EM DEZEMBRO passado, a senadora Kátia Abreu, do DEM de Tocantins, assumiu a presidência da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) com um discurso pretensamente modernizador. Previa uma nova inserção social dos produtores rurais por meio de "rupturas" no modo de se relacionar com o mercado, o consumidor, o governo e a economia global. Pretendia, segundo ela mesma, "remover os preconceitos" que teriam isolado os ruralistas do resto da sociedade brasileira e cravado neles a pecha de "protótipos do atraso". Diante de uma audiência orgulhosa da primeira mulher a assumir o comando da CNA, Kátia concluiu: "Somos o que somos e não quem nos imaginam (sic)". Foi efusivamente aplaudida. E tornou-se a musa dos ruralistas.
Talvez, em transe corporativo, a plateia não tenha percebido, mas a senadora parecia falar de si mesma. Aos 46 anos, Kátia Abreu é uma jovem liderança ruralista afeita à velha tradição dos antigos coronéis de terras, embora, justiça seja feita, não lhe pese nos ombros acusações de assassinatos e violências outras no trato das questões agrárias que lhe são tão caras. A principal arma da parlamentar é o discurso da legalidade normalmente válido apenas para justificar atos contra pequenos agricultores.
Com a espada da lei nas mãos, e com a aquiescência de eminências do Poder Judiciário, ela tem se dedicado a investir sobre os trabalhadores Sem-terra. Acusa-os de serem financiados ilegalmente para invadir terras Brasil afora. Ao mesmo tempo, pede uma intervenção federal no estado do Pará e acusa a governadora Ana Júlia Carepa de não cumprir os mandados de reintegração de posse expedidos pelo Judiciário local. O foco no Pará tem um objetivo que vai além da política. A senadora, ao partir para o ataque, advoga em causa própria. Foram ações do poder público que lhe garantiram praticamente de graça extensas e férteis terras do Cerrado de Tocantins. E mais: Kátia Abreu, beneficiária de um esquema investigado pelo Ministério Público Federal, conseguiu transformar terras antes produtivas em áreas onde nada se planta ou se cria. Tradução: na prática, a musa do agronegócio age como os acumuladores tradicionais de terras que atentam até contra a modernização capitalista do setor rural brasileiro.
De longe, no município tocantinense Campos Lindos, a mais de 1,3 mil quilômetros dos carpetes azulados do Senado Federal, ao saber das intenções de Kátia Abreu, o agricultor Juarez Vieira Reis tentou materializar com palavras um conceito que, por falta de formação, não lhe veio à boca: contrassenso.
Expulso em 2003 da terra onde vivia, graças a uma intervenção política e judicial capitaneada pela senadora do DEM, Reis rumina o nome da ruralista como quem masca um capim danado. Ao falar de si mesmo, e quando pronuncia o nome Kátia Abreu, o camponês de 61 anos segue à risca o conselho literal da própria. Não é, nem de longe, quem ela imagina.
Em 2003, Reis foi expulso das terras onde havia nascido em 1948. Foi despejado por conta de uma Reforma agrária invertida, cuja beneficiária final foi, exatamente, a senadora. Classificada de "grilagem pública" pelo Ministério Público Federal de Tocantins, a tomada das terras de Reis ocorreu numa tarde de abril daquele ano, debaixo da mira das armas de quinze policiais militares sob as quais desfilaram, como num quadro de Portinari, o agricultor, a mulher, Maria da Conceição, e dez filhos menores. Em um caminhão arranjado pela Justiça de Tocantins, o grupo foi despejado, juntamente com parte da mobília e sob um temporal amazônico, nas ruas de Campos Lindos. "Kátia Abreu tem um coração de serpente", resmunga, voz embargada, o agricultor, ao relembrar o próprio desterro.
Em junho de 2005, Reis reuniu dinheiro doado por vizinhos e amigos e foi de carona a Brasília, a fim de fazer, pessoalmente, uma reclamação na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Na capital federal, alojou-se na casa de amigos, no miserável município goiano de Águas Lindas, e se alimentou de restos de almoços servidos em uma pensão da cidade. Aos técnicos da comissão apresentou documentos para provar que detinha a posse da terra em questão, de 545 hectares, desde 1955, parte da Fazenda Coqueiros, de propriedade da família, numa região conhecida como Serra do Centro. De acordo com a documentação apresentada pelo agricultor, uma ação de usucapião da Fazenda havia sido ajuizada em 8 de agosto de 2000.
