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sexta-feira, 11 de março de 2011

Que contribuições Fábio Faria dará ao valioso debate sobre a reforma política?

Um dos principais jornalistas políticos do país, Josias de Souza pegou pesado em seu blog com o deputado norte-rio-grandense Fábio Faria.

Líder do PMN, Faria substitui Jaqueline Roriz na comissão provisória da Câmara criada para tratar da reforma política.

Josias lembra que o parlamentar potiguar notabilizou-se pelos namorosos famosos e também por um escândalo com passagens aéreas bancadas pela Câmara.

Lá no fim do seu artigo, o jornalista diz não saber "que contribuições Fábio Faria dará ao valioso debate sobre a reforma política."

Leiam. Na íntegra:

O PMN indicou o deputado Fábio Faria (RN) para substituir Jaqueline Roriz (DF) na comissão que cuida da “reforma política” na Câmara.

Famoso pelas famosas que namora, Faria frequentou, em 2009, o escândalo das passagens áreas do Congresso.

Descobriu-se na época que o deputado lançara mão de fundos da Viúva para custear viagens estranhas à atividade parlamentar.

Com passagens custeadas pela Câmara, Kayky Brito, Sthefany Brito e Samara Felippo, personagens de novelas da TV Globo, foram ao samba.

A convite de Faria, os três participaram do Carnatal, o carnaval fora de época de Natal. Foram estrelas de um camarote do deputado.

Fábio Faria serviu-se da cota de passagens da Câmara também para emitir bilhetes, entre 2007 e 2008, em nome da ex-namorada Adriane Galisteu.

Mais: usufruiu das verbas do alheio para transportar, inclusive em vôos internacionais, a mãe e um amigo de Galisteu: Emma Galisteu e Cláudio Torelli.

Pilhado no contrapé, Faria alegou que Adriane Galisteu era sua “companheira” à época em que ocorreram os vôos.

Na ocasião, o deputado soltou uma nota. Disse no texto que uma de suas “prioridades” era “atuar com transparência e probidade”.

Transferiu a responsabilidade pelo malfeito aos assessores: “A questão relativa à emissão de passagens aéreas é uma atribuição administrativa...”

Uma atribuição “com a qual nunca lidei pessoalmente, deixando os detalhes dessa tarefa burocrática a cargo do corpo técnico de meu gabinete”.

Faria restituiu à Viúva R$ 21.343,60. A cifra referia-se à viagem de Kayky Brito, Sthefany Brito e Samara Felippo. Quanto ao resto –Galisteu e Cia.— nada.

O caso ardeu nas manchetes por algumas semanas, a Câmara alterou as regras de utilização das passagens e ninguém foi punido.

Devolvido à sua invisibilidade parlamentar, Faria retorna agora à cena como substituto da filha de Joaquim Roriz na comissão de reforma política.

Sabe-se que o deputado escolhe bem as companhias –acaba de sair de um namoro com Sabrina Sato.

Sabe-se também que nem sempre consegue atingir o objetivo de “atuar com transparência e probidade”.

Só não se sabe, por ora, que contribuições Fábio Faria dará ao valioso debate sobre a reforma política.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Mais 307 novas viaturas reforçam o policiamento ostensivo na Bahia

O governo estadual entregou nesta segunda-feira (22), na Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem), 307 viaturas às polícias Militar e Civil e ao Departamento de Polícia Técnica (DPT). Elas fazem parte da segunda etapa da renovação da frota, que até o final de março vai colocar nas ruas mais de 1.200 veículos, reforçando o policiamento ostensivo e as investigações criminais na capital e em outros 265 municípios baianos, como Gandu, Terra Nova, Amargosa e Teodoro Sampaio.

A entrega das viaturas integra a execução do Plano Estadual de Segurança Pública. “Estamos na segunda etapa de renovação da frota policial. Tivemos uma primeira, quando foram entregues 600 veículos. Motocicletas, carros-presídios, rabecões e até carros elétricos também vão reforçar nossas ações em toda a Bahia”, afirmou o secretário da Segurança Pública, César Nunes.

Para garantir um melhor gerenciamento da frota, as viaturas foram adquiridas, via licitação, por meio de locação. Assim, a locadora passa a ser responsável pela manutenção dos veículos, desonerando a SSP. Entre os modelos, estão Blazer, Gol, EcoSport, Ranger e Voyage, que serão utilizados, cada um, em ações específicas para inovar a atividade policial.

“São veículos que vão fazer frente à criminalidade, viabilizando melhores condições de trabalho aos policiais. Os EcoSports serão destinados ao programa Ronda nos Bairros, as Rangers para as companhias especializadas e as Blazers para o policiamento comunitário”, explicou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nilton Mascarenhas.

“A qualidade das viaturas dá ao policial uma motivação maior, já que são veículos dotados de ar-condicionado e direção hidráulica, que garantem conforto aos nossos servidores. Sem dúvida, teremos ações mais dinâmicas”, disse o delegado-geral da Polícia Civil, Joselito Bispo.

