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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Serra dando aula de porcentagem...

Que absurdo o que se diz economista e quer ser presidente do Brasil, ensinando porcentagem.

Chega aa ser hilário!!!!

Veja:

sexta-feira, 12 de março de 2010

Globo mente: Serra é único que inaugura maquetes

José Serra (à direita na foto) estava na UNE, no dia 12/08/2008, e foi vaiado, no mesmo evento em que o jornal O Globo acusa, de forma mentirosa, o presidente de Lula de inaugurar maquete.


O jornal "O Globo" tomou as dores do chefão José Serra (PSDB/SP), porque o governador demo-tucano recebeu críticas por convocar a imprensa apenas para inaugurar uma maquete de uma ponte, que sequer está com licitação definida.

O jornal demo-tucano recorreu à mentira quando diz que o presidente já fez o mesmo.

No caso da sede da UNE (União Nacional dos Estudantes), que o jornal cita, o presidente não foi à entidade estudantil por causa da maquete. No dia 12 de agosto de 2008, os motivos de sua visita, junto com o ministro da saúde, José Gomes Temporão, e diversas outras autoridades, foram:

1) Abertura da Caravana da UNE: Saúde, Educação e Cultura. Uma parceria com o Ministério da Saúde, onde um ônibus fez uma expedição, percorrendo aproximadamente 32 mil km, visitando 41 universidades públicas e particulares dos 26 Estados, mais o Distrito Federal. A Caravana da UNE realizou em cada instituição, um dia de mobilização, com eventos, debates, campanhas, como a de doação de sangue, e por fim, atividades culturais. A Caravana mobilizou a consciência para a saúde como um direito do cidadão e um dever do Estado.

2) Assinar uma mensagem que será enviada ao Congresso Nacional, com o Projeto de Lei propondo indenização à. UNE, por ter seu prédio incendiado em 1964, e posteriormente demolido, em 1980. A mensagem possibilitará a reconstrução da sede.

3) A UNE comemorava "de volta para casa", ou seja, a retomada da posse do terreno de sua antiga sede, que estava sendo explorada por um estacionamento.

Neste mesmo dia e neste mesmo evento, também estava presente o próprio José Serra, convidado junto com todos os demais ex-presidentes da UNE. Serra também discursou (devidamente vaiado, por ter traído os antigos ideais), e também foi apresentado à maquete da futura sede, assim como Lula.

Como se vê "O Globo" pegou uma foto do presidente Lula conhecendo a maquete a convite, e tirou do contexto da visita do presidente à UNE para outras atividades que nada tem a ver com a maquete.

O caso é completamente diferente de Serra. O demo-tucano convocou a imprensa, única e exclusivamente, para inaugurar a maquete. Não houve qualquer outro evento ou atividade além da maquete.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Choque de gestão: só depois do alagão, Serra admite erro e resolve limpar o Tietê

"A tranca depois da porta arrombada". Assim é o choque de gestão de José Serra (PSDB/SP).

Depois dos alagões em São Paulo, o governo demo-tucano do estado de São Paulo, finalmente admite o erro, e decidiu elevar de 400 mil m³ para 1 milhão de m³ o total de resíduos a serem retirados do Rio Tietê em 2010.

O choque de gestão de José Serra (PSDB/SP) havia resolvido cortar custos na limpeza de 60% fundo do Rio. É a economia na base da porcaria. Qual foi o prejuízo de todos com as enchentes? Com certeza o prejuízo de todos é muito maior do que o custo da limpeza de mais 600 mil m³, que não foi feito.

Além da manutenção do rio ser aquém da necessária e de todas as recomendações técnicas (ver vídeo abaixo), a limpeza do rio ficou abandonada em 2006, 2007 e 2008, conforme reportagem de Viomundo.



A questão ainda inquieta o paulista para o ano que vem: 1 milhão de m³ serão suficientes?

Tudo indica que não. Teria que retirar este 1 milhão que é o acumulo normal deste ano de 2010, mais o que ficou acumulado e não foi retirado nos anos anteriores. Além disso, os piscinões não foram construídos. E os demo-tucanos paulistas estão há 16 anos no poder.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Polícia paulista lembra a ditadura, prende adversários políticos, sem terras e planta flagrantes forjados

Um cerco da polícia civil de José Serra a acampamentos e assentamentos da Reforma Agrária na região de Iaras, no interior de São Paulo (região de Bauru), resultou, desde a última segunda-feira (25), na prisão de 9 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Entre os presos estão adversários políticos dos demo-tucanos na região: o ex-prefeito de Iaras, Edilson Grangeiro Xavier (PT), a vereadora Rose (Rosimeire Pan D'Arco de Almeida Serpa), também do PT, e o marido dela, Miguel da Luz Serpa.

Os mandados de busca, apreensão e prisão resultaram da ocupação promovida pelo MST no ano passado à fazenda Capim, que abrange os municípios de Iaras, Lençóis Paulista e Borebi.

Os sem terra denunciavam que a área, cuja posse é da União, vinha sendo utilizada ilegalmente há cinco anos pela Sucocítrico Cutrale para monocultura de laranja.

Forjar provas para criminalizar movimentos sociais

De acordo com relatos, além de prenderem militantes, os policiais cercaram casas e barracos, amedrontando as famílias, e também apreenderam pertences pessoais.

