690 mil clientes foram afetados pelo apagão

Veja a noticia no site abaixo.
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL336533-5605,00.html



Incêndios em subestações de SP.

Os incêndios que atingiram subestações de energia na Zona Norte da capital paulista. Cerca de 318 mil unidades consumidoras foram atingidas. O total de pessoas que ficaram sem eletricidades em suas residências ou empresas pode chegar a cerca de 1,5 milhão.

Veja no site:
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL394430-5605,00-INCENDIOS+EM+SUBESTACOES+DE+SP+SAO+CONTROLADOS.html

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Um novo incêndio na noite desta quinta-feira (10) atingiu a subestação de Guarulhos, localizada na Avenida Monteiro Lobato com a Rua Henrique, deixando 20 bairros sem energia elétrica. A subestação, controlada pela Bandeirante Energias, concessionária de luz do município, é a mesma que já havia pego fogo na tarde de quarta-feira (9).

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Presidente da Eletrobrás diz que problema deveria ter sido isolado em São Paulo

O presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz, disse à Agência Brasil que deveria ter ocorrido o "ilhamento" do problema que originou a falta de luz em 18 estados do país. Segundo ele, houve falha e é preciso investigar o motivo que levou o sistema de segurança a não ser ativado.
“Nós tivemos um problema meteorológico em Itaberá, estado de S.Paulo, que levou à queda das três linhas de 750 Kilovolt (kV), o que significa dizer que perdemos a capacidade de transmitir metade da energia gerada por Itaipu. Deveria ter acontecido o ilhamento do problema para possibilitar o religamento do sistema. Mas como isto não aconteceu, aí o problema se estendeu para as duas linhas de corrente contínua que liga Itaipu a São Paulo. O que é preciso levantar é porque não entrou em operação o sistema chamado ERAT que existe exatamente para levar ao ilhamento”.
O presidente da holding que controla as empresas de energia do governo disse que não houve problema de falta de energia, mas sim uma interrupção temporária nas linhas de transmissão. Para ele, o sistema elétrico está bem dimensionado e os investimentos foram feitos.
Muniz lembrou o fato de que, dentro do planejamento energético elaborado para o país, várias novas usinas, principalmente hidroelétricas de grande capacidade de geração, estão em fase de construção ou de licitação - citando as usinas do Rio Madeira e de Belo Monte, no Pará, que entrá prevista para entrar em operação em 2014 interligando as regiões Norte e Sul e, consequentemente, fortalecendo o sistema elétrico brasileiro. “Com as obras que estão planejadas e sendo executas, nós não temos dúvidas de que vamos atender ao aumento da demanda. O sistema não só está apto a atender ao crescimento, como a população pode ficar tranquila, porque acidentes como este dificilmente voltarão a se repetir”.
“Eu não tenho dúvidas de que o sistema elétrico brasileiro está preparado para atender à demanda de energia por parte da população, como também está preparado para atender ao crescimento econômico do país esperado para os próximos anos. O que houve foi um problema no sistema de transmissão, tanto que restabelecida a operação, o país está funcionando dentro da normalidade do ponto de vista energético desde às 4h da manhã desta terça-feira”.Queriam tanto pôr a culpa no Governo Federal,e esqueceram que a culpa poderia ser do governador paulista.Confirmando, a notícia irá sumir do Jornal Nacional, não teremos mais o biquinho do Willian Bonner, o revoltado.

