Mostrando postagens com marcador emprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador emprego. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Emprego bate novo recorde na construção
O nível de emprego na construção civil brasileira registrou novo recorde no mês de outubro, com total de 2,327 milhões de trabalhadores com carteira assinada, conforme levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mês de outubro, foram contratados 30,6 mil trabalhadores, 1,34% a mais que em setembro. O número de contratações no ano somou 242,6 mil.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Maior mina de níquel da AL será inaugurada na sexta-feira
A Bahia ganha na próxima sexta-feira (4), a maior mina de níquel descoberta nos últimos dez anos na América Latina. Trata-se da Mirabela Mineração do Brasil Ltda, que investiu US$ 450 milhões na unidade produtora que vai explorar o minério no município de Itagibá, município baiano a 8 km de Ipiaú e 204 km de Salvador. Para a implantação do projeto foram gerados mais de 3 mil empregos e, agora na fase final, pelo menos 250 pessoas da região serão contratadas. A inauguração contará com a presença do governador Jaques Wagner e de outras autoridades.
A estimativa é de que sejam produzidas 4,6 milhões de toneladas de minério por ano, o que representa, inicialmente, a produção de cerca de 150 mil toneladas de concentrado/ano, com 13% de níquel. Metade da produção anual de concentrado será exportada para a Finlândia pelo porto de Ilhéus e a outra metade servirá às unidades da Votorantin em Minas e Ceará, que se responsabilizará pela logística de retirada e envio do produto.
A chegada da unidade da Mirabela vai transformar a economia da região que compreende os municípios de Itagiba, Ipiaú, Ubatã, Gongoji, Jitaúna, Barra do Rocha e Ibirataia. São esperados novos hotéis, restaurantes, bares e um incremento nas atividades sócio-culturais nestas cidades.
Com uma extensão de 2 quilômetros e uma profundidade aproximada de 500 metros, a mina tinha uma vida útil prevista para 20 anos, mas, com novas pesquisas, poderá chegar a 40 anos. Além da infraestrutura em Itagiba, a Mirabela investiu mais US$ 30 milhões na instalação de escritório e área de armazenamento em Ipiaú.
Os direitos minerários da mina são da CBPM – Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, que receberá 2,51% de royalties da receita sobre o concentrado. Com isso, a empresa se tornará autosuficiente em investimento a partir de 2011.
A estimativa é de que sejam produzidas 4,6 milhões de toneladas de minério por ano, o que representa, inicialmente, a produção de cerca de 150 mil toneladas de concentrado/ano, com 13% de níquel. Metade da produção anual de concentrado será exportada para a Finlândia pelo porto de Ilhéus e a outra metade servirá às unidades da Votorantin em Minas e Ceará, que se responsabilizará pela logística de retirada e envio do produto.
A chegada da unidade da Mirabela vai transformar a economia da região que compreende os municípios de Itagiba, Ipiaú, Ubatã, Gongoji, Jitaúna, Barra do Rocha e Ibirataia. São esperados novos hotéis, restaurantes, bares e um incremento nas atividades sócio-culturais nestas cidades.
Com uma extensão de 2 quilômetros e uma profundidade aproximada de 500 metros, a mina tinha uma vida útil prevista para 20 anos, mas, com novas pesquisas, poderá chegar a 40 anos. Além da infraestrutura em Itagiba, a Mirabela investiu mais US$ 30 milhões na instalação de escritório e área de armazenamento em Ipiaú.
Os direitos minerários da mina são da CBPM – Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, que receberá 2,51% de royalties da receita sobre o concentrado. Com isso, a empresa se tornará autosuficiente em investimento a partir de 2011.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Brasil registra criação de mais de 1 milhão de empregos em 2009
O ministro Carlos Lupi (Trabalho) anunciou nesta segunda-feira que já foram criados, este ano, mais de 1 milhão de empregos formais. O saldo superou as metas do governo. Ao longo de 2008, foram geradas 1,452 milhão de vagas
Ele antecipou dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) relativos a outubro, que serão divulgados nos próximos dias, que indicam que no acumulado de janeiro outubro, o número de novos empregos já superou a meta traçada por ele para este ano.
Lupi lembrou que poucos acreditavam na sua previsão, em meio à recuperação do país após a crise. Em dezembro, o país chegou a registrar perda de 654 mil empregos, recorde em dez anos, pelo números do Caged.
"Acharam que eu era maluco, os pessimistas não acreditavam. Mas os números estão aí e provam que minha previsão estava certa", afirmou, ao participar da abertura da Fenashore, em Niterói, região metropolitana do Rio.
O ministro acrescentou que o país já vê a crise pelo retrovisor. "Crise é coisa de gringo", comentou.
Em setembro, houve a criação de 252.617 empregos. No ano, o saldo de empregos está em 932.651 postos, até setembro, superando as mais de 800 mil vagas fechadas entre novembro e janeiro, por conta da crise econômica.
Ele antecipou dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) relativos a outubro, que serão divulgados nos próximos dias, que indicam que no acumulado de janeiro outubro, o número de novos empregos já superou a meta traçada por ele para este ano.
Lupi lembrou que poucos acreditavam na sua previsão, em meio à recuperação do país após a crise. Em dezembro, o país chegou a registrar perda de 654 mil empregos, recorde em dez anos, pelo números do Caged.
"Acharam que eu era maluco, os pessimistas não acreditavam. Mas os números estão aí e provam que minha previsão estava certa", afirmou, ao participar da abertura da Fenashore, em Niterói, região metropolitana do Rio.
O ministro acrescentou que o país já vê a crise pelo retrovisor. "Crise é coisa de gringo", comentou.
Em setembro, houve a criação de 252.617 empregos. No ano, o saldo de empregos está em 932.651 postos, até setembro, superando as mais de 800 mil vagas fechadas entre novembro e janeiro, por conta da crise econômica.
domingo, 8 de novembro de 2009
SineBahia bate recorde e coloca 6.110 trabalhadores no mercado em outubro
Com 6.110 trabalhadores colocados no mercado de trabalho em todo o estado no mês de outubro, o que corresponde a um crescimento de 22,1 % comparado com igual período do ano passado, mais uma vez, o Serviço de Intermediação de Mão-de-Obra da Bahia (SineBahia) bate recorde de desempenho.
O número de vagas conquistadas pelo sistema apresentou um crescimento de 42,4%, ou seja, 13.893 contra 9.764 do ano passado. Outro destaque foi o crescimento de 36,5% no encaminhamento dos trabalhadores ao mercado, que correspondeu a 33.936 pessoas, contra 24.858, em 2008.
Em Salvador, comparando os mesmos períodos, o desempenho do SineBahia foi também positivo. O número de colocados cresceu 20,6%, com 1.453 trabalhadores empregados com carteira assinada, contra 1.264 de outubro do ano passado; os encaminhamentos cresceram 44,9 %, ou seja, 12.428 contra 4.080 de 2008. As vagas cresceram 19,1%, totalizando 5.170, contra 4.341, também em comparação ao ano passado.
Esta boa performance confirma o esforço do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em colocar mais e mais trabalhadores com carteira assinada no mercado interno.
Inovação
Atuando com uma nova metodologia desde a inauguração da sua unidade central em Salvador, o SineBahia implantou um serviço de Psicologia que atua em grandes processos de pré-seleção na capital e no interior, ampliou o número de consultores na captação de vagas e intensificou os programas de qualificação.
Hoje, o sistema de intermediação de mão-de-obra do Estado funciona em 119 unidades por 105 municípios baianos. Na capital, além da Unidade central na avenida ACM, Edifício Torres do Iguatemi, existem as unidades dos postos dos SACs dos shoppings Iguatemi, Barra e Salvador e nos bairros do Comércio, Liberdade, Cajazeiras, Periperi, Pernambués e Pau da Lima.
O número de vagas conquistadas pelo sistema apresentou um crescimento de 42,4%, ou seja, 13.893 contra 9.764 do ano passado. Outro destaque foi o crescimento de 36,5% no encaminhamento dos trabalhadores ao mercado, que correspondeu a 33.936 pessoas, contra 24.858, em 2008.
Em Salvador, comparando os mesmos períodos, o desempenho do SineBahia foi também positivo. O número de colocados cresceu 20,6%, com 1.453 trabalhadores empregados com carteira assinada, contra 1.264 de outubro do ano passado; os encaminhamentos cresceram 44,9 %, ou seja, 12.428 contra 4.080 de 2008. As vagas cresceram 19,1%, totalizando 5.170, contra 4.341, também em comparação ao ano passado.
Esta boa performance confirma o esforço do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), em colocar mais e mais trabalhadores com carteira assinada no mercado interno.
Inovação
Atuando com uma nova metodologia desde a inauguração da sua unidade central em Salvador, o SineBahia implantou um serviço de Psicologia que atua em grandes processos de pré-seleção na capital e no interior, ampliou o número de consultores na captação de vagas e intensificou os programas de qualificação.
Hoje, o sistema de intermediação de mão-de-obra do Estado funciona em 119 unidades por 105 municípios baianos. Na capital, além da Unidade central na avenida ACM, Edifício Torres do Iguatemi, existem as unidades dos postos dos SACs dos shoppings Iguatemi, Barra e Salvador e nos bairros do Comércio, Liberdade, Cajazeiras, Periperi, Pernambués e Pau da Lima.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Desemprego diminui pelo quarto mês consecutivo na RMS
O desemprego reduziu pelo quarto mês consecutivo na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A taxa da População Economicamente Ativa (PEA) que, em agosto, foi de 20%, passou para 19,4%, no mês de setembro. O desemprego aberto recuou de 12,8% para 12,0%, e o desemprego oculto aumentou de 7,2% para 7,4%, no mesmo período.
Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED/RMS), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), em parceria com o Dieese, a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esportes (Setre) e a Fundação Seade.
Na RMS, o mês de setembro apresentou a menor taxa de desemprego já registrada desde o início da série histórica da PED/RMS, iniciada em dezembro de 1996. No conjunto das regiões pesquisadas, apenas Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre tiveram redução do desemprego, enquanto São Paulo, Recife e Distrito Federal mantiveram-se relativamente estável.
O fator que mais contribuiu para a diminuição da taxa de desemprego, em Salvador, foi o aumento da ocupação. Em setembro, a RMS teve uma expansão do nível ocupacional de 0,8%, com a criação de 12 mil postos de trabalho. A região apresentou um total de 1.480 mil trabalhadores.
No conjunto das seis regiões abordadas pela PED - Salvador, São Paulo, Distrito Federal, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre -, a taxa de desemprego permaneceu relativamente estável, passando de 14,6%, em agosto, para os atuais 14,4%.
A região que teve o maior crescimento no nível de ocupação foi o Distrito Federal (1,5%), seguido de Salvador (0,8%) e Belo Horizonte (0,8%). Já em Porto Alegre e Recife, a ocupação permaneceu relativamente estável, com 0,1% e variou negativamente em São Paulo (-0,4%).