Investimentos em segurança pública crescem 20%

Nunes declarou que a entrega das 307 viaturas reflete a preocupação do governo com a modernização e o fortalecimento da infraestrutura voltada à segurança pública. Para isso, destacou o secretário, os recursos aplicados na área aumentaram em 20%, entre 2007 e 2009, subindo de R$ 1,6 bilhão para R$ 1,9 bilhão.
O governador Jaques Wagner observou que um estudo realizado no primeiro ano de sua gestão constatou a necessidade de uma operação de médio e longo prazo para resgatar a capacidade de trabalho de toda a equipe da SSP e, assim, oferecer um serviço à altura dos tempos modernos.

“A entrega das viaturas, hoje, é mais passo dentro de um conjunto de ações, como o Ronda nos Bairros, a reforma de delegacias, contratação de efetivo, aprimoramento dos sistemas de comunicação e inteligência da polícia, qualificação profissional, entre outras. Ninguém tem uma vara de condão ou um coelho na cartola para resolver da noite pro dia a questão da segurança”, ressaltou Wagner.

Além das ações citadas pelo governador, destaca-se a aplicação de recursos para a aquisição de 5.284 coletes balísticos, 1.205 armamentos (pistolas, metralhadoras e fuzis), 59.500 munições, instalação da Delegacia Digital e implantação do Sistema de Informação e Gestão Integrada Policial (Sigip) e do Sistema Tetra (telecomunicação digital via rádio, com localização GPS).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

PCC faz arrastão em condomínio de São Paulo, enquanto a polícia de José Serra persegue adversários políticos



Enquanto o governo José Serra (PSDB/SP) manda a polícia perseguir adversários políticos, e até policiais que criticam o governo em blog, a bandidagem faz a festa.

Cerca de dez homens fortemente armados (portanto com características da facção criminosa PCC) invadiram um condomínio residencial na Rua Coronel Oscar Porto (foto), na Vila Mariana, na Zona Sul da capital paulista, por volta da 1h deste sábado. Vários apartamentos foram roubados.

O porteiro foi rendido por dois homens que o obrigaram a abrir o portão para a entrada de dois carros. Logo depois, o grupo pegou as chaves e invadiu os apartamentos.

O crime foi registrada no 36º DP, onde três vítimas compareceram na manhã para relatar o que foi levado.

Ninguém foi preso.

Haiti prende estadunidenses que saíam do país com 33 crianças sem autorização

A BBC do Brasil informa que a polícia do Haiti prendeu, no sábado, dez cidadãos estadunidenses suspeitos de tentar levar para fora do país 33 crianças, entre 2 meses e 12 anos de idade, sem autorização.

Foram detidos na fronteira com a República Dominicana e, segundo um porta-voz do governo haitiano, não tinham nenhum documento provando que as crianças eram órfãs ou que eles tinham o direito de retirá-las do país.

O grupo pertence à ONG New Life Children's Refuge, com sede no Estado americano do Idaho. Em uma delegacia em Porto Príncipe, onde estão detidos, eles disseram à BBC que tinham a intenção de levar às crianças a um orfanato que montaram na República Dominicana.

Eles afirmaram ainda que a prisão é um erro e que eles achavam que tinham permissão para viajar para o país vizinho.

Adoção

O terremoto do último dia 12 matou até 200 mil pessoas e destruiu vários orfanatos no Haiti.

Muitas crianças ficaram órfãs e as autoridades já manifestaram a preocupação de que redes de tráfico se aproveitem da situação para levá-las para fora do país.

Diante disso, o governo impôs novos controles para a adoção dos órfãos do terremoto. Entre elas, está a exigência de uma autorização do Ministério de Assuntos Sociais para a saída de uma criança do Haiti.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Polícia paulista lembra a ditadura, prende adversários políticos, sem terras e planta flagrantes forjados

Um cerco da polícia civil de José Serra a acampamentos e assentamentos da Reforma Agrária na região de Iaras, no interior de São Paulo (região de Bauru), resultou, desde a última segunda-feira (25), na prisão de 9 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Entre os presos estão adversários políticos dos demo-tucanos na região: o ex-prefeito de Iaras, Edilson Grangeiro Xavier (PT), a vereadora Rose (Rosimeire Pan D'Arco de Almeida Serpa), também do PT, e o marido dela, Miguel da Luz Serpa.

Os mandados de busca, apreensão e prisão resultaram da ocupação promovida pelo MST no ano passado à fazenda Capim, que abrange os municípios de Iaras, Lençóis Paulista e Borebi.

Os sem terra denunciavam que a área, cuja posse é da União, vinha sendo utilizada ilegalmente há cinco anos pela Sucocítrico Cutrale para monocultura de laranja.