Após esse ajuizamento, um vizinho de Reis, o também agricultor Antônio dos Santos, ofereceu-lhe para venda uma área contígua de 62 hectares, sob sua posse havia onze anos, cuja propriedade ele alegava ser reconhecida pelo governo de Tocantins. O negócio foi realizado verbalmente por 25 mil reais, como é costume na região, até a preparação dos papéis. Ao estender a propriedade, Reis pretendia aumentar a produção de alimentos (arroz, feijão, milho, mandioca, melancia e abacaxi) de tal maneira a sair do regime de subsistência e poder vender o excedente.
Ele não sabia, mas as engrenagens da máquina de triturar sua família haviam sido acionadas uns poucos anos antes, em 1996, por um decreto do então governador de Tocantins Siqueira Campos (PSDB). O ato do tucano, mítico criador do estado que governou por três mandatos, declarou de "utilidade pública", por suposta improdutividade, uma área de 105 mil hectares em Campos Lindos para fins de desapropriação. Protocolada na comarca de Goiatins, município ao qual Campos Lindos foi ligado até 1989, a desapropriação das terras foi tão apressada que o juiz responsável pela decisão, Edimar de Paula, chegou à região em um avião fretado apenas para decretar o processo. O magistrado acolheu um valor de indenização irrisório (10 reais por hectare), a ser pago somente a 27 produtores da região.
Do outro lado da cerca ficaram 80 famílias de pequenos agricultores. A maioria ocupava as terras a pelo menos 40 anos de forma "mansa e pacífica", como classifica a legislação agrária, cujas posses foram convertidas em área de reserva legal, em regime de condomínio, sob o controle de grandes produtores de soja. Na prática, os posseiros de Campos Lindos passaram a viver como refugiados ilegais nessas reservas, torrões perdidos na paisagem de fauna e flora devastadas de um Cerrado em franca extinção. Sobre as ruínas dessas famílias, o governador Siqueira Campos montou uma confraria de latifundiários alegremente formada por amigos e aliados. A esse movimento foi dado um nome: Projeto Agrícola Campos Lindos.
Em 1999, 47 felizardos foram contemplados com terras do projeto ao custo de pouco menos de 8 reais o hectare (10 mil metros quadrados), numa lista preparada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet). A federação teve o apoio da Companhia de Promoção Agrícola (Campo), entidade fundada em 1978, fruto do acordo entre consórcios que implantaram o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer) em parceria com o Banco do Brasil e com cooperativas de produtores.
Escrúpulos às favas, os dirigentes de ambas as instituições se esbaldaram nas posses de Campos Lindos. À época, a presidente da Faet era ninguém menos que Kátia Abreu, então deputada federal pelo ex PFL. No topo da lista, a parlamentar ficou com um lote de 1,2 mil hectares. O irmão dela, Luiz Alfredo Abreu, abocanhou uma área do mesmo tamanho. O presidente da Campo, Emiliano Botelho, também não foi esquecido: ficou com 1,7 mil hectares.
Dessa forma, um ambiente de Agricultura Familiar mantido ao longo de quase meio século por um esquema de produção de alimentos de forma ecologicamente sustentável foi remarcado em glebas de latifúndio e entregue a dezenas de indivíduos ligados ao governador Siqueira Campos. Entre elas também figuraram Dejandir Dalpasquale, ex-ministro da Agricultura do governo Itamar Franco, Casildo Maldaner, ex-governador de Santa Catarina, e o brigadeiro Adyr da Silva, ex-presidente da Infraero. Sem falar numa trupe de políticos locais, entre os quais brilhou, acima de todos, a atual presidente da CNA.
O resultado dessa política pode ser medido em números. De acordo com dados do instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de soja em Campos Lindos cresceu de 9,3 mil toneladas, em 1999, para 127,4 mil toneladas, em 2007. Um crescimento de 1.370% em apenas oito anos. O mesmo IBGE, contudo, revela a face desastrosa desse modelo de desenvolvimento. No Mapa da Pobreza e Desigualdade, divulgado também em 2007, o município apareceu como o mais pobre do País. Segundo o IBGE, 84% da população vivia na pobreza, dos quais 62,4% em estado de indigência.