Depois do apagão, jornalistas viram especialistas em energia

E a mídia fez a luz. Crise iniciada, pencas de jornalistas brasileiros opinam, com fumos de quem retornou de um mestrado de verão, sobre o tema que comove, atiça e revolta os brasileiros: o blecaute que afetou 18 Estados a partir das 22h10 da terça-feira, 10 de novembro.
No conjunto de pitacos, há um brado descendente daquele zombado pelo cronista Rubem Braga: ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil. Troque saúva por apagão nas análises dos repentinos especialistas em energia elétrica, física, Itaipu, mudanças climáticas e ataques indígenas. As tendas estão armadas no bazar midiático.
Um índio descerá...
O físico e ex-presidente da Eletrobras, Luiz Pinguelli Rosa, é o entrevistado do "Bom Dia Brasil", na Rede Globo, na manhã de 11 de novembro. Opiniões técnicas:
- Discordo do ministro (Edison Lobão). O sistema do Brasil é interligado há muito tempo. Ele reforçou sua interligação... Não tivemos um problema de energia, mas um problema elétrico - afirma Pinguelli.
Na bancada de jornalistas, o apresentador Renato Machado pede licença para uma pergunta de Alexandre Garcia, direto de Brasília.
De início, o comentarista avisa que conversou com alguém bem-informado, mas isso você já sabe desde o governo Figueiredo. Às palavras:
- Professor Pinguelli, na sexta-feira eu passei quase a tarde toda conversando com o presidente da Itaipu binacional, o Jorge Samek, e ele me explicava a tranquilidade dele quanto ao nível de água de Itaipu, que recebe afluentes, a bacia recebe afluentes de diversos regimes de chuvas. E aí restava então a transmissão, uma certa não fragilidade, mas uma incerteza sobre o que pode acontecer com a transmissão...
Alexandre Garcia prossegue com índios e MST:
-... E aí professor a gente tem visto ameaças de índios, de MST a hidrelétricas, a torres de transmissão... O que é preciso fazer pra que a gente tenha segurança absoluta ou segurança absoluta não existe?
Confrontado com a ameaça indígena, Pinguelli responde:
- Não existe. Não existe. A segurança absoluta, na engenharia, não existe. Não se pode garantir 100% de nada.

É Dilma

Em conversa com Carlos Alberto Sardenberg, na CBN, o jornalista Merval Pereira, também do grupo Globo, procura colar Dilma Rousseff ao curto de Itaberá (SP).O artigo é longo, mas vale muito a pena ser lido no Terra Magazine.

Teoria conspiratória


Fiquei impressionado com a eficiência da imprensa. Às três da manhã, quando a energia elétrica retornou, havia montes de matérias nos portais de internet sobre um “apagão” que se abateu sobre vários Estados do Sul e do Sudeste no fim da noite de ontem. E os jornais todos saem hoje com matérias amplas sobre o assunto.
Detalhe: a falta de luz começou depois das 22 horas, muito próximo do fechamento das edições do principais jornais do país, que mostraram-se incrivelmente mobilizados para coberturas tão emergenciais. Pareceu até haver um esquema de “cobertura” muito bem montado.
O termo “apagão”, que foi o que vi no G1 e no UOL, deverá ser generalizado e explorado à farta pela mídia. Ela tentará vincular um episódio isolado e desencadeado por causa desconhecida ao racionamento de energia que ocorreu no fim do governo Fernando Henrique Cardoso devido a falta de investimentos em geração de energia naquela época.
A exploração de um episódio isolado, porém, terá vida curta... Mas será que terá mesmo? E se o episódio não for isolado e outros apagões misteriosos voltarem a ocorrer?
Chama atenção, assim, como os portais da grande mídia parecem ter organizado um plantão especial nas redações de ontem para hoje. Há uma fartura de informações em matérias longas que, repito, parecem ter precisado de um poderoso aparato jornalístico para ser produzidas
A colunista Eliane Cantanhêde, da Folha de São Paulo, por exemplo, em plena madrugada produziu uma conversinha sobre “empurra-empurra entre Itaipu e Furnas”. Eu poderia jurar que a matéria estava pronta quando acabou a luz em metade do país.
Aí entra em cena informação divulgada pelo jornal paraguaio ‘ABC Color’ de que a primeira peça que caiu no dominó elétrico seria... de São Paulo.
Claro que tudo pode não passar de teoria conspiratória minha, mas é bom ficarmos atentos. Já imaginaram que maravilha seria, para certos grupos políticos, se outros episódios como esse continuassem acorrendo? Haveria como dizer, no ano que vem, que Lula também produziu um apagão como o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
É por isso que quero recomendar ao menos ao Ministério das Minas e Energia que investigue a fundo as causas desse apagão supostamente desencadeado em São Paulo. Acredito que alguns políticos são capazes de “pisar no pescoço” de qualquer um que ameace o sucesso de seus projetos políticos, como sempre diz Ciro Gomes.
Aliás, bom mesmo seria pôr a Polícia Federal na parada. Sabotadores de linhas de transmissão podem ser contratados e poderiam agir com facilidade num país como o nosso. Sucessivos cortes de energia são tudo o que certa oposição descerebrada poderia querer no momento em que afunda nos próprios dejetos.