Forjar provas para criminalizar movimentos sociais

De acordo com relatos, além de prenderem militantes, os policiais cercaram casas e barracos, amedrontando as famílias, e também apreenderam pertences pessoais.

Os soldados também exigiram que os sem terras apresentassem notas fiscais e outros documentos. Na avaliação do integrante da Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares (Renap), Bruno de Oliveira Pregnolatto, que assessora as famílias, a polícia tenta, com isso, forjar provas contra os agricultores, induzindo que os objetos teriam sido roubados durante a ocupação às terras griladas pela Cutrale, no ano passado. "Eles querem produzir provas que não têm contra as famílias", acusa o advogado.

Para o integrante do MST, Delwek Matheus, o intuito é relacionar as atividades dos militantes do MST com ações criminosas, como roubo. "O objetivo é tentar criminalizar os militantes por meio de acusações de roubo. Querem associar ocupação a roubo".

Polícia de José Serra dá suporte político para grandes empresas na disputa por terras públicas

As prisões revelam, na avaliação de Matheus, também os instrumentos usados pelo agronegócio para manter seu domínio na região.

"Nessa disputa pelas terras públicas e pelo latifúndio na região, as empresas recorrem a meios como o Judiciário e a polícia", completa.

Segundo Pregnolatto, o esforço agora se concentra em libertar os sem terras presos.

"Vamos para lá [Fórum de Lençóis Paulistas, onde corre a ação] ter acesso aos processos e instrumentalizar os pedidos de habeas corpus no Tribunal de Justiça", afirma.

domingo, 20 de dezembro de 2009

PF encontra dinheiro 'marcado' na residência oficial de Arruda



A Polícia Federal encontrou nas dependências da Granja de Águas Claras, residência oficial do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (ex-DEM), dinheiro cuja série numérica é a mesma de um lote de cédulas apreendidas em duas empresas (Vertax e Adler) acusadas de bancar o esquema de corrupção que ficou conhecido como "mensalão do DEM". Em outro endereço, os investigadores descobriram com um ex-assessor de Arruda notas previamente marcadas com uma tinta invisível para identificar os destinatários da propina.

Em 11 de dezembro, quando foi deflagrada a Operação Caixa de Pandora, cédulas da série A3569 foram encontradas no gabinete de um assessor de Arruda, situado na residência oficial, e na sede das empresas Vertax e Adler, que mantêm contratos com o governo do Distrito Federal na área de informática e são apontadas como importantes fontes de abastecimento do esquema.

Na residência oficial, o dinheiro foi apreendido na sala de trabalho de Fábio Simão, então chefe de gabinete de Arruda. Homem de extrema confiança do governador, Simão foi demitido após a operação.

A informação consta de relatório encaminhado pela Polícia Federal ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o resultado das buscas realizadas no dia da operação. A descoberta reforça ainda mais as provas sobre os laços financeiros entre o grupo de Arruda e as empresas prestadoras de serviço. A suspeita é de que o dinheiro encontrado na residência oficial seja proveniente do caixa dessas empresas.

Tinta invisível

O mesmo relatório da PF contém outros dados que atestam a ligação entre o círculo íntimo do governador e as empresas apontadas como fornecedoras de propina ao esquema. O documento revela que parte da verba recebida das empresas e distribuída pelo ex-secretário Durval Barbosa, que se transformou no pivô do escândalo ao gravar e denunciar as negociatas, foi encontrada na casa de Domingos Lamoglia, ex-assessor pessoal de Arruda nomeado por ele como conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Novamente, nesse caso, é a Vertax que aparece como fonte do dinheiro. Segundo o relatório, as cédulas encontradas na residência de Lamoglia fazem parte de um lote de R$ 600 mil que Barbosa recebeu das empresas, a título de propina, para repassar a outros integrantes do governo.

Como Barbosa já estava colaborando com a investigação, as cédulas foram marcadas pela polícia com tinta invisível antes de serem passadas adiante. A estratégia dos investigadores era deixar que o dinheiro fosse distribuído aos integrantes do governo para, depois, na ação de busca e apreensão, identificar os destinatários da propina. Deu certo.

No caso do dinheiro apreendido na casa do conselheiro Lamoglia, as cédulas, de séries A2406, A2870, A2994 e A3027, integravam o pacote previamente marcado pelos investigadores. "A maior parte do dinheiro marcado veio exatamente da Vertax (R$ 100.000), e como já foram encontradas cédulas com a mesma numeração de série em ambos os lugares (Vertax/Lamoglia), fica evidenciada estreita ligação entre eles", diz trecho do relatório da PF.

A perícia nas cédulas apreendidas foi realizada pela Divisão de Contra Inteligência da PF. No dia seguinte à operação, num documento intitulado Relatório de Análise do Dinheiro Apreendido na Operação Caixa de Pandora, os investigadores já haviam mapeado as conexões entre os diferentes lotes de dinheiro. Os papéis foram remetidos ao STJ na última quarta-feira.

