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domingo, 7 de março de 2010

Porque Serra desistirá se concluir que não tem chances

Os demo-tucanos querem dar ar de irreversível a candidatura de José Serra (PSDB/SP) ao Planalto.

Querem induzir os incautos a acreditar que uma desistência de Serra seria uma desmoralização, a qual ele não se submeteria.

O raciocínio seria válido para políticos preocupados com desmoralização. Não é o caso de Serra, como provam seus antecedentes.

Na eleição para prefeito de 2004, ele prometeu ao vivo, no debate da TV Record, que cumpriria os 4 anos de mandato na prefeitura, e não se candidataria a governador nem a presidente em 2006, se eleito.

Faltou com a palavra. Em 2006, abandonou a prefeitura nas mãos de Kassab e candidatou-se a governador.

Não satisfeito em desmoralizar- se na TV, ainda assinou uma carta ratificando a mesma promessa, publicada na Folha de São Paulo:



Como se vê, desmoralização não é problema para Serra. Ele seguirá seu cálculo político.

Se em 2 de abril, data limite para desincompatibilizaçã o, concluir que estará condenado a perder o Planalto, e só com chances de ganhar a reeleição a governador, não vacilará em arranjar uma desculpa qualquer para abandonar a candidatura presidencial, assim como abandonou a prefeitura em 2006.

E ele não se assume como candidato a presidente, não é com receio de ter que voltar atrás com a palavra. É apenas para não deflagar a campanha de Alckmin a governador dentro do PSDB paulista, de modo irreversível.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ministério do Desenvolvimento Social desmente Globo de novo

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) emitiu nota que desmente "reporcagem" do jornal "O Globo" (figura abaixo). A seguir segue a íntegra da nota do MDS:



MDS RESPONDE A O GLOBO
03/02/2010 - 11:13


A manchete e a chamada de capa de O Globo desta quarta-feira (03/02) confundem os procedimentos operacionais do Programa Bolsa Família com as regras que o norteiam. Diante disso, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) esclarece:

1) No entendimento da Consultoria Jurídica do MDS, a instrução operacional nº 34, de dezembro de 2009, não traz qualquer insegurança jurídica, pois se trata apenas de uma norma de natureza operacional do programa.

2) A referida instrução trata apenas do procedimento para atualização cadastral dos beneficiários que estão no programa há mais de dois anos sem que seus dados tenham sido atualizados pelos municípios, responsáveis por essas atualizações. Esses procedimentos, como acontece em qualquer política pública, estão em permanente processo de aperfeiçoamento.

3) A instrução em nenhum momento relata, nem de “forma velada”, que “em um novo governo as principais diretrizes do programa poderão ser alteradas”, como afirma o jornal. O Programa Bolsa Família é uma conquista dos brasileiros garantida em lei, tem trazido importantes resultados para o Brasil na redução da fome, da pobreza e da desigualdade e é hoje referência internacional.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mensalão do DEM: Desfiliação de Arruda foi de mentirinha?



O blog da Paola traz a informação:

"Aumenta a cada dia a discussão (e aceitação) entre o grupo mais próximo ao governador José Roberto Arruda de uma mirabolante tese para que ele recupere a possibilidade de ser candidato a um cargo eletivo nas eleições deste ano. A proposta é tentar assegurar na Justiça a legenda para a disputa eleitoral com o argumento de que, um ano antes da eleição como exige a lei, o governador estava filiado a um partido político, o Democratas, de forma correta."

Arruda, em acordo negociado com a cúpula do DEMos, enviou carta ao partido pedindo desfiliação.

Depois disso, o assunto foi tratado como se a desfiliação estivesse consumada, numa tentativa do DEMos de dar alguma satisfação ao distinto público.

Mas ... existe desfiliação oficial junto à justiça eleitoral?

E se o DEMos, mais próximo das eleições, vier com a seguinte desculpa esfarrapada:

1) Por algum "engano" a carta foi "esquecida" no fundo da gaveta;
2) Neste caso, oficialmente Arruda continua filiado;
3) E pode se candidatar;
4) O DEMos do Distrito Federal lhe dá legenda;
5) O DEMos do resto do Brasil joga para a platéia, faz de conta que é "contra", mas não intervém no DEMos do DF, de forma a não impedir a candidatura de Arruda;

O plano de colocá-lo como vice de José Serra (PSDB/SP) não é mais viável devido ao desgaste. Mas... assim como Maluf em São Paulo tem um inexplicável eleitorado cativo, Arruda também tem seu eleitorado, devido à máquina, ao clientelismo, o que o faria um deputado federal ainda muito bem votado em Brasília. Arruda seria puxador de votos para a bancada do DEMos no DF.

O interesse no "esquecimento" em formalizar a desfiliação é tanto do DEMos, como de Arruda.