Professor da USP descarta ligação entre blecaute de ontem e o racionamento de 2001

O professor José Antonio Jardini, do Departamento de Energia e Automação da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), afirmou que o blecaute ocorrido ontem (11), em 18 estados brasileiros e no Paraguai, não tem fatores relacionados com aqueles que provocaram o racionamento de energia em 2001.
Segundo ele, a falta de energia de ontem tem razões semelhantes às que provocaram o blecaute em 1999, quando houve um problema na Subestação de Bauru, e em 2002, na Subestação de Ilha Solteira, ambas no interior paulista. Jardini trabalhou no projeto de elaboração das linhas de transmissão da Usina de Itaipu.
“Pelas informações, caíram duas linhas de transmissão que vinham da Usina de Itaipu para São Paulo, perto de Itaberá. Quando projetamos linhas de transmissão, planejamos de forma que, mesmo saindo uma linha, o sistema não seja afetado", disse. "Como caem duas linhas, o sistema começa a ter instabilidade elétrica e é isso que desliga tudo. É um sistema automático de proteção para não causar danos maiores.”
Jardini ressaltou que as linhas de transmissão são preparadas para suportar ventos de até 130 quilômetros por hora (km/h) e podem ter caído por conta de um vendaval mais forte do que esse limite, o que considerou como algo atípico. “O que derruba linha é vento, avião que cai em cima, ou alguém que dá um tiro naquela cadeia. Às vezes, podem ocorrer esses ventos especiais que podem derrubar também as torres”.
O professor da USP garantiu que o país conta com uma segurança energética. Para ele, o sistema poderia ser mais eficaz a ponto de evitar um corte como o de ontem. Mas isso não quer dizer que o Brasil tenha um modelo frágil. “O mundo inteiro usa esse critério chamado de 'menos um', no qual se sair um elemento, o sistema aguenta. O Brasil não é mais rigoroso nem mais relaxado, faz o que todo mundo faz, então está bem."

Desrespeito e manipulação:Globo impede Record de entrevistar secretário de Minas e Energia


O programa "Hoje em Dia", da Record, exibiu hoje pela manhã um bate-boca ao vivo entre repórteres da Globo e da Record que disputavam uma entrevista com o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman
A repórter da Record Venina Nunes foi anunciada pelos apresentadores do programa e apareceu ao vivo perto do secretário, que aguardava para ser entrevistado por Camila Bomfim, da Globo News.
Venina tentou então chamar o secretário para começar uma entrevista, mas foi interrompida pela jornalista da Globo, que informou que ela deveria esperar.
"Muitas pessoas estão querendo ter a informação. Tá tudo certo, não se preocupe, a gente está acompanhando tudo por aqui", disse Celso Zucatelli, um dos apresentadores do "Hoje em Dia" que, em seguida, criticou o trabalho dos assessores de imprensa.
"Se não está ao vivo, se estão segurando o secretário propositalmente... eu venho aqui pedir que a assessoria do secretário colabore. Olha só, o secretário está esperando, nós estamos esperando porque a assessoria resolveu que ele vai esperar", disse o apresentador.
A repórter da Record chegou a sair por alguns minutos do local onde a entrevista aconteceria e depois voltou, tentando novamente falar com o secretário.
"Você invadiu o espaço da Globo, invadiu o link", disse um assessor de imprensa, impedindo novamente que a repórter da Record se aproximasse.
Enquanto a jornalista se explicava novamente aos telespectadores, a Globo News exibia a entrevista de Camila com Márcio Zimmerman.
Chamada ao vivo novamente pela equipe do "Hoje em Dia", Venina Nunes teve que esperar novamente, pois o secretário estava gravando uma nova entrevista para a Globo.Esse secretário heim! É bem mala! Quer dar preferência para a Globo porque?

Sabotagem? Oposição planeja usar apagão para atacar Lula e candidatura de Dilma Rousseff


Em entrevista a imprensa, Ronaldo Caiado, DEM, avisou: A oposição se prepara para explorar eleitoralmente o apagão elétrico.A ideia é responsabilizar a ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à sucessão presidencial de 2010, e provocar um desgaste na imagem de "boa técnica".
O líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), afirmou nesta quarta-feira que o apagão foi o "pó de cal"Ela vendia a imagem de técnica competente, essa imagem que ela tanto se esforçou para mostrar com certeza caiu por terra", afirmou.
A oposição se mobiliza para fazer a ministra dar explicações sobre o apagão tanto na Câmara quanto no Senado. Arthur Virgilio anunciou que, eles vão se esforçar para desfazer os desgastes -- carregados pelos candidatos tucanos nas duas últimas eleições -- pelo apagão que ocorreu no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) que deixou o país às escuras em 2001.
Coincidência ou não,em site ligado ao PSDB, blecaute vira camiseta, menos de cinco horas depois .