Lamoglia e Fábio Simão, o ocupante do escritório onde a polícia encontrou dinheiro na residência oficial, são figuras muito próximas do governador do DF. Além do cargo de chefe de gabinete, que ocupava até estourar o escândalo, Simão é vice-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e um dos responsáveis pela preparação de Brasília para sediar a Copa do Mundo de 2014.

Do Jornal Estado

sábado, 19 de dezembro de 2009

PF pede quebra de sigilo de envolvidos no mensalão do DEM

A Polícia Federal afirmou ter entregado nesta quarta-feira ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) relatório sobre o suposto esquema de mensalão que seria coordenado pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda. Ao encaminhar os dados para o STJ, os policiais federais pediram a quebra de sigilo de Arruda, dos parlamentares e empresários envolvidos no caso. De acordo com o STJ, o Ministério Público (MP), para quem os documentos será encaminhados, deverá dar parecer sobre o acesso, por exemplo, às informações bancárias dos investigados.
Os documentos entregues à Justiça, que já somam 98 páginas e 34 apensos, não trazem, no entanto, qualquer laudo sobre os vídeos em que Arruda e deputados distritais da base aliada aparecem recebendo maços de dinheiro. A PF solicitou, porém, que para não atrapalhar as investigações sejam mantidas em sigilo todas as informações analisadas a partir das diligências feitas no último dia 27.
As perícias sobre as imagens que comprovariam o esquema de corrupção ainda não foram concluídas e serão encaminhadas à Justiça à medida que os peritos policiais forem atestando a veracidade das imagens. Técnicos da Polícia Federal estão estimando, por exemplo, a quantia máxima de dinheiro que Arruda e cada parlamentar aparecem recebendo. A partir dessa projeção as investigações irão se desdobrar sobre se os valores declarados na campanha do governador à Justiça Eleitoral correspondem aos que aparecem nas imagens.
O ministro responsável pelo inquérito no STJ, Fernando Gonçalves, apenas assinou o recebimento das informações, mas deve abrir as caixas com todas as análises da PF somente nesta quinta.
O governador José Roberto Arruda, que pediu sua desfiliação do DEM na última semana às vésperas de poder ser expulso da legenda, é suspeito de coordenar a prática do mensalão em Brasília. Denunciado pelo então secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, o esquema é retratado em fitas de vídeo, sendo que, em uma delas, Arruda aparece em um vídeo recebendo maços de dinheiro.

Impeachment

Em uma manobra orquestrada pela base aliada, deputados da Câmara Legislativa do Distrito Federal votaram na madrugada desta terça-feira o orçamento para 2010 e, com isso, ganham fôlego nas análises dos processos de impeachment que tramitam contra o governador. A apreciação da peça orçamentária é condição para que os deputados possam entrar em recesso neste fim de ano.

Entenda o caso

O mensalão do governo do DF, cujos vídeos foram divulgados nas últimas semanas, é resultado das investigações da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. O esquema de desvio de recursos públicos envolvia empresas de tecnologia para o pagamento de propina a deputados da base aliada.
O governador José Roberto Arruda aparece em um dos vídeos recebendo maços de dinheiro. As imagens foram gravadas pelo ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, que, na condição de réu em 37 processos, denunciou o esquema por conta da delação premiada. Em pronunciamento oficial, Arruda afirmou que os recursos recebidos durante a campanha foram "regularmente registrados e contabilizados" .
As investigações da Operação Caixa de Pandora apontam indícios de que Arruda, assessores, deputados e empresários podem ter cometido os crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva e ativa, fraude em licitação, crime eleitoral e crime tributário.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

PF grava achaque de policiais do Denarc a traficantes

Grampos da Polícia Federal (PF) surpreenderam um suposto achaque feito por policiais civis que trabalhavam no Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc-SP) para libertar dois traficantes de drogas. O acerto envolveu o pagamento de R$ 195 mil em três parcelas a um delegado e três investigadores - o último dos investigados deixou o Denarc na semana passada.

O achaque teria ocorrido em 23 de outubro de 2007, quando Rogério Correia da Fonseca, Ana Cláudia de Souza e Cristiane Honório da Silva foram presos em flagrante pelos investigadores do Denarc com 59 quilos de cocaína em São Paulo. O que eles não sabiam é que os federais estavam investigando a mesma quadrilha. A PF vigiava a atuação de Lúcio de Oliveira Carobino, o Gordão, e verificou que seu pai, José Raimundo Carobino, e seu suposto sócio, Fabrício Gustavo Soares da Silva, o Quidão, teriam sido presos em companhia de Fonseca e das duas mulheres.

Todos teriam sido levados ao Denarc. Os grampos da PF mostrariam que Gordão, por intermédio de uma advogada chamada Célia e de um advogado chamado Jorge, "negociou a liberdade de seu pai, José Raimundo, e Quidão". O pagamento teve parcelas de R$ 20 mil, R$ 25 mil e R$ 150 mil. Em uma das ligações, a advogada Célia disse que faria a entrega do dinheiro para Roberto e André, do Denarc.