No meio das terras presenteadas por Siqueira Campos a Kátia Abreu estava justamente o torrão de Reis, a Fazenda Coqueiro. Mas, ao contrário dos demais posseiros empurrados para as reservas do Cerrado, o agricultor não se deu por vencido. Tinha a favor dele documentos de propriedade, um deles datado de 6 de setembro de 1958 e originário da Secretaria da Fazenda de Goiás, antes da divisão do estado. O documento reconhece as terras da família em nome do pai, Mateus Reis, a partir dos recibos dos impostos territoriais de então. De posse dos papéis, o pequeno agricultor tentou barrar a desapropriação na Justiça. A hoje senadora partiu para a ofensiva.
Em 11 de dezembro de 2002, Kátia Abreu entrou com uma ação de reintegração de posse de toda a área, inclusive dos 545 hectares onde Reis vivia havia cinco décadas. Ela ignorou a ação de usucapião em andamento, que dava respaldo legal à permanência dos Reis na terra. Para fundamentar o pedido de reintegração de posse, a então deputada alegou em juízo que Reis, nascido e criado no local, tinha a posse da Fazenda Coqueiro por menos de um ano e um dia, providencial adequação ao critério usado na desapropriação. Para comprovar o fato, convocou testemunhas que moravam a mais de 800 quilômetros da área de litígio.
Incrivelmente, a Justiça de Tocantins acatou os termos da ação e determinou a expulsão da família de Reis da Fazenda Coqueiro e dos 62 hectares recém-comprados. Ignorou, assim, que a maior parte das terras era utilizada há 50 anos - ou, no mínimo, há mais de dois anos, como ajuizava o documento referente ao processo de usucapião. Reis foi expulso sem direito a indenização por qualquer das benfeitorias construídas ao longo das cinco décadas de ocupação da terra, aí incluídos a casa onde vivia a família, cisternas, plantações (mandioca, arroz e milho), árvores frutíferas, pastagens, galinhas, jumentos e porcos.
A exemplo de Kátia Abreu, os demais agraciados com as terras tomadas dos agricultores assumiram o compromisso de transformar as terras produtivas em dois anos. O prazo serviu de álibi para uma ação predatória dos novos produtores sobre o Cerrado e a instalação desordenada de empresas e grupos ligados ao mercado da soja. Até hoje a questão do licenciamento ambiental da área abrangida pelo Projeto Agrícola Campos Lindos não foi resolvida pelos órgãos ambientais locais. Mas nem isso a senadora fez.
Signatário, com outros três colegas, de um pedido de intervenção federal no Tocantins em 2003, justamente por causa da distribuição das terras de Campos Lindos feita por Siqueira Campos a amigos e aliados, o procurador federal Alvaro Manzano ainda espera uma providência. "Houve uma inversão total do processo de Reforma agrária. A desapropriação foi feita para agradar aos amigos do rei."
Há cinco meses, o agricultor Reis voltou à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Ele luta para forçar o Tribunal de Justiça de Tocantins a julgar tanto a ação de usucapião de 2000 como o pedido de liminar impetrado há seis anos para garantir a volta da família, hoje acrescida de 23 netos, à Fazenda Coqueiro. "Não tem força no mundo, moço, que faça essa Justiça andar", reclama o agricultor. Ele atribui a lentidão à influência da senadora no Judiciário local. Procurada por CartaCapital, Kátia Abreu não respondeu ao pedido de entrevista.
Quatro anos atrás, a família Reis conseguiu se alojar numa chácara de 42 hectares ocupada por um dos filhos há dez anos. Lá, quase vinte pessoas vivem amontoadas em uma casa de dois cômodos, feita de sapê e coberta de palha de babaçu, em meio a porcos, galinhas e cachorros. No terreiro coberto da residência, infestado de moscas, as refeições são irregulares, assim como os ingredientes dos pratos, uma mistura aleatória de arroz, mandioca, pequi, abacaxi, feijão e farinha. Toda vez que um motor de carro é ouvido nas redondezas, todos se reúnem instintivamente nos fundos da casa, apavorados com a possibilidade de um novo despejo.