A dúvida se houve desfiliação oficial é reforçada com o recente apoio a Arruda reafirmado pelo DEMos/DF.

Só dá para acreditar na desfiliação de Arruda do DEMos, se mostrarem alguma certidão pública e oficial da Justiça eleitoral comprovando.

Folha, Serra, Nahas e CESP ... ligando os pontinhos

A Folha de José Serra (Folha de São Paulo) publicou uma notícia mentirosa com o título "Lula renova concessões do setor elétrico", sob medida para especuladores em Bolsa de Valores fazerem um carnaval especulativo com ações do setor.

Se a notícia fosse verdadeira, favoreceria para José Serra (PSDB/SP) privatizar a CESP, tanto que ele foi perguntado se iria privatizar a CESP este ano.

O blog do Chicão ligou uns pontinhos ao observar que as ações da CESP (estatal do governo de São Paulo) estão sofrendo oscilações muito bruscas. Ele observou uma valorização de 8% relacionada à notícia mentirosa da Folha, e lembrou que é caso para a CVM investigar.

Outros pontinhos a ligar é a interceptação telefônica que consta do relatório da PF - Operação Satiagraha - página 192:



Em 2007 Naji Nahas foi gravado conversando com um operador de nome Miguel, e disse que ficara sabendo da privatização da CESP pelo próprio Serra. Em outro telefonema mais tarde, no mesmo dia, Miguel insiste com Nahas para ver o "negócio da CESP" pois poderão ganhar em torno de 80 "paus" (milhões de reais).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Petrobras desmente Folha e Estadão de novo

A Petrobras, em seu blog Fatos e Dados, desmente Folha e Estadão, e revela mais uma "reporcagem" exemplar de seu péssimo jornalismo, na nota "Licitação de agências de publicidade: carta à Folha de S. Paulo e ao Estadão", transcrita abaixo:

Sobre as notícias "Vazamento põe sob suspeita concorrência da Petrobras e Licitação da Petrobrás sob suspeita", divulgadas respectivamente na Folha de S. Paulo e Estadão nesta sexta-feira (29/1) referentes à licitação das agências de publicidade para atender a Petrobras, a Companhia esclarece:

- que a análise técnica das propostas foi concluída no dia 25/1.

- Os convites para as agências foram emitidos no dia 26/1 para o anúncio das notas na tarde do dia 28/1.

- Um site especializado publicou no final da manhã do dia 28/1 as três agências mais bem colocadas.

A Petrobras ressalta que esta divulgação foi posterior à conclusão da análise técnica [concluída em 25/1, o que descaracteriza a ilação dos jornais de que o resultado seria previamente combinado], o que não altera nem invalida o processo licitatório.

Na tarde desta quinta-feira (28/1) foram divulgadas, na presença de representantes de todas as agências participantes do processo, as notas referentes ao número do lacre de cada proposta (etapa que vale 70 pontos), relativas aos planos de comunicação publicitária apresentados pelos licitantes.

Destaque-se que o número do lacre era de conhecimento exclusivo de cada agência.

O certame prossegue com a análise da capacidade de atendimento e dos “cases” apresentados pelas agências participantes da licitação (valendo 30 pontos). A etapa final será a da abertura das propostas de preço das três primeiras classificadas. Só então serão conhecidas as vencedoras do processo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Mais uma mentira da Folha de José Serra



A Folha de José Serra (jornal Folha de São Paulo) continua praticando o péssimo jornalismo, e perpetrou mais uma mentira, a publicar a matéria "Lula renova concessões do setor elétrico".

A ministra Dilma Rousseff se surpreendeu quando foi perguntada sobre o assunto e desmentiu:

"Na Casa Civil, não está na pauta e isso vence em 2015, se eu não me engano", afirmou. "Eu não tenho essa informação, isso não passou pela Coordenação de Projetos", disse.

Ministério das Minas e Energia (MME) também desmente a Folha

Veja a nota do MME desmentindo:

NOTA À IMPRENSA

CONCESSÕES DE SERVIÇOS DE ENERGIA ELÉTRICA


Em relação ao noticiário envolvendo as concessões de serviços de energia elétrica, o Ministério de Minas e Energia (MME) esclarece:

1. Sobre o assunto, não foi elaborada, nem mesmo minutada, qualquer Medida Provisória no âmbito do MME.

2. O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) determinou a criação de Grupo de Trabalho com o objetivo de elaborar estudos, propor condições e sugerir critérios para subsidiar futuras decisões acerca da situação das centrais de geração hidrelétricas.

3. O Grupo de Trabalho é coordenado pelo Secretário-Executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, e composto pelos Secretários de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Secretário de Energia Elétrica e Chefe da Assessoria Econômica do MME e por representantes da Casa Civil da Presidência da República, Empresa de Pesquisa Energética, Agência Nacional de Energia Elétrica, Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.