Em outra ligação, os traficantes comentaram a ação dos policiais, dizendo: "É, irmão, eles (os policiais corruptos) são pior que nós (traficantes) ". Levantamento dos números de telefones revelou que eles pertenciam a um investigador. Um terceiro celular flagrado nas negociações estava em nome de um homem, mas era usado pela advogada dos traficantes. José Carobino e Quidão foram soltos. Seus nomes não constaram nem mesmo do auto de prisão dos outros três acusados.

A PF enviou em março deste ano o caso ao Ministério Público Estadual. Na investigação do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), Ana Cláudia e Cristiane confirmaram que havia mais duas pessoas detidas no Denarc, mas "que estranhamente elas foram liberadas".

Os promotores do Gaeco investigaram também o patrimônio dos policiais civis suspeitos - a maioria trabalha hoje no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) - e verificaram que o delegado acusado e os três investigadores, segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), "possuem diversas empresas e bens". O Gaeco encaminhou o caso à Corregedoria da Polícia Civil para que seja aberto inquérito e ouvidos policiais, advogados, traficantes e as vítimas do achaque.

Do O Estado de S. Paulo.

sábado, 28 de novembro de 2009

PF conclui que Palácio dos Bandeirantes (SP) recebeu (US$ 45 mil de construtora


Enquanto o homem louco e a Folha sem escrúpulos, desviam atenção do lado de José Serra, e do mensalão do Arruda do DEM em Brasilia, a Polícia Federal afirmou hoje que construtora Camargo Correia fez doações ilegais para os tucanos em S.Paulo. Para felicidade de José Serra, a notícia, não teve repercussão. Assim como não teve repercussão a notícia das Notas frias, caixa dois e corrupção do Marconi Peillo candidato ao governo de Goias que foi acusado na quinta - feira (26) de improbidade pela Promotoria (MPF).

A Polícia Federal concluiu a segunda fase da Operação Castelo de Areia e apontou em um relatório com base em laudos produzidos pelo Instituto Nacional de Criminalística, obras com sobreço foram executada: A construção do trecho sul do Rodoanel Mário Covas é uma das obras que passaram a ser investigadas na segunda fase da operação.

A primeira etapa teve como foco crimes de lavagem de dinheiro e remessa ilegal de dólares para o exterior cometidos por executivos da empresa- quatro diretores já foram denunciados à Justiça.

Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" publicada ontem , o delegado da PF Otavio Margornari Russo anexou ao relatório documento que cita 208 obras e contratos da Camargo Corrêa entre 1995 e 1998 e relaciona supostos repasses em favor de políticos e servidores.

Um deles é o secretário municipal de São Paulo Walter Feldman (PSDB-SP), que aparece associado a US$ 5.000 mensais de janeiro a dezembro de 1996 e a outros US$ 20 mil, de 1998.

Há ainda referências a "Palácio Band"(Palácio dos Bandeirantes é a sede do governo Paulista do PSDB) (US$ 45 mil em 1996), ao chefe da Casa Civil paulista, Aloysio Nunes Ferreira (US$ 15.780 em 1998), ao ex-senador Gilberto Miranda (US$ 50 mil em 1995), à Companhia Energética de São Paulo (US$ 2.389.927 em 1997) e às siglas PMDB, PFL (DEM), PSDB, PPB (PP) e PTB.

Polícia Federal apreende R$ 700 mil com o governador do DEM


Aproximadamente 150 agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira em empresas, residências e gabinetes de deputados distritais e apreenderam, ao todo, R$ 700 mil em dinheiro. A Operação Caixa de Pandora apreendeu ainda computadores, documentos e mídias.

A operação da PF apura um esquema de propina à "base aliada" do governo de José Roberto Arruda (DEM). O secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa, foi o colaborador da investigação e gravou uma conversa em que o governador apareceria negociando com ele o destino de R$ 400 mil.Durval Barbosa, pediu garantia de vida e está no programa de segurança a testemunha da PF

Em outro trecho, segundo o despacho do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que determinou as buscas e apreensões, consta a informação de que o dinheiro seria dividido entre deputados distritais da "base aliada".

São investigados os deputados distritais Eurides Brito (PMDB), Rogério Ulisses (PSB), Pedro do Ovo (PRP) e o presidente da Câmara Legislativa do DF, Leonardo Prudente (DEM). Algumas empresas do DF também fazem parte da investigação e foram realizadas buscas em suas sedes.

As empresas prestariam serviço ao GDF e ajudariam a compor o bolo da verba que seria distribuída a deputados. "Repassam ao esquema criminoso os R$ 600 mil que estão sendo rastreados pela Polícia Federal, sendo necessário saber se estas empresas têm em seus arquivos ou em suas dependências documentos, anotações e registros contábeis paralelos relacionados com a apuração", diz o despacho.