Ainda na RMS, o número de desempregados foi calculado em 356 mil indivíduos. Este resultado deve-se à criação de 12 mil postos de trabalho e a redução do número pessoas que passaram a fazer parte da PEA - mil indivíduos. Desta forma, um total de 11 mil pessoas saiu do contingente de desempregados. A taxa de participação passou de 58,3% para 58,2% da População em Idade Ativa (PIA).
Serviços e Comércio colaboraram para crescimento
Em relação aos setores de ocupação, no mês de setembro, aqueles que mais colaboraram para o crescimento foram Serviços, com 13 mil postos (1,5%), Comércio, com três mil ocupações (1,2%), e Outros Setores, que abrange os serviços domésticos e outras atividades, com duas mil vagas (1,5%). O setor de Construção Civil manteve-se estabilizado e a Indústria reduziu o número de ocupações em dois mil postos (1,7%).
O trabalho assalariado apresentou um acréscimo de 0,6%, o que significa um incremento de seis mil postos, resultado do aumento do contingente de trabalhadores no setor privado, em 1,6% (mais 12 mil pessoas), e da redução do setor público, em 2,8% (menos seis mil vagas).
No setor privado, o contingente de trabalhadores celetistas cresceu 0,8% (cinco mil), e sem carteira, 5,3% (sete mil). Aumentou o número de autônomos (três mil pessoas), de donos de negócios familiares (duas mil), e de trabalhadores domésticos (mil indivíduos).
Em agosto, o rendimento médio real elevou-se para os ocupados (0,5%) e para os assalariados (0,6%). Os valores desses rendimentos foram estimados em R$ 971 e R$ 1.077, respectivamente.
O rendimento médio real dos ocupados aumentou 2,3%, em São Paulo (passando a valer R$ 1.280), 0,7%, em Porto Alegre (R$ 1.235) e 0,6%, em Salvador (R$ 972). Praticamente não variou em Belo Horizonte, com 0,1% (R$ 1.222) e diminuiu em Recife, com 2,2% (R$ 722) e no Distrito Federal, com 0,6%, (R$ 1.827).
Em 12 meses 9 mil pessoas saíram do desemprego
A Região Metropolitana de Salvador obteve uma redução de 1,5% na taxa de desemprego nos últimos 12 meses, período em que nove mil pessoas saíram do contingente de desempregados na RMS. Na comparação entre setembro de 2009 e o mesmo período de 2008, a taxa passou de 19,7% para atuais 19,4% da PEA. Esse resultado refletiu os decréscimos do desemprego aberto, que passou de 12,2% para 12,0%, e de desemprego oculto, de 7,5% para 7,4%. No conjunto das regiões pesquisadas, a taxa de desemprego cresceu ligeiramente ao passar de 14,1%, para 14,4%, no mês atual.
A diminuição do desemprego nos últimos 12 meses, pode ser explicada pelo decréscimo em 15 mil indivíduos da População Economicamente Ativa (PEA) e pela redução em seis mil ocupações. Neste espaço de tempo, o contingente de trabalhadores reduziu de 1.486 mil pessoas para 1.480 mil e a taxa de participação retraiu-se de 60,3% para os atuais 58,2%.
No período, o nível de ocupação diminuiu (1,1%), em Belo Horizonte, (0,8%), em São Paulo e (0,4%), em Salvador. Permaneceu relativamente estável em Porto Alegre (-0,1%) e cresceu 4,1%, no Distrito Federal, e 1,6%, em Recife.
No período de 12 meses, os setores que mais colaboraram para o aumento do nível ocupacional na RMS foram, Comércio, com 20 mil empregos (8,7%) e a Construção Civil, com 10 mil postos (11,8%).
Aqueles que eliminaram postos de trabalho foram Serviços, com menos 11 mil ocupações (-1,2%), Indústria, com 12 mil postos (-9,5%) e no agregado Outros Setores, que inclui os serviços domésticos e outras atividades, 13 mil vagas (-9,2%).
O contingente de trabalhadores assalariados aumentou em 0,8%, com absorção de mais de oito mil pessoas, resultado da criação de três mil vagas no setor privado, e de cinco mil, no setor público.
Especificamente no setor privado, houve aumento de 22 mil postos de trabalho celetistas e redução de 19 mil ocupações entre os sem carteira. O contingente de autônomos aumentou em nove mil indivíduos, enquanto o número de domésticos reduziu em 12 mil e o do agregado Outros Serviços, em 11 mil. Entre agosto de 2009 e de 2008, o rendimento médio real, na RMS, diminuiu para a população ocupada (0,8%) e, em maior proporção, para a assalariada (1,2%).
No conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados cresceram 1,3% e 2,8%, respectivamente. No caso dos ocupados, este resultado refletiu os aumentos registrados em Belo Horizonte (3,2%), Porto Alegre (2,5%), Distrito Federal (1,7%) e São Paulo (1,5%), que compensaram as reduções verificadas em Recife (5,9%) e Salvador (0,7%).
Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED/RMS), realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), em parceria com o Dieese, a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esportes (Setre) e a Fundação Seade.
Na RMS, o mês de setembro apresentou a menor taxa de desemprego já registrada desde o início da série histórica da PED/RMS, iniciada em dezembro de 1996. No conjunto das regiões pesquisadas, apenas Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre tiveram redução do desemprego, enquanto São Paulo, Recife e Distrito Federal mantiveram-se relativamente estável.
O fator que mais contribuiu para a diminuição da taxa de desemprego, em Salvador, foi o aumento da ocupação. Em setembro, a RMS teve uma expansão do nível ocupacional de 0,8%, com a criação de 12 mil postos de trabalho. A região apresentou um total de 1.480 mil trabalhadores.
No conjunto das seis regiões abordadas pela PED - Salvador, São Paulo, Distrito Federal, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre -, a taxa de desemprego permaneceu relativamente estável, passando de 14,6%, em agosto, para os atuais 14,4%.
A região que teve o maior crescimento no nível de ocupação foi o Distrito Federal (1,5%), seguido de Salvador (0,8%) e Belo Horizonte (0,8%). Já em Porto Alegre e Recife, a ocupação permaneceu relativamente estável, com 0,1% e variou negativamente em São Paulo (-0,4%).
Ainda na RMS, o número de desempregados foi calculado em 356 mil indivíduos. Este resultado deve-se à criação de 12 mil postos de trabalho e a redução do número pessoas que passaram a fazer parte da PEA - mil indivíduos. Desta forma, um total de 11 mil pessoas saiu do contingente de desempregados. A taxa de participação passou de 58,3% para 58,2% da População em Idade Ativa (PIA).
Serviços e Comércio colaboraram para crescimento
Em relação aos setores de ocupação, no mês de setembro, aqueles que mais colaboraram para o crescimento foram Serviços, com 13 mil postos (1,5%), Comércio, com três mil ocupações (1,2%), e Outros Setores, que abrange os serviços domésticos e outras atividades, com duas mil vagas (1,5%). O setor de Construção Civil manteve-se estabilizado e a Indústria reduziu o número de ocupações em dois mil postos (1,7%).
O trabalho assalariado apresentou um acréscimo de 0,6%, o que significa um incremento de seis mil postos, resultado do aumento do contingente de trabalhadores no setor privado, em 1,6% (mais 12 mil pessoas), e da redução do setor público, em 2,8% (menos seis mil vagas).
No setor privado, o contingente de trabalhadores celetistas cresceu 0,8% (cinco mil), e sem carteira, 5,3% (sete mil). Aumentou o número de autônomos (três mil pessoas), de donos de negócios familiares (duas mil), e de trabalhadores domésticos (mil indivíduos).
Em agosto, o rendimento médio real elevou-se para os ocupados (0,5%) e para os assalariados (0,6%). Os valores desses rendimentos foram estimados em R$ 971 e R$ 1.077, respectivamente.
O rendimento médio real dos ocupados aumentou 2,3%, em São Paulo (passando a valer R$ 1.280), 0,7%, em Porto Alegre (R$ 1.235) e 0,6%, em Salvador (R$ 972). Praticamente não variou em Belo Horizonte, com 0,1% (R$ 1.222) e diminuiu em Recife, com 2,2% (R$ 722) e no Distrito Federal, com 0,6%, (R$ 1.827).
Em 12 meses 9 mil pessoas saíram do desemprego
A Região Metropolitana de Salvador obteve uma redução de 1,5% na taxa de desemprego nos últimos 12 meses, período em que nove mil pessoas saíram do contingente de desempregados na RMS. Na comparação entre setembro de 2009 e o mesmo período de 2008, a taxa passou de 19,7% para atuais 19,4% da PEA. Esse resultado refletiu os decréscimos do desemprego aberto, que passou de 12,2% para 12,0%, e de desemprego oculto, de 7,5% para 7,4%. No conjunto das regiões pesquisadas, a taxa de desemprego cresceu ligeiramente ao passar de 14,1%, para 14,4%, no mês atual.
A diminuição do desemprego nos últimos 12 meses, pode ser explicada pelo decréscimo em 15 mil indivíduos da População Economicamente Ativa (PEA) e pela redução em seis mil ocupações. Neste espaço de tempo, o contingente de trabalhadores reduziu de 1.486 mil pessoas para 1.480 mil e a taxa de participação retraiu-se de 60,3% para os atuais 58,2%.
No período, o nível de ocupação diminuiu (1,1%), em Belo Horizonte, (0,8%), em São Paulo e (0,4%), em Salvador. Permaneceu relativamente estável em Porto Alegre (-0,1%) e cresceu 4,1%, no Distrito Federal, e 1,6%, em Recife.
No período de 12 meses, os setores que mais colaboraram para o aumento do nível ocupacional na RMS foram, Comércio, com 20 mil empregos (8,7%) e a Construção Civil, com 10 mil postos (11,8%).
Aqueles que eliminaram postos de trabalho foram Serviços, com menos 11 mil ocupações (-1,2%), Indústria, com 12 mil postos (-9,5%) e no agregado Outros Setores, que inclui os serviços domésticos e outras atividades, 13 mil vagas (-9,2%).
O contingente de trabalhadores assalariados aumentou em 0,8%, com absorção de mais de oito mil pessoas, resultado da criação de três mil vagas no setor privado, e de cinco mil, no setor público.
Especificamente no setor privado, houve aumento de 22 mil postos de trabalho celetistas e redução de 19 mil ocupações entre os sem carteira. O contingente de autônomos aumentou em nove mil indivíduos, enquanto o número de domésticos reduziu em 12 mil e o do agregado Outros Serviços, em 11 mil. Entre agosto de 2009 e de 2008, o rendimento médio real, na RMS, diminuiu para a população ocupada (0,8%) e, em maior proporção, para a assalariada (1,2%).
No conjunto das regiões pesquisadas, os rendimentos médios reais de ocupados e assalariados cresceram 1,3% e 2,8%, respectivamente. No caso dos ocupados, este resultado refletiu os aumentos registrados em Belo Horizonte (3,2%), Porto Alegre (2,5%), Distrito Federal (1,7%) e São Paulo (1,5%), que compensaram as reduções verificadas em Recife (5,9%) e Salvador (0,7%).