Cheiro de penas queimadas

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou nesta quarta-feira, 11, que o blecaute que atingiu principalmente as regiões Sul e Sudeste ontem não foi provocado pelo mau tempo.Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), as redes de transmissão afetadas foram duas entre os municípios de Ivaiporã (PR) e Itaberá (SP) e uma terceira entre Itaberá e Tijuco Petro (SP). Furnas informou que, apesar da queda de energia, "não foi identificado qualquer dano nos seus circuitos e torres de transmissão".
O ministro Paulo Bernardo lembrou que todo o sistema é informatizado, o que deve apontar a origem do problema. "É preciso ter uma explicação porque isso gera insegurança. Mas o problema não aconteceu por falta de capacidade de geração (de energia)", disse o ministro. Ele disse que não há problemas de investimento no setor.
Segundo Paulo Bernardo, durante o processo de racionamento de energia, em 2001, havia problemas de baixa capacidade de transmissão e isso foi resolvido. Segundo ele, o que aconteceu nesta noite foi um acidente e não há como garantir que acidentes não acontecerão.
Lembrei! Ciro Gomes: Serra não tem escrúpulos – se for preciso, passa com um trator por cima da mãe.
Penas vão voar!

Governo Lula já deu ordens para a Policia Federal investigar ação de hacker em apagão

O Gabinete de Segurança Institucional se reuniiu na manhã desta quarta-feira para avaliar as possíveis causas do apagão que deixou milhões de brasileiros sem luz na madrugada de ontem."O assunto está sendo investigado e tratado de maneira muito reservada pelo governo"
Fernando Rodrigues, jornalista da Uol diz:Está sendo considerada a hipóteses de crime cibernético, ou seja, do sistema que controla a distribuição de energia ter sido invadido por piratas virtuais.

Sabotagem?

Cheiro de queimado no ar! No dia em que, a pesquisa Vox Populi, mostrou a ministra Dilma subindo 4 pontos, a Rede Globo, colocou no ar, o mais puro sensacionalismo, manipulando os telespectadores...Em nenhum momento a Globo disse que,estranhamente, a queda de uma linha que transmite energia da Hidrelétrica de Itaipu tirou todos os 14 mil megawatts gerados pela usina do sistema elétrico e provocou um blecaute em pelo menos 9 Estados brasileiros, no Distrito Federal e no Paraguai na noite de ontem.De acordo com a Itaipu, ainda não se sabe que tipo de problema específico ocorreu na linha de transmissão de Furnas. Me perguntam vários leitores via email."Sabotagem?". O ministro do Planejamento Paulo Bernardo, escreveu em seu twitter: "Falei agora com Jorge Samek, dir-geral de Itaipu. O problema ocorrido ontem esta resolvido, mas as causas ainda serao investigadas hoje"
Esse blecaute está muito esquisito, os reservatórios estão cheios, o nível das represas é bom, há termoelétricas funcionando e o blecaute atinge tantos estados...estranho.A gente vai ouvir a palavra "Apagão" nos jornais por pelo menos até o debate entre Serra e Dilma!
Aves de rapina não se aguentam de alegria por blecaute de ontem. Confundem incidente com falta de energia que parou Brasil em 2001.

1999

Mais de 60% do território nacional foi atingido pelo blecaute de março de 1999, que teve início em uma subestação de energia elétrica da Cesp em Bauru (SP). O problema atingiu dez Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além do Distrito Federal, Acre e parte do Paraguai. Só lembrando, ontem 9 Estados brasileiros ficaram sem energia

2001/2002

Nos últimos dois anos do governo Fernando Henrique Cardoso, o Brasil conviveu com o medo de um grande apagão. Investimentos insuficientes nos anos anteriores, fizeram com que o País tivesse de cortar 20% dos gastos com energia. Foi criado um Ministério do Apagão para gerenciar a crise. Um racionamento de energia foi determinado: consumidores que atingissem as metas de economia seriam premiados, enquanto aqueles que não conseguissem reduzir seu consumo seriam punidos. Em 2002, o racionamento foi suspenso
Olha que interessante a informação da usina itaipu no Twitter:
Itaipu vai colaborar na apuração das causas do blecaute. Indícios apontam para falha na transmissão entre o Paraná e São Paulo...Quem é o governador do Paraná? Quem é o governaor de S.Paulo?