Além das empresas, três pessoas físicas são citadas por Durval Barbosa como as que teriam repassado ao esquema parte dos R$ 600 mil rastreados. Entre elas está o secretário de educação do DF, José Luiz Vieira Valente, que teria recebido R$ 60 mil de uma das empresas investigada para compor o montante de dinheiro.

Governador afasta secretário que ajudou investigação no DF

O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), exonerou hoje o secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa. O secretário fez escutas de Arruda (DEM) oferecendo propina para parlamentares da base aliada na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A PF informou que, além dos R$ 700 mil apreendidos nas buscas cumpridas hoje na casa do governador Arruda, foram encontrados ainda US$ 30 mil e 5 mil euros.

Secretário grava governador José Roberto Arruda (DEM) do DF e PF investiga esquema de propina

O secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, gravou uma fita de vídeo, anexada ao inquérito pela Polícia Federal, na qual o governador de Brasília, José Roberto Arruda, recebe uma suposta propina de R$ 400 mil.

As apurações da PF, segundo cópia do inquérito obtida pelo iG, chegaram a um desvio R$ 60 milhões em obras, licitações e contratos de informática de diversas secretarias do goverrno do Distrito Federal.

Barbosa foi um dos principais colaboradores da Operação Caixa de Pandora, realizada na manhã desta sexta-feira pela Polícia Federal.

Vários agentes da Diretoria de Inteligência da PF cumpriram mandado de busca e apreensão na residência oficial do governador José Roberto Arruda do DEM, em secretarias do governo e em gabinetes de deputados na Câmara Legislativa.

Durval colaborou com a PF gravando escutas ambiente e vídeos de membros do governo e deputados distritais discutindo sobre a partilha de propina.

A história sobre a existência desse vídeo circulava por Brasília há algumas semanas. Segundo a reportagem do iG apurou, Durval atuou como colaborador em troca de abrandamento da pena. Durval Barbosa já trabalhou para o ex-governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz, adversário político de José Roberto Arruda e que também esteve sob investigação.

Arruda, eleito governador do Distrito Federal pelo DEM em 2006 e cotado como um dos possíveis candidatos a vice-presidente na chapa do tucano José Serra, é um dos alvos do inquérito, presidido pelo ministro Fernando Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça. Ele expediu os mandados de busca e apreensão – não houve, até o momento, nenhum pedido de prisão.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

PF faz busca em gabinetes de quatro deputados do DF

A Polícia Federal de Brasília deflagrou nesta sexta-feira (27) uma operação batizada como Caixa de Pandora para cumprir mandados de busca e apreensão na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Segundo a assessoria da PF, os mandados foram expedidos pelo Ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Fernando Gonçalves.

Após cinco horas de busca e apreensão na Câmara Legislativa do Distrito Federal, a Polícia Federal apreendeu um malote com documentos na Casa Legislativa.

A PF cumpre nesta sexta-feira mandados na Câmara, mas não há detalhes da operação, batizada de Caixa de Pandora, porque ela corre sob segredo de Justiça. A Polícia Federal informou, no entanto, que não há mandados de prisão.

Informações iniciais indicam que a polícia investiga o suposto crime de fraude em licitações. As investigações teriam sido iniciadas pela Polícia Civil e, posteriormente, repassadas à Polícia Federal.

Os mandados de busca e apreensão foram determinados pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).

A Folha Online apurou que as buscas ocorreram nos gabinetes do presidente da Casa, Leonardo Prudente (DEM), da líder do governo, Eurides Britto (PMDB), e do presidente da CCJ, Rogério Ulysses (PSB).

As buscam teriam ocorrido também na residência do secretário-chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, do secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, do assessor de imprensa do governo do DF, Omézio Pontes, do novo chefe de gabinete da Governadoria, Fábio Simão, do secretário de Educação, José Luiz Valente, e do suplente Pedro do Ovo (PRP).

Agentes da PF teriam passado ainda na Residência Oficial de Águas Claras. O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), convocou uma reunião de emergência na residência oficial após a saída da PF.

A assessoria da presidência da Câmara informou que não irá comentar a operação, mas que Leonardo Prudente autorizou que a PF entrasse no gabinete da presidência, além de seu gabinete pessoal.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Esquema de propina envolve ROTA TRANSPORTES


Lomanto Neto , ex-Diretor da AGERBA (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicação da Bahia, e Paulo Carletto, um dos sócios da ROTA TRANSPORTES, estão presos, acusados no esquema de propina para relaxar a fiscalização de empresas.
Prepostos da AGERBA eram deslocados para fiscalizar o transporte alternativo (kombis e vans) e alegavam falta de equipe para também fiscalizar as empresas de ônibus.
Ded acordo com informações iniciais, o esquema envolvia também fraude em licitações de linhas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