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Agnelli levantou da cadeira e aplicou US$ 12,9 bi no País
No dia em que o Presidente Lula diz que não dá para "ficar sentado na cadeira"...Agnelli levantou e confirmou US$ 12,9 bi para 2010. Ele entendeu o recado...estava batendo na porta a quase reestatização da Vale.
Lula disse:
'Até o Roger sabe que não adianta a Vale ficar achando que é grande, ficar sentado numa cadeira no Rio de Janeiro e não ir para a rua vender. É preciso disputar cada milímetro. Não existe moleza, disse Lula".
Na avaliação de cientistas políticos, o " Presidente Lula venceu ontem a queda de braço com o presidente da Vale, o executivo Roger Agnelli, que foi travada nos bastidores nos últimos meses.
A pressão feita pelo Palácio do Planalto nesses últimos meses funcionou, pois forçou a Vale a reavaliar seu plano de investimentos no Brasil, retomando a sintonia entre a mineradora e a União.
O Presidente Lula não escondia sua contrariedade com as demissões anunciadas pela empresa no auge da crise econômica.A Vale cortou investimentos e demitiu funcionários.Foram 1.200 demissões, 5.500 funcionários em férias coletivas e 1.200 realocados.
Para Lula, a decisão da Vale provocou uma reação em cadeia em outras empresas, o que acentuou os efeitos da crise no Brasil.
Lula também tem discordância com o plano de investimento da mineradora, por não centrar recursos em siderurgia.
O Presidente Lula tem externado sua defesa pelo investimento em siderurgia, o que daria maior valor agregado à produção da companhia. No Planalto, a percepção é que a Vale optou por uma posição de comodidade ao manter-se concentrada na venda de minérios para não competir com clientes internacionais.
Eike Batista estava tentando comprar participação na mineradora e bater publicamente em Agnelli.Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa, sócio da Vale) e Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, outro sócio da Vale) também criticaram publicamente planos da empresa.
Lula disse:
'Até o Roger sabe que não adianta a Vale ficar achando que é grande, ficar sentado numa cadeira no Rio de Janeiro e não ir para a rua vender. É preciso disputar cada milímetro. Não existe moleza, disse Lula".
Na avaliação de cientistas políticos, o " Presidente Lula venceu ontem a queda de braço com o presidente da Vale, o executivo Roger Agnelli, que foi travada nos bastidores nos últimos meses.
A pressão feita pelo Palácio do Planalto nesses últimos meses funcionou, pois forçou a Vale a reavaliar seu plano de investimentos no Brasil, retomando a sintonia entre a mineradora e a União.
O Presidente Lula não escondia sua contrariedade com as demissões anunciadas pela empresa no auge da crise econômica.A Vale cortou investimentos e demitiu funcionários.Foram 1.200 demissões, 5.500 funcionários em férias coletivas e 1.200 realocados.
Para Lula, a decisão da Vale provocou uma reação em cadeia em outras empresas, o que acentuou os efeitos da crise no Brasil.
Lula também tem discordância com o plano de investimento da mineradora, por não centrar recursos em siderurgia.
O Presidente Lula tem externado sua defesa pelo investimento em siderurgia, o que daria maior valor agregado à produção da companhia. No Planalto, a percepção é que a Vale optou por uma posição de comodidade ao manter-se concentrada na venda de minérios para não competir com clientes internacionais.
Eike Batista estava tentando comprar participação na mineradora e bater publicamente em Agnelli.Funcef (fundo de pensão dos funcionários da Caixa, sócio da Vale) e Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, outro sócio da Vale) também criticaram publicamente planos da empresa.
Marcadores:
crescimento,
Economia,
emprego,
investimento
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
País registra em setembro recorde de novos empregos formais em 2009
O Brasil gerou 252,617 mil novos empregos formais em setembro, um número recorde este ano e o maior desde setembro de 2008 (282,841 mil), informou ontem o Ministério do Trabalho Carlos Lupi.
O saldo positivo em setembro foi resultado da diferença entre 1.491.580 contratações e 1.238.963 demissões de trabalhadores no arquivo de empregos formais do ministério.
Com o forte aumento do número de trabalhadores formais em setembro, o saldo acumulado de novos empregos este ano ascendeu a 932.651, resultado de 12.272.201 contratações e 11.339.550 despedidos.
Antes dos 252,617 mil novos empregos formais de setembro, o maior número de postos de trabalho gerados este ano era o de agosto (242,126 mil).
O aumento dos empregos pelo oitavo mês consecutivo em setembro finalmente permitiu ao Brasil superar os cerca de 800 mil postos de trabalho formais perdidos entre novembro do ano passado e janeiro de 2009, em consequência da crise econômica global.
A crise, que obrigou principalmente as indústrias brasileiras a reduzir a produção e a demitir funcionários, começou a se refletir nos níveis de emprego em outubro do ano passado, mas o país começou a gerar novos trabalhos a partir de fevereiro, disse Lupi.
O setor que mais contribuiu para a geração de emprego em setembro foi justamente o industrial, que abriu 123,318 mil novos postos de trabalho no mês.Até agosto, o setor que mais vinha gerando emprego no Brasil este ano era o de serviços.
Após o bom desempenho de setembro, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, elevou sua previsão para a geração de novos empregos formais este ano do 1 milhão que calculava até agosto para 1,1 milhão.Se essa meta for alcançada, o número será muito inferior ao de 2008 (1,45 milhão) e ao recorde de 2007 (1,61 milhão).
"O Brasil vem registrado no segundo semestre um comportamento muito forte, como já tínhamos previsto, principalmente por causa da reação do mercado interno", segundo Lupi.O forte crescimento da demanda doméstica foi justamente o que permitiu que o Brasil reagisse à crise econômica, superasse a recessão e iniciasse um processo de crescimento que pode levar ao país a fechar este ano com crescimento de até 1%, segundo as previsões do Governo.
Essa reação permitiu que a economia brasileira crescesse 1,9% no segundo trimestre do ano em comparação ao primeiro, e com isso o país conseguiu sair da recessão técnica na qual se encontrava após acumular dois trimestres consecutivos de crescimento negativo.
Os números do Ministério do Trabalho se referem exclusivamente aos empregos formais, por isso não podem ser considerados indicadores do desemprego, que este ano chegou a subir de 8,2% em janeiro para 9% em março, e que em agosto estava em 8,1%.
O saldo positivo em setembro foi resultado da diferença entre 1.491.580 contratações e 1.238.963 demissões de trabalhadores no arquivo de empregos formais do ministério.
Com o forte aumento do número de trabalhadores formais em setembro, o saldo acumulado de novos empregos este ano ascendeu a 932.651, resultado de 12.272.201 contratações e 11.339.550 despedidos.
Antes dos 252,617 mil novos empregos formais de setembro, o maior número de postos de trabalho gerados este ano era o de agosto (242,126 mil).
O aumento dos empregos pelo oitavo mês consecutivo em setembro finalmente permitiu ao Brasil superar os cerca de 800 mil postos de trabalho formais perdidos entre novembro do ano passado e janeiro de 2009, em consequência da crise econômica global.
A crise, que obrigou principalmente as indústrias brasileiras a reduzir a produção e a demitir funcionários, começou a se refletir nos níveis de emprego em outubro do ano passado, mas o país começou a gerar novos trabalhos a partir de fevereiro, disse Lupi.
O setor que mais contribuiu para a geração de emprego em setembro foi justamente o industrial, que abriu 123,318 mil novos postos de trabalho no mês.Até agosto, o setor que mais vinha gerando emprego no Brasil este ano era o de serviços.
Após o bom desempenho de setembro, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, elevou sua previsão para a geração de novos empregos formais este ano do 1 milhão que calculava até agosto para 1,1 milhão.Se essa meta for alcançada, o número será muito inferior ao de 2008 (1,45 milhão) e ao recorde de 2007 (1,61 milhão).
"O Brasil vem registrado no segundo semestre um comportamento muito forte, como já tínhamos previsto, principalmente por causa da reação do mercado interno", segundo Lupi.O forte crescimento da demanda doméstica foi justamente o que permitiu que o Brasil reagisse à crise econômica, superasse a recessão e iniciasse um processo de crescimento que pode levar ao país a fechar este ano com crescimento de até 1%, segundo as previsões do Governo.
Essa reação permitiu que a economia brasileira crescesse 1,9% no segundo trimestre do ano em comparação ao primeiro, e com isso o país conseguiu sair da recessão técnica na qual se encontrava após acumular dois trimestres consecutivos de crescimento negativo.
Os números do Ministério do Trabalho se referem exclusivamente aos empregos formais, por isso não podem ser considerados indicadores do desemprego, que este ano chegou a subir de 8,2% em janeiro para 9% em março, e que em agosto estava em 8,1%.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Bahia receberá fábrica neozelandesa

Será inaugurada no próximo dia 24, em Jaborandi, no Território Bacia do Rio Corrente, uma fábrica de processamento e envasamento de leite nos moldes da Nova Zelândia, país que é responsável por cerca de 30% do mercado mundial leiteiro. O assunto foi debatido hoje (dia 14) numa reunião entre o Embaixador da Nova Zelândia no Brasil, Mark Trainor, o chefe de Gabinete da Secretaria do Planejamento, Edson Valadares, e a superintendente de Cooperação Técnica e Financeira, Luiza Amélia Mello.
Mark Trainor expôs a expertise da Nova Zelândia na produção leiteira e de ovinocaprinos. “Somos responsáveis por 51% do mercado mundial de ovelhas e cordeiros, sendo que 95% da produção é voltada para a exportação”, relatou Trainor. Na reunião, o embaixador adiantou que o Ministro da Agricultura da Nova Zelândia, David Carter, fará uma visita à Bahia no dia 24 para a inauguração das novas instalações da fazenda neozelandesa Leite Verde.
Possibilidades de parcerias entre a Bahia e a Nova Zelândia também foram debatidas no encontro. De acordo com o Chefe de Gabinete da Seplan, Edson Valadares, a unidade chega num momento importante, em que o Governo da Bahia tem apoiado a expansão da produção leiteira, já que boa parte do leite consumido internamente vem de fora do estado. “A produção leiteira deles é basicamente de empresas familiares. Podemos trocar experiências nessa área, levando em consideração que 60% da produção de alimentos no Brasil vem da agricultura familiar, que precisa ser fortalecida”, avaliou Valadares.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Instalada na Bahia uma das maiores empresas de cimento do mundo
O município de Candeias, que tem um dos grandes parques industriais da Bahia, ganhou nesta terça-feira (6) mais uma empresa. Trata-se da Votorantim Cimentos, uma das dez maiores do mundo no segmento, que chegou à Bahia gerando 200 empregos diretos e indiretos. Localizada perto do Porto de Aratu e com acesso a rodovias e ferrovias, ela vai atender ao crescente mercado da capital e Região Metropolitana de Salvador (RMS).