Os soldados também exigiram que os sem terras apresentassem notas fiscais e outros documentos. Na avaliação do integrante da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap), Bruno de Oliveira Pregnolatto, que assessora as famílias, a polícia tenta, com isso, forjar provas contra os agricultores, induzindo que os objetos teriam sido roubados durante a ocupação às terras griladas pela Cutrale, no ano passado. "Eles querem produzir provas que não têm contra as famílias", acusa o advogado.

Para o integrante do MST, Delwek Matheus, o intuito é relacionar as atividades dos militantes do MST com ações criminosas, como roubo. "O objetivo é tentar criminalizar os militantes por meio de acusações de roubo. Querem associar ocupação a roubo".

Polícia de José Serra dá suporte político para grandes empresas na disputa por terras públicas

As prisões revelam, na avaliação de Matheus, também os instrumentos usados pelo agronegócio para manter seu domínio na região.

"Nessa disputa pelas terras públicas e pelo latifúndio na região, as empresas recorrem a meios como o Judiciário e a polícia", completa.

Segundo Pregnolatto, o esforço agora se concentra em libertar os sem terras presos.

"Vamos para lá [Fórum de Lençóis Paulistas, onde corre a ação] ter acesso aos processos e instrumentalizar os pedidos de habeas corpus no Tribunal de Justiça", afirma.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Jornal de afiliada da Globo faz apologia à golpe militar

A Alemanha fez o exorcismo de seu passado há muito tempo. Lembro agora de um caso envolvendo a jornalista Eva Herman. Ela sempre se apresentou como uma mulher séria e defensora dos valores tradicionais da família. Em 2007, foi convidada a participar de um programa de TV de grande audiência no canal ZDF. Bastaram alguns minutos de entrevista para que Eva começasse a elogiar as “virtudes da política familiar de Hitler” e a usar expressões nazistas.
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Alertada de que estava fazendo apologia de uma ideologia criminosa, Eva Herman não se fez de rogada: “Estou ciente disso. Mas, se utilizamos as rodovias construídas pelos nazistas, por que não posso mencionar os valores familiares daquela era? A política familiar daqueles senhores (os nazistas) serviria de exemplo para salvar a sociedade alemã da imoralidade”, argumentou. A audiência do programa, que já era altíssima, triplicou.
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Mas, diferente do que aconteceria hoje no Brasil, a enorme audiência não interferiu minimamente na sensata decisão tomada pela apresentadora Johannes Kerner: ao vivo, diante das câmeras, ela convidou Eva Herman a se retirar do estúdio. Em seguida, pediu desculpas aos telespectadores, lembrou os crimes contra a humanidade cometidos pelo nazismo e informou que a jornalista não seria mais convidada a se pronunciar naquela emissora. Eis uma atitude correta para um canal de TV que se pretenda democrático e sintonizado com os princípios universais dos Direitos Humanos.
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Por aqui, qualquer tentativa de se discutir – apenas discutir – a função social dos meios de comunicação, é taxada pela própria mídia como censura ou atentado à liberdade de expressão. OK. Os parentes dos desaparecidos políticos, assassinados pelo Estado durante a ditadura militar, não têm o direito de saber onde seus entes queridos estão enterrados, de que maneira foram mortos e quem os matou. Jornalistas abjetos, como este Luiz Carlos Prates, comentarista de uma emissora afiliada da Globo, em Santa Catarina, goza de plena liberdade para enaltecer a ditadura e afirmar que foi o general Figueiredo quem ensinou o caminho da verdadeira e legítima democracia.
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PS: Reparem no jornalista abjeto que faz a introdução do programa. Reparem nas aspas com os dedos quando diz a palavra democracia; reparem na pergunta capiciosa, cínica, sugerindo que este é o momento para um novo golpe de Estado. Troquem a palavra luta, usada por ele, e substituam por golpe. Seu coleguinha de bancada arremata com a finesse de um Erasmo Dias. Dois porcos, como se vê:

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Mordomias de deputados são inimagináveis

A Câmara dos Deputados lançou edital para a compra de cinco veículos, no valor total de R$ 995,6 mil, sendo dois deles carros de luxo estimados em R$ 124,4 mil cada.

As exigências são muitas: os dois carros precisam ser ano 2009 ou superior, ter câmbio automático, motor com potência de 173 hp, bancos de couro, retrovisor com ajuste elétrico, rádio estéreo com CD, entre outros.

A assessoria de imprensa da Câmara diz que a frota usada atualmente tem mais de dez anos e, por isso, apresenta problemas frequentes.A Câmara também irá comprar um ônibus e dois micro-ônibus para transportar funcionários e turistas entre os anexos e os estacionamentos. Hoje a Casa tem 76 veículos.

Imaginem: para que tem salários de R$ 21 mil, mais R$ 35 mil de verba de gabinete, mais R$ R$ 5 mil de auxílio paletó, mais R$ 5 mil de auxílio moradia, mais 2 mil litros de combustível/mês, mais 5 mil selos/mês, mais 4 passagens aéreas Brasília/cidade natal por semana (apesar de ser uma só pessoa), gráfica grátis, entre outras mordomias, é muita mordomia, não acham?