OPERAÇÃO EXPRESSO PRENDEU SETE PESSOAS

Depois de quase cinco meses de investigações, a Secretaria de Segurança Pública deflagrou nesta terça-feira (24) a Operação Expresso, que prendeu sete pessoas: o ex-diretor da Agerba, Antonio Lomanto Netto, o ex-diretor-geral da Agerba Zilan da Costa e Silva Moura, o diretor da empresa Rota, Paulo Carletto e advogada Ana Luzia Velanes, o presidente da Associação das Empresas de Transporte Coletivos Rodoviário da Bahia, Dércio Barros, e os donos das empresas Planeta, José Antonio Marques Ribeiro, e da Catuense, Ana Penas Pinheiro. Elas são suspeitas de envolvimento na transferência ilegal de concessões de linhas de uma empresa para outra, mediante o pagamento de R$ 400 mil em propinas. O secretário de Segurança do Estado, César Nunes, explicou durante coletiva concedida, na tarde desta terça-feira, na SSP, que a Operação Expresso, coordenada pelo delegado Marcelo Sanfront, cumpriu sete mandados de prisão, sendo cinco em Salvador e dois em Itabuna, e 16 mandados de busca e apreensão, 12 deles em Salvador e outros quatro em Itabuna. César Nunes disse também que a investigação partiu de denúncias de corrupção na concessão de linhas de ônibus intermunicipais, o que, segundo ele, só pode ser feito mediante licitação pública.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Polícia Federal vai investigar e-mail apócrifo contra Dilma

Mensagem falsa associa ministra a homicídios cometidos na ditadura
Um e-mail apócrifo, com ampla circulação, atribui erradamente à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, participação em cinco homicídios cometidos na ditadura militar (1964-1985) por grupos guerrilheiros aos quais ela nunca pertenceu. Um ocorreu quando ela já estava presa. A mensagem reproduz suposta ficha de Dilma nos órgãos de repressão, já publicada na imprensa, que a ministra, após submeter à perícia, disse ser uma montagem. O original não foi encontrado.
Curiosamente, o e-mail reproduz foto de um dos chefes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), o ex-capitão Carlos Lamarca, aos 17 anos, como sendo do tenente Alberto Mendes Júnior, morto pelo ex-militar e seu grupo a coronhadas em 1970. Também há exortações contra o "comunismo".
"Acho que guerra de argumentos é legítima, mas, quando entra nesse grau de calúnia, a providência é a mesma das outras calúnias", disse o presidente do PT, Ricardo Berzoini, afirmando ter pedido a especialistas do partido que identifiquem a origem da mensagem. Seu objetivo é denunciar o caso à Polícia Federal, por crimes de injúria, calúnia e difamação, e processar os responsáveis. "Tem o agravante do anonimato."
Berzoini recebeu o e-mail na quinta-feira e comunicou o fato a Dilma. "A gente sabe que isso tem alcance limitado, a maioria da pessoas identifica como tentativa de jogo baixo. Mas é nossa obrigação localizar."
O e-mail tem descrições e fotos dos homicídios, com os dizeres: "Assassinado pelo grupo terrorista de Dilma." A "ficha" diz que a ministra participou do roubo do cofre de Adhemar de Barros, em 1969, mas nem o site Terror Nunca Mais, de militares da reserva, a relaciona como autora do assalto. "E ela quer ser candidata a presidente do Brasil... Acorda, povo", diz.
Dilma entrou para a luta armada em 1967, pelo Comando de Libertação Nacional (Colina). Em 1969, o Colina fundiu-se com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), formando a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Esse grupo rachou em 1969, levando à reconstituição da VPR. Dilma ficou na VAR-Palmares, onde foi presa, em 1970. Foi libertada em janeiro de 1973. Em 1979, foi anistiada.

Mortos

Os dois primeiros homicídios citados no e-mail, do jornalista Régis Carvalho e do almirante reformado Nelson Gomes, ocorreram antes do surgimento do Colina e da VAR-Palmares. Nos outros três homicídios citados, não há indício de participação de Dilma ou das organizações às quais pertenceu..

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CARRO DE PREFEITO MATA SOLDADO DA PM

O soldado da Polícia MIlitar José Ricardo de Oliveira Nepomuceno, de 42 anos, morreu ontem na BA-001, na Ilha de Itaparica, em um acidente envolvendo uma caminhonete que prestava serviço à Embasa e um carro do prefeito de Valença, Ramiro José Queiroz. Oliveira, que era lotado na 5ª Companhia Independente da PM (Vera Cruz) conduzia uma moto Honda quando colidiu com a caminhonete, guiada por Everaldo Matos Café. Ao cair, o soldado foi atropelado pelo Fiat Palio. Segundo o sargento José Carlos dos Santos, o Palio estava em alta velocidade e o condutor fugiu. O prefeito admitiu ser dono do carro, mas disse desconhecer as circunstâncias do acidente.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