A empresa é resultado de um investimento de R$ 50 milhões para produção de cimento e argamassa e integra o Programa de Desenvolvimento Industrial e de Integração Econômica (Desenvolve). O programa concede incentivos fiscais aos empreendimentos que querem instalar, ampliar ou modernizar suas indústrias no estado.
Para o governador Jaques Wagner, a empresa chega para provar que a Bahia está superando a crise econômica. “Ela mostra como tratamos os novos empreendimentos que chegam ao estado. Buscamos soluções e não ficamos nos lamentamos pelo corte de verba que tivemos. A fábrica chega gerando emprego e é a prova da fulgência da economia baiana, mesmo diante da crise. Estamos num processo de decolagem da economia”, afirmou.
A Votorantim Cimentos foi inaugurada produzindo 40% da sua capacidade em argamassas básicas e colantes. A capacidade instalada para produção de argamassa é de 150 mil toneladas/ano. Com relação ao cimento, a expectativa anual de produção é de 320 mil toneladas. Esta é a única unidade que produz o cimento Aratu, marca consagrada na Bahia.
Localizada em um terreno de 370 mil metros quadrados, a fábrica preserva 70% do total desta área com matas nativas.
Segundo o presidente regional da empresa, Walter Schalka, a implantação da fábrica no estado vai aumentar a competitividade. “Acreditamos que teremos um consumo crescente de cimento, o que deve aumentar a competitividade na Bahia. Além disso, estamos contribuindo para a geração de emprego para a população local, criação de renda e principalmente a disponibilidade de fornecimento de cimento para todos os construtores locais”, disse.
A empresa é resultado de um investimento de R$ 50 milhões para produção de cimento e argamassa e integra o Programa de Desenvolvimento Industrial e de Integração Econômica (Desenvolve). O programa concede incentivos fiscais aos empreendimentos que querem instalar, ampliar ou modernizar suas indústrias no estado.
Para o governador Jaques Wagner, a empresa chega para provar que a Bahia está superando a crise econômica. “Ela mostra como tratamos os novos empreendimentos que chegam ao estado. Buscamos soluções e não ficamos nos lamentamos pelo corte de verba que tivemos. A fábrica chega gerando emprego e é a prova da fulgência da economia baiana, mesmo diante da crise. Estamos num processo de decolagem da economia”, afirmou.
A Votorantim Cimentos foi inaugurada produzindo 40% da sua capacidade em argamassas básicas e colantes. A capacidade instalada para produção de argamassa é de 150 mil toneladas/ano. Com relação ao cimento, a expectativa anual de produção é de 320 mil toneladas. Esta é a única unidade que produz o cimento Aratu, marca consagrada na Bahia.
Localizada em um terreno de 370 mil metros quadrados, a fábrica preserva 70% do total desta área com matas nativas.
Segundo o presidente regional da empresa, Walter Schalka, a implantação da fábrica no estado vai aumentar a competitividade. “Acreditamos que teremos um consumo crescente de cimento, o que deve aumentar a competitividade na Bahia. Além disso, estamos contribuindo para a geração de emprego para a população local, criação de renda e principalmente a disponibilidade de fornecimento de cimento para todos os construtores locais”, disse.
sábado, 19 de setembro de 2009
Governo Lula: 242,1 mil novos postos de trabalho

Com um resultado surpreendente até... Com um resultado surpreendente até para o governo, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Ministério do Trabalho registrou em agosto a criação de 242,1 mil postos de trabalho com carteira assinada. O saldo foi recorde para o mês e quase o dobro dos 138,4 mil novos empregos contabilizados em julho.
Hoje, nem a mídia em sua pregação contra o governo Lula, teve como resistir a colocar nas primeiras páginas esses 242,1 mil novos postos de trabalho. São números que comprovam a vitória sem precedentes do governo Lula e do povo brasileiro, de sua confiança na economia, e na política de desenvolvimento que está levando esse país a crescer ainda mais.
O Brasil, meus caros, é o primeiro dentre os grandes/emergentes a sair da crise e o único país do mundo que aumenta seus postos de trabalho. E, mais: há greve nos bancos e houve na indústria automoblística - em algumas montadoras o movimento ainda continua - o que demonstra a força da nossa economia, a segurança e a confiança do trabalhador no emprego.
É uma confiança mais do que justificada. Caminhamos para a geração de um milhão de empregos esse ano e em 2010, uma vez aprovada a nova regulação do pré-sal, esse país caminhará para uma nova fase em seu desenvolvimento e crescimento econômico
Número de empregos de agosto supera expectativas
Excelente essa notícia divulgada pelo Ministério do Trabalho: de acordo com o acompanhamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) no mês de agosto foram gerados nada mais, nada menos do que 242.126 empregos formais (com carteira assinada) no país.
O número ultrapassou, e muito, inclusive, a previsão anunciada há dois dias pelo presidente Lula - em Roraima - e pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Eles anteciparam a previsão de que ultrapassaríamos os 150 mil novos empregos formais no último mês. A alta é a melhor do ano: 70% maior do que o número de 138.402 novas vagas registrado em julho.
Na ordem de abertura de postos de trabalho, o setor de serviços criou 85.568 vagas, a indústria de transformação 66.564, o comércio 56.813, e a construção civil 39.957.
Lembrem-se que se trata do sétimo mês consecutivo (desde fevereiro) de crescimento ininterrupto do emprego no país. Uma prova mais do que concreta da competência deste governo no enfrentamento da crise, do acerto das políticas anticiclicas adotadas e da sequência de sua política de desenvolvimento.
E alguém ainda acredita que os brasileiros querem mudar de rumo na condução do país? Pobres dos tucanos...apostavam tudo no agravamento da crise econômica para ter alguma chance eleitoral em 2010...
Comentários [3]
E-mail
16/09/2009 18:13
Lula: programas sociais vão virar políticas de Estado
"Vou fazer a consolidação das políticas... "Vou fazer a consolidação das políticas sociais que criamos nesse país para transformá-las em política de Estado". A decisão, anunciada pelo presidente Lula durante a reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Social (CDES) merece todo apoio porque com ela a continuidade desses programas estará garantida e os próximos governantes impedidos de abandoná-los.
A intenção do presidente da República é enviar ainda este ano, um projeto com este propósito ao Congresso Nacional. Didático, Lula ilustrou sua intenção com um exemplo muito claro do que pode acontecer caso as políticas sociais não sejam transformadas em política de Estado.
"Vocês só têm que dar R$ 100 para a pessoa pobre que ela se contenta com pouco. O que vai fazer se acabar com o Bolsa Família? Construir mais uma ponte? Isso é mais importante do que alimentar 12 milhões de pessoas? Não é", exemplificou.
O presidente anunciou que v ai marcar para as próximas semanas uma reunião com os ministros da área social para elaborarem o projeto a ser encaminhado ao Congresso ainda esse ano. A pressa? É para que a iniciativa, que protege o povo brasileiro de futuros governantes mal intencionados e sem sensibilidade social não seja considerada eleitoreira.
O número ultrapassou, e muito, inclusive, a previsão anunciada há dois dias pelo presidente Lula - em Roraima - e pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Eles anteciparam a previsão de que ultrapassaríamos os 150 mil novos empregos formais no último mês. A alta é a melhor do ano: 70% maior do que o número de 138.402 novas vagas registrado em julho.
Na ordem de abertura de postos de trabalho, o setor de serviços criou 85.568 vagas, a indústria de transformação 66.564, o comércio 56.813, e a construção civil 39.957.
Lembrem-se que se trata do sétimo mês consecutivo (desde fevereiro) de crescimento ininterrupto do emprego no país. Uma prova mais do que concreta da competência deste governo no enfrentamento da crise, do acerto das políticas anticiclicas adotadas e da sequência de sua política de desenvolvimento.
E alguém ainda acredita que os brasileiros querem mudar de rumo na condução do país? Pobres dos tucanos...apostavam tudo no agravamento da crise econômica para ter alguma chance eleitoral em 2010...
Comentários [3]
16/09/2009 18:13
Lula: programas sociais vão virar políticas de Estado
"Vou fazer a consolidação das políticas... "Vou fazer a consolidação das políticas sociais que criamos nesse país para transformá-las em política de Estado". A decisão, anunciada pelo presidente Lula durante a reunião do Conselho Nacional de Desenvolvimento Social (CDES) merece todo apoio porque com ela a continuidade desses programas estará garantida e os próximos governantes impedidos de abandoná-los.
A intenção do presidente da República é enviar ainda este ano, um projeto com este propósito ao Congresso Nacional. Didático, Lula ilustrou sua intenção com um exemplo muito claro do que pode acontecer caso as políticas sociais não sejam transformadas em política de Estado.
"Vocês só têm que dar R$ 100 para a pessoa pobre que ela se contenta com pouco. O que vai fazer se acabar com o Bolsa Família? Construir mais uma ponte? Isso é mais importante do que alimentar 12 milhões de pessoas? Não é", exemplificou.
O presidente anunciou que v ai marcar para as próximas semanas uma reunião com os ministros da área social para elaborarem o projeto a ser encaminhado ao Congresso ainda esse ano. A pressa? É para que a iniciativa, que protege o povo brasileiro de futuros governantes mal intencionados e sem sensibilidade social não seja considerada eleitoreira.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Bahia gera mais de 11 mil empregos em agosto e bate recorde histórico
Em agosto foram criados mais de 11 mil novos empregos com carteira assinada na Bahia. O número é recorde na série histórica para esse mês e maior do que o encontrado em julho, mês imediatamente anterior, quando o saldo chegou a 9.729. O acumulado do ano é de cerca de 44 mil novos postos de trabalho.
No Brasil, foram gerados 242.126 novos empregos no mês. O saldo também é recorde da série histórica para o período e o melhor resultado do ano, fazendo o país acumular 680.034 novos empregos em 2009. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged/MTE), divulgados com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento.
O secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, recebeu com otimismo os novos dados do Caged. “No acumulado do ano, a Bahia teve um saldo positivo de 43.975 novos postos de trabalho, o que representa cerca de 15% a mais do total das vagas criadas no Nordeste no mesmo período, confirmando a liderança do estado na condução da política econômica da região”, ressalta Pinheiro.
No mês, o saldo de agosto é resultado da diferença entre 58.899 trabalhadores admitidos e 47.814 desligados e coloca o estado em terceiro na geração de postos no Nordeste, atrás de Pernambuco e Ceará. No conjunto dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal, a Bahia teve o sétimo saldo mais expressivo, logo após São Paulo (77.983), Pernambuco (18.990), Rio de Janeiro (15.841), Paraná (14.437), Ceará (13.790) e Santa Catarina (11.988).
Os setores de Serviços e Construção Civil foram os que mais geraram postos de trabalho celetistas de janeiro a agosto de 2009, sendo responsáveis por saldos de 14.691 e de 14.206 empregos, respectivamente. A Agropecuária (7.401) também teve bom desempenho. Por outro lado, a Indústria Extrativa Mineral e a Administração tiveram os saldos mais negativos, implicando no fechamento de 248 e 182 postos de trabalho celetistas, respectivamente.