SEQUESTRO



Esta garotinha foi seqüestrada na Praia do Engenho, litoral norte de SP, ao lado de Barra do Una. Quem tiver qualquer informação, ligue para os contatos abaixo:

Informações:
Disque Denúncia > 0800 15 63 15 ou

DEIC / DIVISÃO ANTI - SEQÜESTRO

> (11)3823-5867 ou 3823-5868

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Trinta e oito novos municípios passam a ter delegados de polícia

As designações de 38 dos 44 novos delegados de polícia que vão assumir a titularidade de unidades da Polícia Civil no interior do Estado foram publicadas na edição do Diário Oficial do último fim de semana. O restante das designações será publicado nos próximos dias, segundo informou, nesta terça-feira (10), o diretor do Departamento de Polícia do Interior, delegado Bernardino Brito Filho.

A partir desta semana, passam a contar com delegados os municípios baianos de Pintadas, Itatim, Pau Brasil, Santa Inês, Santa Rita de Cássia, Ibirapitanga, Wanderley, Macajuba, Iraquara, Palmeiras, Souto Soares, Barra do Mendes, Bonito, Canarana, Lapão, Queimadas, Gavião, Piritiba, Várzea do Poço, Barra da Estiva, Ibicoara, Maetinga, Tanhaçu, Nova Canaã, Igaporã, Malhada, Santa Cruz Cabrália, Itabela, Itagimirim, Macaúbas, Paratinga, Riacho de Santana, Banzaê, Nova Soure, Quijingue, Canápolis, Jaborandi e Serra Dourada.

Na quinta-feira passada, os 44 delegados nomeados recentemente pelo Governo do Estado receberam suas identidades funcionais e os distintivos policiais no auditório da Polícia Civil, na Praça da Piedade. Os documentos aos novos profissionais de polícia foram entregues pelo delegado geral, Joselito Bispo da Silva.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Operação Plástico desmonta esquema de sonegação fiscal

Sete pessoas foram detidas, na madrugada desta quinta-feira (5), durante a “Operação Plástico”, deflagrada simultaneamente em Salvador, Barreiras e Vitória da Conquista, pelas secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz) e da Segurança Pública, por meio da Delegacia de Crimes Econômicos contra a Administração Pública (Dececap), e o Ministério Público. A ação aconteceu também nos estados de Sergipe e Santa Catarina.
Todos os detidos, dois deles em Salvador, estão envolvidos em uma quadrilha de sonegação fiscal, responsável pelo prejuízo financeiro inicial de R$ 30 milhões aos cofres públicos. Os acusados praticavam o golpe milionário por intermédio da empresa catarinense TAF Indústria de Plásticos Ltda., com filiais na Bahia.
A delegada responsável pelo caso, Débora Pereira, explicou que a empresa atuava nos ramos de produção e comercialização de caixas plásticas protetoras de medidores de energia elétrica, praticando subfaturamento na proporção de 30% de impostos tributados e 70% sonegados. Também efetuava vendas sem nota fiscal e utilizava de interposição de laranjas (familiares, funcionários) no esquema criminoso.
No total, além das sete prisões efetuadas, foram realizados 10 mandatos de busca e apreensão. “A operação foi um sucesso absoluto. Todos os alvos foram atingidos. Agora, seguiremos com o processo padrão de inquérito para desmanchar a quadrilha e recuperar os ativos perdidos pelo estado”, explicou a delegada, reforçando que as provas coletadas “certamente serão suficientes para comprovar todas as suspeitas que, há seis meses, estão sob investigação intensificada”.
Na capital baiana foram presos os suspeitos Gilnei Silva do Nascimento, 44 anos, representante comercial da TAF, e a secretária Maria de Fátima Almeida Santos. Em Santa Catarina, os irmãos Fernando, Fábio e Alexandre de Carvalho Ferreira, proprietários da empresa principal do grupo. Já em Sergipe, a operação prendeu Antônio Romário e Galmar de Souza, proprietários da filial Metal Plástico.
O secretário da Segurança Pública, César Nunes, ressaltou que a ação contra empresas sonegadoras do fisco baiano será intensificada. “E não vamos ficar apenas na parte fiscal. Nossa parte corresponde também a criminal, ou seja, queremos apenar estas pessoas que sonegaram o fisco e lesaram o Governo do Estado da Bahia”.

Argentino assassinado no Morro de São Paulo

Dois dias após assalto a uma Pousada de propriedade de um francês em Cacha Prego, na Ilha de Itaparica, inclusive com o saldo de um turista, também francês ferido gravemente, uma nova notícia de crime cometido contra estrangeiros ecoa na região. Desta vez, a vítima foi Leonardo Oscar Vasquez, 43 anos, argentino, que residia no bairro do Zimbo em Morro de São Paulo, assassinado com arma branca. A Polícia prendeu uma jovem de pré-nome Ivonete, suspeita de participação no crime. O consulado da Argentina está em contato com as autoridades policiais de Cairu para a remoção do corpo.