Recuperação
Segundo o corpo técnico da SEI, o saldo atual de 11.085 empregos confirma e consolida a recuperação do mercado de trabalho formal na Bahia, ratificando a tendência progressiva de ampliação do emprego nos meses de janeiro a agosto. Esse quadro reflete o abrandamento dos efeitos negativos da crise econômica e financeira internacional.
A abertura de postos com carteira assinada na Bahia concentrou-se nos Serviços (4.343), Construção Civil (3.780) e Indústria de Transformação (2.491). A Agropecuária foi o único setor com resultado negativo no mês ao eliminar 2.449 postos.
Embora os destaques na criação de emprego continuem sendo os setores de serviços e construção civil, o diretor-geral da SEI, Geraldo Reis, chama atenção para o resultado da geração de empregos na indústria de transformação, com 2.491 postos. “Isso sinaliza o aquecimento desse importante segmento, cujo perfil majoritário é a indústria de bens intermediários, que tenderá a ter sua demanda reforçada pelo retorno do dinamismo econômico do centro-sul do país e mesmo de alguns mercados do exterior”.
O diretor geral da SEI lembra que com este resultado a Bahia já superou o patamar de todo o ano de 2008, que foi de 41 mil postos. “Mesmo com possíveis retrações sazonais em novembro e dezembro é factível pelo menos manter o mesmo patamar”.
Mais da metade dos postos gerados em 2009 estão no interior do estado
No período dos oito primeiros meses de 2009 (janeiro a agosto), tem ênfase a participação do interior do estado no saldo anual. A região não-metropolitana foi a mais expressiva, com 24.757 empregos gerados ou 56,3% do total, enquanto que a RMS criou 19.218 empregos com carteira assinada, o equivalente a 43,7%. Pinheiro disse que estes números demonstram o acerto das políticas de descentralização das atividades econômicas do Governo da Bahia.
Os municípios metropolitanos que mais criaram vagas com carteira assinada foram Salvador (15.891) e Lauro de Freitas (2.650). Com relação aos municípios da região não-metropolitana, Juazeiro (4.334) e Casa Nova (2.362) foram os que mais se sobressaíram.
Dias D’Ávila (-1.008) e Simões Filho (-366), na RMS, foram os que mais fecharam vagas celetistas, e Mata de São João, Porto Seguro e Eunápolis foram os municípios do interior do estado que registraram os saldos mais negativos: -598, -489 e -441empregos, respectivamente.
Mais de 7mil postos de trabalho estão na RMS
Do ponto de vista intraestadual, as vagas celetistas foram criadas, predominantemente, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), com um saldo de 7.370 empregos este mês, o que equivale a 66,5% do total estadual. Já o interior do estado gerou 3.715 postos de trabalho com carteira assinada, representando 33,5% do saldo de empregos baiano.
Dentre os municípios da RMS, Salvador (5.370), Lauro de Freitas (952) e Camaçari (637) foram os maiores geradores de postos de trabalho com carteira assinada em agosto de 2009. No grupo dos municípios do interior, destacaram-se Feira de Santana (1.142) e Itapetinga (678).
Dias D’Ávila (-456 postos) foi o único município metropolitano que se destacou no grupo daqueles que tiveram os menores saldos de empregos em agosto de 2009. No interior do estado, os desempenhos mais negativos na geração de postos celetistas ficaram por conta de: Encruzilhada (-558) e Teixeira de Freitas (-444).
No Brasil, foram gerados 242.126 novos empregos no mês. O saldo também é recorde da série histórica para o período e o melhor resultado do ano, fazendo o país acumular 680.034 novos empregos em 2009. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged/MTE), divulgados com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento.
O secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, recebeu com otimismo os novos dados do Caged. “No acumulado do ano, a Bahia teve um saldo positivo de 43.975 novos postos de trabalho, o que representa cerca de 15% a mais do total das vagas criadas no Nordeste no mesmo período, confirmando a liderança do estado na condução da política econômica da região”, ressalta Pinheiro.
No mês, o saldo de agosto é resultado da diferença entre 58.899 trabalhadores admitidos e 47.814 desligados e coloca o estado em terceiro na geração de postos no Nordeste, atrás de Pernambuco e Ceará. No conjunto dos 26 estados brasileiros mais o Distrito Federal, a Bahia teve o sétimo saldo mais expressivo, logo após São Paulo (77.983), Pernambuco (18.990), Rio de Janeiro (15.841), Paraná (14.437), Ceará (13.790) e Santa Catarina (11.988).
Os setores de Serviços e Construção Civil foram os que mais geraram postos de trabalho celetistas de janeiro a agosto de 2009, sendo responsáveis por saldos de 14.691 e de 14.206 empregos, respectivamente. A Agropecuária (7.401) também teve bom desempenho. Por outro lado, a Indústria Extrativa Mineral e a Administração tiveram os saldos mais negativos, implicando no fechamento de 248 e 182 postos de trabalho celetistas, respectivamente.
Recuperação
Segundo o corpo técnico da SEI, o saldo atual de 11.085 empregos confirma e consolida a recuperação do mercado de trabalho formal na Bahia, ratificando a tendência progressiva de ampliação do emprego nos meses de janeiro a agosto. Esse quadro reflete o abrandamento dos efeitos negativos da crise econômica e financeira internacional.
A abertura de postos com carteira assinada na Bahia concentrou-se nos Serviços (4.343), Construção Civil (3.780) e Indústria de Transformação (2.491). A Agropecuária foi o único setor com resultado negativo no mês ao eliminar 2.449 postos.
Embora os destaques na criação de emprego continuem sendo os setores de serviços e construção civil, o diretor-geral da SEI, Geraldo Reis, chama atenção para o resultado da geração de empregos na indústria de transformação, com 2.491 postos. “Isso sinaliza o aquecimento desse importante segmento, cujo perfil majoritário é a indústria de bens intermediários, que tenderá a ter sua demanda reforçada pelo retorno do dinamismo econômico do centro-sul do país e mesmo de alguns mercados do exterior”.
O diretor geral da SEI lembra que com este resultado a Bahia já superou o patamar de todo o ano de 2008, que foi de 41 mil postos. “Mesmo com possíveis retrações sazonais em novembro e dezembro é factível pelo menos manter o mesmo patamar”.
Mais da metade dos postos gerados em 2009 estão no interior do estado
No período dos oito primeiros meses de 2009 (janeiro a agosto), tem ênfase a participação do interior do estado no saldo anual. A região não-metropolitana foi a mais expressiva, com 24.757 empregos gerados ou 56,3% do total, enquanto que a RMS criou 19.218 empregos com carteira assinada, o equivalente a 43,7%. Pinheiro disse que estes números demonstram o acerto das políticas de descentralização das atividades econômicas do Governo da Bahia.
Os municípios metropolitanos que mais criaram vagas com carteira assinada foram Salvador (15.891) e Lauro de Freitas (2.650). Com relação aos municípios da região não-metropolitana, Juazeiro (4.334) e Casa Nova (2.362) foram os que mais se sobressaíram.
Dias D’Ávila (-1.008) e Simões Filho (-366), na RMS, foram os que mais fecharam vagas celetistas, e Mata de São João, Porto Seguro e Eunápolis foram os municípios do interior do estado que registraram os saldos mais negativos: -598, -489 e -441empregos, respectivamente.
Mais de 7mil postos de trabalho estão na RMS
Do ponto de vista intraestadual, as vagas celetistas foram criadas, predominantemente, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), com um saldo de 7.370 empregos este mês, o que equivale a 66,5% do total estadual. Já o interior do estado gerou 3.715 postos de trabalho com carteira assinada, representando 33,5% do saldo de empregos baiano.
Dentre os municípios da RMS, Salvador (5.370), Lauro de Freitas (952) e Camaçari (637) foram os maiores geradores de postos de trabalho com carteira assinada em agosto de 2009. No grupo dos municípios do interior, destacaram-se Feira de Santana (1.142) e Itapetinga (678).
Dias D’Ávila (-456 postos) foi o único município metropolitano que se destacou no grupo daqueles que tiveram os menores saldos de empregos em agosto de 2009. No interior do estado, os desempenhos mais negativos na geração de postos celetistas ficaram por conta de: Encruzilhada (-558) e Teixeira de Freitas (-444).
domingo, 13 de setembro de 2009
Sindicato diz que Volkswagen vai contratar
Volkswagen de São Bernardo do Campo iniciou processo de seleção para empregar cerca de 200 trabalhadores, de acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. A empresa teria anunciado a decisão na manhã deste sábado, 12, após negociação de reajuste de salário dos metalúrgicos, fechada em 6,53%. Os selecionados devem começar a trabalhar até o dia 21 de setembro. As contratações ocorrem por conta do aumento da demanda e da preparação para novos lançamentos.
Cálculos do sindicato, indicam que, até agosto deste ano, a fábrica da Volkswagen de São Bernardo somava mais de 730 trabalhadores contratados por tempo determinado e 790 efetivações, desde janeiro. Outros 500 profissionais podem ser efetivados até o final do ano.
Cálculos do sindicato, indicam que, até agosto deste ano, a fábrica da Volkswagen de São Bernardo somava mais de 730 trabalhadores contratados por tempo determinado e 790 efetivações, desde janeiro. Outros 500 profissionais podem ser efetivados até o final do ano.
sábado, 12 de setembro de 2009
Lula e Dilma plantaram investimentos e colhem empregos

Ontem, dia 11, o presidente Lula esteve em Ipojuca, Pernambuco, visitando o Estaleiro Atlântico Sul (foto acima), que gera 9.000 empregos, dos quais 3.000 de metalúrgicos na construção de navios, e 6.000 nas obras de construção civil do próprio estaleiro. O número de empregos diretos (na construção de navios) deve se elevar para 5.000 em 2010.
Até muito pouco tempo atrás, a imprensa e a oposição dizia que o estaleiro seria virtual (só existiria no papel). Pois aí está o maior estaleiro do hemisfério sul.
Quem não se lembra, na campanha de 2002, quando o presidente Lula criticava a política de FHC/Serra de encomendar plataformas e navios da Petrobras no exterior? A indústria Naval estava praticamente dizimada, fechando empregos para engenheiros, técnicos e metalúrgicos.
Pois de 2003 para cá, a coisa mudou. A Petrobras passou a encomendar no Brasil.
Estratégia de Dilma Rousseff, a madrinha da indústria naval

No ano passado, a ministra Dilma Rousseff, ao lado do presidente Lula, em Ipojuca, durante cerimônia que deu início à execução do Programa de Modernização e Expansão da Frota, da Transpetro. Na ocasião, o Estaleiro Atlântico Sul iniciava suas atividades.
A ministra Dilma Rousseff foi fundamental para a retomada da Indústria Naval.
Foi com o trabalho dela, quando elaborou o PROMEF (Programa de Modernização e Expansão da Frota), da Transpetro (subsidiária da Petrobras), que viabilizou a construção de 49 navios por metalúrgicos, técnicos e engenheiros brasileiros.
Há um ano atrás, quando o Estaleiro Atlântico Sul iniciava suas atividades, o presidente da empresa, Paulo Haddad, lembrou que a ministra, desde quando comandava a pasta de Minas e Energia, teve visão estratégica em relação à indústria naval.
"Contamos com a visão estratégica da ministra, que é a madrinha da indústria naval. Nossa dindinha", disse.
Empregos
A maioria dos estaleiros, eram concentrados no Rio de Janeiro. Hoje a expansão da indústria naval alcança diversos estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceára, Pará e Amazonas, além de Pernambuco, que não tinha tradição na indústria naval.

Para gerar os empregos para a própria região de Ipojuca e da região metropolitana de Recife, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) articulou um programa de qualificação profissional, denominado Plano Setorial de Qualificação
Desde outubro de 2007, foram oferecidos cursos, com duração de 200 horas/aula, ministrados por equipes do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), sob coordenação pela DRT (Delegacia Regional do Ministério do Trabalho). O governo do estado ficou responsável pelo cadastramento e organização dos beneficiários e as prefeituras encarregadas de fornecer merenda e transporte.
Além da formação específica para qualificar pedreiros, armadores, carpinteiros e soldadores para atender a demanda do estaleiro, os cursos reforçaram a escolaridade, visando à língua portuguesa, matemática e lógica.
Vendo o resultado, o presidente Lula afirmou:
“Quando tomei a decisão de trazer o Estaleiro para cá, muitos disseram que os empregos não ficariam no Estado, mas o que vejo aqui é o contrário. Fico emocionado ao ver aqui milhares de filhos de cortadores de cana, vindo das cidades da zona da mata, trabalhando na reconstrução da indústria naval brasileira”.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Curso on-line para quem quer emprego na Copa 2014

Pensando nos 500 mil turistas estrangeiros esperados para a Copa do Mundo de 2014, o Ministério do Turismo, em parceria com a Fundação Roberto Marinho, oferecerá cursos gratuitos on-line de inglês e espanhol para 80 mil profissionais ligados ao setor de turismo. Denominada de Olá, Turista!, a iniciativa será implementada em três cidades-sede da Copa e seu entorno, totalizando 13 municípios.
Na Bahia, além de Salvador, Porto Seguro, Mata de São João, Maraú e Lençóis estão inseridos no programa, que será lançado na quarta-feira (9) no estado, às 11h. Até outubro, o Olá, Turista! terá uma aplicação piloto para 500 participantes nas capitais baiana e carioca. Em janeiro, será implantado nas 13 cidades.
domingo, 6 de setembro de 2009
Emprego surpreende e sustenta consumo
O País já recuperou mais da metade das vagas fechadas no auge do maremoto global. Manutenção do poder de compra das famílias blindou país e impulsionou crescimento
Quando a crise chegou ao Brasil com tudo, em setembro do ano passado, uma preocupação das mais prementes era se a "economia real", mais precisamente o mercado de trabalho, seria atingida. O país vivia seu melhor momento em mais de 30 anos, com a demanda interna avançando 9,3%, um ritmo chinês, e o desemprego caminhando rapidamente para um patamar próximo de 6%. Mas o baque provocado pelas aventuras dos americanos no mercado imobiliário, com um endividamento monstruoso por meio dos então desconhecidos subprimes (créditos de péssima qualidade), fez com que, em apenas três meses - novembro e dezembro de 2008 e janeiro deste ano -, o Brasil perdesse mais de 800 mil empregos formais. Assustados, os economistas previram uma hecatombe: a taxa de desemprego superaria os 10% em questão de meses.
De início, tudo levava a crer que o caos estava instalado. Em março último, o índice de pessoas sem emprego bateu em 9% nas seis principais regiões metropolitanas do país - São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre. Gigantes como a Vale e a Embraer anunciaram cortes expressivos no quadro de pessoal e reduziram a produção. Mas, para surpresa da maioria dos analistas, em vez de jogar contra, o mercado de trabalho se tornou a tábua de salvação da economia brasileira. "Se eu tiver que destacar um ponto que fez a diferença para que o Brasil saísse mais rápido da crise, não há dúvidas de que ele é o emprego. O país não só voltou a abrir vagas (foram mais de 400 mil neste ano) como a renda se acelerou", afirma Jankiel Santos, economista-chefe do Banco BES Investimento.
Foi essa rápida virada do mercado de trabalho que deixou na advogada Ana Carolina Rocha Ramos, 32 anos, a percepção de que a crise ficou mais como uma ameaça do que um fato real. "O poder de compra da minha família continuou o mesmo. Houve todo aquele alarde, mas o impacto, pelo que observo, foi muito pequeno", diz. Se houve alguma mudança com a crise, destaca, foi a decisão de cortar gastos desnecessários em casa e na empresa que administra, um instituto odontológico. "Com a economia que fizemos, conseguimos aumentar o quadro de funcionários da empresa. E o momento, agora, é de planejar e investir em projetos seguros que garantam um futuro tranquilo e estável para toda a família."
Massa salarial
Jorge Abrahão, diretor de Estudos Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), explica que a força demonstrada pelo emprego está associada, sobretudo, à resiliência do setor de serviços, o maior demandador de mão de obra, que praticamente não sentiu a crise. O grosso das demissões ocorreu na indústria, pressionada, principalmente, pela retração das exportações, já que o terremoto financeiro que varreu o mundo teve origem nas maiores economias do mundo, os grandes consumidores, Estados Unidos, Japão e Europa. Também o setor financeiro se ajustou e fechou postos, a despeito de, no Brasil, os bancos terem revelado uma solidez impressionante, graças à firme regulação imposta pelo Banco Central.
"Perderam-se, principalmente, empregos mais qualificados, de ponta, na indústria e no sistema financeiro. Mas a tendência é de essas vagas serem repostas ao longo do tempo, à medida que o crescimento econômico for se consolidando", destaca o professor Estevão Garcia de Oliveira Alexandre, coordenador da Faculdade Veris IBTA. Não foi à toa, na visão de Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), que a massa salarial das pessoas ocupadas se manteve firme. Em junho deste ano, somou R$ 27,7 bilhões, superando em 3,31% o saldo computado no mesmo mês de 2008, quando a crise mundial ainda era uma miragem. A perspectiva é de que a taxa de desemprego feche este ano entre 7% e 8%, o que será uma vitória ante o quadro catastrofista pintado pelos especialistas.
O número
Diferencial
R$ 27,7 bilhões
Total dos rendimentos recebidos em junho pelos trabalhadores
Proteção do mínimo e do Bolsa Família
Os programas sociais do governo, como o Bolsa Família, os aumentos reais (acima da inflação) do salário mínimo e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mesmo sendo executado com lentidão, ajudaram o Brasil a sair mais rápido da crise, acredita Lia Valls Pereira, do Instituto de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). "O Bolsa Família, por exemplo, favoreceu uma parcela da população que está desprotegida e, dificilmente, será incluída na economia formal", afirma. Foi esse programa, por sinal, e o salário mínimo que minimizaram a queda da indústria no Nordeste e Centro Oeste e sustentaram parte importante do consumo nos momentos mais agudos da crise. Já o PAC ajudou a ampliar os investimentos públicos de R$ 9,9 bilhões, no primeiro semestre de 2008, para R$ 11,2 bilhões em igual período deste ano.
Com o governo forçando a mão nas políticas sociais, os índices de desigualdade e renda voltaram aos níveis vigentes antes da crise - os melhores da história. Nas contas do economista Marcelo Néri, da FGV, a classe C, que engloba 53% da população, teve aumento de 2,5% no rendimento médio entre julho de 2008 e o mesmo mês deste ano. Já a renda das classes A e B está apenas 0,5% abaixo do patamar registrado há um ano. Em janeiro, quando a crise era um monstro, as classes menos favorecidas chegaram a perder 30% das conquistas de anos anteriores. "Tivemos um momento bem ruim. Nossas vendas chegaram a cair 30% por causa do medo da crise. Mas o pior já passou. Recuperamos tudo", afirma Patrício Neto, 50 anos, empresário do setor de bares e restaurantes.Correio Brasiliense
Quando a crise chegou ao Brasil com tudo, em setembro do ano passado, uma preocupação das mais prementes era se a "economia real", mais precisamente o mercado de trabalho, seria atingida. O país vivia seu melhor momento em mais de 30 anos, com a demanda interna avançando 9,3%, um ritmo chinês, e o desemprego caminhando rapidamente para um patamar próximo de 6%. Mas o baque provocado pelas aventuras dos americanos no mercado imobiliário, com um endividamento monstruoso por meio dos então desconhecidos subprimes (créditos de péssima qualidade), fez com que, em apenas três meses - novembro e dezembro de 2008 e janeiro deste ano -, o Brasil perdesse mais de 800 mil empregos formais. Assustados, os economistas previram uma hecatombe: a taxa de desemprego superaria os 10% em questão de meses.
De início, tudo levava a crer que o caos estava instalado. Em março último, o índice de pessoas sem emprego bateu em 9% nas seis principais regiões metropolitanas do país - São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre. Gigantes como a Vale e a Embraer anunciaram cortes expressivos no quadro de pessoal e reduziram a produção. Mas, para surpresa da maioria dos analistas, em vez de jogar contra, o mercado de trabalho se tornou a tábua de salvação da economia brasileira. "Se eu tiver que destacar um ponto que fez a diferença para que o Brasil saísse mais rápido da crise, não há dúvidas de que ele é o emprego. O país não só voltou a abrir vagas (foram mais de 400 mil neste ano) como a renda se acelerou", afirma Jankiel Santos, economista-chefe do Banco BES Investimento.
Foi essa rápida virada do mercado de trabalho que deixou na advogada Ana Carolina Rocha Ramos, 32 anos, a percepção de que a crise ficou mais como uma ameaça do que um fato real. "O poder de compra da minha família continuou o mesmo. Houve todo aquele alarde, mas o impacto, pelo que observo, foi muito pequeno", diz. Se houve alguma mudança com a crise, destaca, foi a decisão de cortar gastos desnecessários em casa e na empresa que administra, um instituto odontológico. "Com a economia que fizemos, conseguimos aumentar o quadro de funcionários da empresa. E o momento, agora, é de planejar e investir em projetos seguros que garantam um futuro tranquilo e estável para toda a família."
Massa salarial
Jorge Abrahão, diretor de Estudos Sociais do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), explica que a força demonstrada pelo emprego está associada, sobretudo, à resiliência do setor de serviços, o maior demandador de mão de obra, que praticamente não sentiu a crise. O grosso das demissões ocorreu na indústria, pressionada, principalmente, pela retração das exportações, já que o terremoto financeiro que varreu o mundo teve origem nas maiores economias do mundo, os grandes consumidores, Estados Unidos, Japão e Europa. Também o setor financeiro se ajustou e fechou postos, a despeito de, no Brasil, os bancos terem revelado uma solidez impressionante, graças à firme regulação imposta pelo Banco Central.
"Perderam-se, principalmente, empregos mais qualificados, de ponta, na indústria e no sistema financeiro. Mas a tendência é de essas vagas serem repostas ao longo do tempo, à medida que o crescimento econômico for se consolidando", destaca o professor Estevão Garcia de Oliveira Alexandre, coordenador da Faculdade Veris IBTA. Não foi à toa, na visão de Carlos Alberto Ramos, professor do Departamento de Economia da Universidade de Brasília (UnB), que a massa salarial das pessoas ocupadas se manteve firme. Em junho deste ano, somou R$ 27,7 bilhões, superando em 3,31% o saldo computado no mesmo mês de 2008, quando a crise mundial ainda era uma miragem. A perspectiva é de que a taxa de desemprego feche este ano entre 7% e 8%, o que será uma vitória ante o quadro catastrofista pintado pelos especialistas.
O número
Diferencial
R$ 27,7 bilhões
Total dos rendimentos recebidos em junho pelos trabalhadores
Proteção do mínimo e do Bolsa Família
Os programas sociais do governo, como o Bolsa Família, os aumentos reais (acima da inflação) do salário mínimo e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mesmo sendo executado com lentidão, ajudaram o Brasil a sair mais rápido da crise, acredita Lia Valls Pereira, do Instituto de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). "O Bolsa Família, por exemplo, favoreceu uma parcela da população que está desprotegida e, dificilmente, será incluída na economia formal", afirma. Foi esse programa, por sinal, e o salário mínimo que minimizaram a queda da indústria no Nordeste e Centro Oeste e sustentaram parte importante do consumo nos momentos mais agudos da crise. Já o PAC ajudou a ampliar os investimentos públicos de R$ 9,9 bilhões, no primeiro semestre de 2008, para R$ 11,2 bilhões em igual período deste ano.
Com o governo forçando a mão nas políticas sociais, os índices de desigualdade e renda voltaram aos níveis vigentes antes da crise - os melhores da história. Nas contas do economista Marcelo Néri, da FGV, a classe C, que engloba 53% da população, teve aumento de 2,5% no rendimento médio entre julho de 2008 e o mesmo mês deste ano. Já a renda das classes A e B está apenas 0,5% abaixo do patamar registrado há um ano. Em janeiro, quando a crise era um monstro, as classes menos favorecidas chegaram a perder 30% das conquistas de anos anteriores. "Tivemos um momento bem ruim. Nossas vendas chegaram a cair 30% por causa do medo da crise. Mas o pior já passou. Recuperamos tudo", afirma Patrício Neto, 50 anos, empresário do setor de bares e restaurantes.Correio Brasiliense
sábado, 5 de setembro de 2009
Fábrica de pães gera 300 empregos em Salvador
Com um saldo positivo na geração de emprego com carteira assinada, Salvador dá mais um passo para o crescimento do trabalho formal. Nesta sexta- feira (4) foi inaugurada uma fábrica do Grupo Bimbo, líder em panificação industrial, em Águas Claras. A nova planta na Bahia, que já está em funcionamento, emprega 300 pessoas, que atendem às áreas de produção, administração e venda.
“Cada fábrica que se abre é uma oportunidade para nossa gente trabalhar. Tenho certeza que com a capacidade de trabalhar dos baianos a empresa terá a necessidade de se ampliar”, afirmou o governador Jaques Wagner.
Entre janeiro e a primeira semana de julho deste ano, mais de 100 novos protocolos de intenção para implantação de indústrias na Bahia foram assinados com o governo estadual, num valor de R$ 4,41 bilhões e perspectiva de geração de mais de 14 mil novos postos de trabalho.
O secretário estadual da Fazenda, Carlos Martins, disse que o governo estadual tem um papel fundamental na atração de indústrias para a Bahia por meio de incentivos fiscais. “Essas empresas, além de criar novos postos de trabalho, geram renda e arrecadação para o estado. Dar incentivos fiscais às empresas que se instalam na Bahia não significa perda e sim ganho. Teremos um incremento na arrecadação estadual com o aumento do ICMS”, explicou.
Segundo informações da Secretaria Estadual da Indústria, Comércio e Mineração, 95 novas empresas industriais se instalaram na Bahia de 2007 a 2008, representando um investimento de mais de R$ 3,5 bilhões, com geração de 25 mil empregos.
Estão em fase de implantação em diversos municípios baianos mais de 20 outros empreendimentos, representando investimentos de R$ 7,6 bilhões e criação de quase sete mil postos de trabalho.
De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados em agosto, a Bahia foi o segundo estado que mais gerou empregos com carteira assinada em julho. No total, mais de 57 mil pessoas foram admitidas, com um saldo de 9.792 postos de trabalho abertos.
Grupo Bimbo
A fábrica vai produzir toda a linha de pães da marca Plus Vita, além de permitir a expansão da comercialização de outras marcas do Grupo Bimbo: Ana Maria, Pullman e Laura.
A empresa estima que 60% dos consumidores a serem impactados pela produção da nova planta estão na região de Salvador, de 20% em Aracaju e os demais 20% no interior da Bahia e Sergipe.
O grupo, fundado em 1945, possui fábricas em 18 países da América, Europa e Ásia e seis em território nacional, distribuídas pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia. Emprega mais de 100 mil pessoas e tem um portfólio composto por mais de 150 marcas e cinco mil produtos.
“Cada fábrica que se abre é uma oportunidade para nossa gente trabalhar. Tenho certeza que com a capacidade de trabalhar dos baianos a empresa terá a necessidade de se ampliar”, afirmou o governador Jaques Wagner.
Entre janeiro e a primeira semana de julho deste ano, mais de 100 novos protocolos de intenção para implantação de indústrias na Bahia foram assinados com o governo estadual, num valor de R$ 4,41 bilhões e perspectiva de geração de mais de 14 mil novos postos de trabalho.
O secretário estadual da Fazenda, Carlos Martins, disse que o governo estadual tem um papel fundamental na atração de indústrias para a Bahia por meio de incentivos fiscais. “Essas empresas, além de criar novos postos de trabalho, geram renda e arrecadação para o estado. Dar incentivos fiscais às empresas que se instalam na Bahia não significa perda e sim ganho. Teremos um incremento na arrecadação estadual com o aumento do ICMS”, explicou.
Segundo informações da Secretaria Estadual da Indústria, Comércio e Mineração, 95 novas empresas industriais se instalaram na Bahia de 2007 a 2008, representando um investimento de mais de R$ 3,5 bilhões, com geração de 25 mil empregos.
Estão em fase de implantação em diversos municípios baianos mais de 20 outros empreendimentos, representando investimentos de R$ 7,6 bilhões e criação de quase sete mil postos de trabalho.
De acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados em agosto, a Bahia foi o segundo estado que mais gerou empregos com carteira assinada em julho. No total, mais de 57 mil pessoas foram admitidas, com um saldo de 9.792 postos de trabalho abertos.
Grupo Bimbo
A fábrica vai produzir toda a linha de pães da marca Plus Vita, além de permitir a expansão da comercialização de outras marcas do Grupo Bimbo: Ana Maria, Pullman e Laura.
A empresa estima que 60% dos consumidores a serem impactados pela produção da nova planta estão na região de Salvador, de 20% em Aracaju e os demais 20% no interior da Bahia e Sergipe.
O grupo, fundado em 1945, possui fábricas em 18 países da América, Europa e Ásia e seis em território nacional, distribuídas pelos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia. Emprega mais de 100 mil pessoas e tem um portfólio composto por mais de 150 marcas e cinco mil produtos.
Bahia gera 60% dos empregos da construção civil no Nordeste
O setor da construção civil lidera a geração de empregos com carteira assinada na Bahia este ano. O saldo de 10.426 novas vagas abertas de janeiro a julho está ligeiramente acima do saldo de vagas criadas no mesmo período de 2008 (10.294) pelo setor e representa 31,7% do total das vagas abertas no estado (32.890) no ano.
As informações são do estudo especial sobre emprego na construção civil da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), com base nos dados de julho do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Bahia foi responsável por 60% dos postos formais criados na construção este ano no Nordeste.
O saldo de empregos na construção civil baiana só é superado no Brasil por São Paulo (31.881), Rio de Janeiro (13.574), Rondônia (12.353) e Minas Gerais (10.847) e representa 9,3% do saldo total do país para o setor este ano. O subsetor obras de infraestrutura, com abertura de 5.759 novos postos, foi o segmento de maior dinamicidade no setor, seguido da construção de edifícios (2.561) e dos serviços especializados para construção (2.106).
“Essa performance da construção civil resulta de um conjunto de medidas adotadas no sentido de minimizar os efeitos da crise e que encontra na Bahia uma conjuntura favorável, diante do bom momento que o setor vem apresentando há algum tempo. A dinâmica que a construção baiana apresentou no auge da crise contrasta com a que prevaleceu nacionalmente. No primeiro trimestre deste ano, o setor foi o que mais cresceu no estado, com taxa em torno de 6,2%, enquanto no Brasil houve uma retração de 9,8% no PIB do setor”, explicou o diretor-geral da SEI, José Geraldo Reis.
O secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, declarou que essa expansão vem do acerto das políticas do governo federal de incentivo à construção civil. “Nunca se investiu tanto em habitações populares, saneamento e obras de infraestrutura no país, a exemplo dos programas habitacionais incorporados hoje pelo governo da Bahia através do Dias Melhores, do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PHS), do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e do Minha Casa Minha Vida. É também uma demonstração do aquecimento dos setores imobiliário e da construção no nosso estado, fruto do interesse dos empreendedores no mercado baiano”, disse.
O bom momento da construção civil na Bahia fez do estado destaque no montante de financiamentos imobiliários (construção e aquisição) no Nordeste, de janeiro a maio deste ano, com 30% de participação, segundo informações coletadas pela SEI no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Em relação ao Brasil, a participação do estado foi de 2,5%, atrás de São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.
Salvador na frente
Salvador foi o município que mais gerou postos no ano (5.674 vagas), com resultado muito superior aos obtidos pelos demais municípios baianos que também tiveram saldos de empregos positivos no setor. Na segunda posição está Camaçari (818 vagas), seguido de Maragojipe (578), Lauro de Freitas (405), Teixeira de Freitas (400), Esplanada (368), Feira de Santana (259), Catu (228), Itabuna (219) e Nazaré (211).
As 5.759 novas vagas abertas no subsetor obras de infraestrutura estão relacionadas principalmente ao andamento da construção de sistemas de saneamento e de logística, em função das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e aos trabalhos de conclusão do metrô de Salvador, município que lidera a expansão desse subsetor com 2.817 novas vagas. As grandes empresas, com mais de 100 empregados, responderam por 3.855 postos nesse subgrupo.
Em seguida, aparece o segmento da construção de edifícios, com saldo de 2.561 novos postos este ano. Esse grupo cresceu fortemente há cerca de um ano, quando houve o boom dos lançamentos do setor imobiliário, acompanhado do crescimento das unidades comercializadas, o que se reflete atualmente na execução das obras e geração de postos de trabalho.
Os dados coletados na Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) informam que foram lançadas 17.376 novas unidades habitacionais em 2008, num incremento de 91,6% em relação a 2007. As vendas de imóveis cresceram no mesmo patamar em 2008: 98%, com cerca de 14.130 unidades vendidas.
Para o coordenador de Pesquisas Sociais da SEI, Laumar Neves, tanto no subsetor da construção de edifícios quanto no de serviços especializados para a construção, em terceiro lugar na geração de postos (2.106), uma curiosidade é que não foram as grandes empresas que mais criaram postos, e sim as microempresas, com até quatro funcionários. “Em termos absolutos, as microempresas criaram um total de 6.735 vagas, enquanto as grandes empresas, com mais de 100 empregados, geraram 4.051 novos postos”, destacou.
Jovens são maioria
O estudo da SEI traça um breve perfil dos trabalhadores formais que passaram a integrar o setor da construção civil este ano. Quase a totalidade deles (95,5%) é constituída de homens, 33,2% têm de 18 a 24 anos e 28,5% pertencem à faixa dos 30 aos 39 anos.
No quesito educação, de uma forma geral, eles possuem credenciais relativamente reduzidas, uma vez que 24,1% têm o ensino fundamental completo e 39,7% concluíram o ensino médio.
As informações são do estudo especial sobre emprego na construção civil da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), com base nos dados de julho do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A Bahia foi responsável por 60% dos postos formais criados na construção este ano no Nordeste.
O saldo de empregos na construção civil baiana só é superado no Brasil por São Paulo (31.881), Rio de Janeiro (13.574), Rondônia (12.353) e Minas Gerais (10.847) e representa 9,3% do saldo total do país para o setor este ano. O subsetor obras de infraestrutura, com abertura de 5.759 novos postos, foi o segmento de maior dinamicidade no setor, seguido da construção de edifícios (2.561) e dos serviços especializados para construção (2.106).
“Essa performance da construção civil resulta de um conjunto de medidas adotadas no sentido de minimizar os efeitos da crise e que encontra na Bahia uma conjuntura favorável, diante do bom momento que o setor vem apresentando há algum tempo. A dinâmica que a construção baiana apresentou no auge da crise contrasta com a que prevaleceu nacionalmente. No primeiro trimestre deste ano, o setor foi o que mais cresceu no estado, com taxa em torno de 6,2%, enquanto no Brasil houve uma retração de 9,8% no PIB do setor”, explicou o diretor-geral da SEI, José Geraldo Reis.
O secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, declarou que essa expansão vem do acerto das políticas do governo federal de incentivo à construção civil. “Nunca se investiu tanto em habitações populares, saneamento e obras de infraestrutura no país, a exemplo dos programas habitacionais incorporados hoje pelo governo da Bahia através do Dias Melhores, do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social (PHS), do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) e do Minha Casa Minha Vida. É também uma demonstração do aquecimento dos setores imobiliário e da construção no nosso estado, fruto do interesse dos empreendedores no mercado baiano”, disse.
O bom momento da construção civil na Bahia fez do estado destaque no montante de financiamentos imobiliários (construção e aquisição) no Nordeste, de janeiro a maio deste ano, com 30% de participação, segundo informações coletadas pela SEI no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Em relação ao Brasil, a participação do estado foi de 2,5%, atrás de São Paulo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina.
Salvador na frente
Salvador foi o município que mais gerou postos no ano (5.674 vagas), com resultado muito superior aos obtidos pelos demais municípios baianos que também tiveram saldos de empregos positivos no setor. Na segunda posição está Camaçari (818 vagas), seguido de Maragojipe (578), Lauro de Freitas (405), Teixeira de Freitas (400), Esplanada (368), Feira de Santana (259), Catu (228), Itabuna (219) e Nazaré (211).
As 5.759 novas vagas abertas no subsetor obras de infraestrutura estão relacionadas principalmente ao andamento da construção de sistemas de saneamento e de logística, em função das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e aos trabalhos de conclusão do metrô de Salvador, município que lidera a expansão desse subsetor com 2.817 novas vagas. As grandes empresas, com mais de 100 empregados, responderam por 3.855 postos nesse subgrupo.
Em seguida, aparece o segmento da construção de edifícios, com saldo de 2.561 novos postos este ano. Esse grupo cresceu fortemente há cerca de um ano, quando houve o boom dos lançamentos do setor imobiliário, acompanhado do crescimento das unidades comercializadas, o que se reflete atualmente na execução das obras e geração de postos de trabalho.
Os dados coletados na Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) informam que foram lançadas 17.376 novas unidades habitacionais em 2008, num incremento de 91,6% em relação a 2007. As vendas de imóveis cresceram no mesmo patamar em 2008: 98%, com cerca de 14.130 unidades vendidas.
Para o coordenador de Pesquisas Sociais da SEI, Laumar Neves, tanto no subsetor da construção de edifícios quanto no de serviços especializados para a construção, em terceiro lugar na geração de postos (2.106), uma curiosidade é que não foram as grandes empresas que mais criaram postos, e sim as microempresas, com até quatro funcionários. “Em termos absolutos, as microempresas criaram um total de 6.735 vagas, enquanto as grandes empresas, com mais de 100 empregados, geraram 4.051 novos postos”, destacou.
Jovens são maioria
O estudo da SEI traça um breve perfil dos trabalhadores formais que passaram a integrar o setor da construção civil este ano. Quase a totalidade deles (95,5%) é constituída de homens, 33,2% têm de 18 a 24 anos e 28,5% pertencem à faixa dos 30 aos 39 anos.
No quesito educação, de uma forma geral, eles possuem credenciais relativamente reduzidas, uma vez que 24,1% têm o ensino fundamental completo e 39,7% concluíram o ensino médio.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
IPI menor evita 60 mil demissões no país
A redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre as vendas de veículos foi responsável pela manutenção de entre 50 mil e 60 mil empregos diretos e indiretos na economia e por 13,4% das vendas de automóveis no país no primeiro semestre, ou 191 mil unidades, segundo estudo divulgado terça-feira pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O governo decidiu prorrogar no final de junho, por uma segunda vez, IPI zerado sobre veículos 1.0. A renovação do desconto vale até 30 de setembro. A partir daí, a alíquota zerada sobe para 1,5% em outubro, dobra em novembro, avança a 5% em dezembro, voltando aos originais 7% em janeiro de 2010.
A avaliação do Ipea é menor que a estimativa da associação de montadoras Anfavea no início de julho, de venda adicional de entre 250 mil a 300 mil veículos no país de janeiro a junho graças ao IPI reduzido.
Na arrecadação do setor público, que inclui União, Estados e municípios, a perda com o IPI foi, “em boa medida, compensada em outros tributos”, segundo o instituto.
A análise do Ipea, nesse caso, levou em conta que, sem o IPI reduzido, as vendas de carros e também a receita de outros impostos sobre a cadeia produtiva de veículos teriam sido menores.
“Uma medida mais adequada do custo da desoneração seria o volume total desonerado menos a contribuição positiva que o IPI reduzido teve sobre a arrecadação dos demais impostos", segundo o Ipea.
Considerando isso e com base em números da Receita Federal, o Ipea chegou a um custo líquido aos cofres públicos de R$ 559 milhões pela redução das alíquotas do IPI. Conforme o instituto, se for incluído o aumento de arrecadação de ICMS gerada nos Estados, ”há um equilíbrio na arrecadação”.
O governo decidiu prorrogar no final de junho, por uma segunda vez, IPI zerado sobre veículos 1.0. A renovação do desconto vale até 30 de setembro. A partir daí, a alíquota zerada sobe para 1,5% em outubro, dobra em novembro, avança a 5% em dezembro, voltando aos originais 7% em janeiro de 2010.
A avaliação do Ipea é menor que a estimativa da associação de montadoras Anfavea no início de julho, de venda adicional de entre 250 mil a 300 mil veículos no país de janeiro a junho graças ao IPI reduzido.
Na arrecadação do setor público, que inclui União, Estados e municípios, a perda com o IPI foi, “em boa medida, compensada em outros tributos”, segundo o instituto.
A análise do Ipea, nesse caso, levou em conta que, sem o IPI reduzido, as vendas de carros e também a receita de outros impostos sobre a cadeia produtiva de veículos teriam sido menores.
“Uma medida mais adequada do custo da desoneração seria o volume total desonerado menos a contribuição positiva que o IPI reduzido teve sobre a arrecadação dos demais impostos", segundo o Ipea.
Considerando isso e com base em números da Receita Federal, o Ipea chegou a um custo líquido aos cofres públicos de R$ 559 milhões pela redução das alíquotas do IPI. Conforme o instituto, se for incluído o aumento de arrecadação de ICMS gerada nos Estados, ”há um equilíbrio na arrecadação”.
sábado, 29 de agosto de 2009
Concurso da Prefeitura de Nova Viçosa-BA 2009 - 381 Vagas de Nível Fundamental, Médio e Superior
A Prefeitura de Nova Viçosa, município de 36.407 habitantes na Sul Baiano, está com inscrições abertas de 31 de agosto de 2009 até 11 de setembro de 2009 para preencher 381 vagas de emprego de Nível Fundamental, Nível Médio e Nível Superior com salário de 1.500,00.
A taxa de inscrição varia de 36,00 a 116,00. gazzineli será a organizadora.
Acompanhe o concurso pelo site da organizadora no endereço www.gazzinelliconsultoria.com.br.
Obtenha informações sobre o município neste link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Vi%C3%A7osa.
Os cargos oferecidos são:
◦Advogado
◦Auxiliar Administrativo
◦Auxiliar de Enfermagem
◦Auxilair de Serviços Gerais
◦Assistente Social
◦Eletricista
◦Auxiliar de Secretaria
◦Fiscal de Obras e Posturas
◦Fiscal Sanitário
◦Fiscal de Preservação Ambiental
◦Inspetor de Aluno
◦Motorista
◦Nutricionista
◦Professor
◦Secretário Escolar
◦Topógrafo
◦Telefonista
◦Operador de Motoniveladora
◦Operador de Retroescavadeira
◦Professor
◦Pedagogo
◦Secretário Escolar
A taxa de inscrição varia de 36,00 a 116,00. gazzineli será a organizadora.
Acompanhe o concurso pelo site da organizadora no endereço www.gazzinelliconsultoria.com.br.
Obtenha informações sobre o município neste link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nova_Vi%C3%A7osa.
Os cargos oferecidos são:
◦Advogado
◦Auxiliar Administrativo
◦Auxiliar de Enfermagem
◦Auxilair de Serviços Gerais
◦Assistente Social
◦Eletricista
◦Auxiliar de Secretaria
◦Fiscal de Obras e Posturas
◦Fiscal Sanitário
◦Fiscal de Preservação Ambiental
◦Inspetor de Aluno
◦Motorista
◦Nutricionista
◦Professor
◦Secretário Escolar
◦Topógrafo
◦Telefonista
◦Operador de Motoniveladora
◦Operador de Retroescavadeira
◦Professor
◦Pedagogo
◦Secretário Escolar
Assinar:
Postagens (Atom)