Cercado de filhos e netos, Reis não consegue esconder os olhos marejados quando fala do próprio drama. "Fizeram carniça da gente. Mas não vou desistir até recuperar tudo de novo."
Em 19 de junho, um dia após a última visita de Reis à Câmara dos Deputados, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Luiz Couto (PT-PB), encaminhou um ofício endereçado ao Conselho Nacional de Justiça para denunciar a influência de Kátia Abreu na Justiça do Tocantins e pedir celeridade nos processos de Reis. O pedido somente agora entrou na pauta do CNJ, mas ainda não foi tomada nenhuma medida a respeito. Nos próximos dias, o corregedor do conselho, Gilson Dipp, vai tornar público o relatório de uma inspeção realizada no Tribunal de Justiça do Tocantins, no qual será denunciada, entre outros males, a morosidade deliberada em casos cujos réus são figuras políticas proeminentes do estado.
Há três meses, ao lado de um irmão e um filho, Reis voltou à Fazenda Coqueiro para averiguar o estado das terras depois da ocupação supostamente produtiva da senadora. Descobriu que nem um pé de soja - nem de nada - havia sido plantado no lugar. "Desgraçaram minha vida e da minha família para deixar o mato tomar conta de tudo", conta Reis. Com o auxílio de outros filhos, recolheu tijolos velhos da casa destruída pelos tratores da parlamentar do DEM e montou um barraco sem paredes, coberto de lona plástica e palha. Decidiu por uma retomada simbólica da terra, onde reiniciou um roçado de mandioca. Na chácara do filho, onde se mantém como chefe da família, ainda tem tempo para rir das pirraças de uma neta de apenas 4 anos. Quando zangada, a menina não hesita em disparar, sem dó nem piedade, na presença do avô: "Meu nome é Kátia Abreu".
sábado, 28 de novembro de 2009
CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado. Ligue
0800-619619.
Digite 1 para falar com a atendente.
Espere para falar com uma atendente.
Diga que é para votar a favor do cancelamento da taxa de telefone
fixo. O Projeto de Lei é o de nº 5476.
Eles não sabem até quando vai a votação. INTERESSE DE TODOS:
cancelar a taxa do telefone.
Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles
não têm interesse e não estão preocupados com isso.
Então temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!
O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 8 h às 20h) é da Câmara dos Deputados Federais.
Ligue para mudar esta situação.
Passe para frente esta mensagem para o maior número possível de
conhecidos e amigos.
Não pague mais assinatura telefone fixo.
Será uma economia muito grande no final do ano.
LIGUE: 0800-619619.
Vamos divulgar!!
Entrando em vigor esta lei, você só pagará pelas ligações
efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. Este projeto está tramitando
na 'COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR' na Câmara. Quantos mais ligarem, maior a chance de acabar com
mais esse absurdo.
Vamos lutar para que este projeto seja aprovado.
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FRAUDE
As primeiras informações acerca do acidente envolvendo um caminhão militar que transportava urnas com cédulas para as eleições presidenciais de domingo, dia 29, na tentativa de legitimar o golpe norte-americano/ sionista em Honduras, dão conta que o caminhão foi incendiado por tropas do exército de Honduras diante da perspectiva inesperada de vistoria do referido caminhão por observadores internacionais de diversos países.
AS CÉDULAS TRANSPORTADAS NO CAMINHÃO E DESTINADAS A CIDADES DO INTERIOR DO PAÍS ESTAVAM PREVIAMENTE MARCADAS COM O NOME DO CANDIDATO GOVERNISTA PORFIRIO LOBO.
A decisão de explodir o caminhão através de um incêndio, mesmo matando soldados/zumbis do exército hondurenho partiu do comando golpista em Tegucigalpa, capital do país e cujo quartel general é a base militar dos EUA ali localizada. Um laudo emitido às pressas, logo após o acidente, por uma guarnição do Corpo de Bombeiros, definindo o incêndio a partir de uma pane no motor do caminhão tem o objetivo de encobrir os fatos e permitir que a mídia norte-americana continue em toda a América Latina controlada pelos EUA, ou onde o país tem braços (GLOBO, BANDEIRANTES, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE SÃO PAULO, ESTADO DE MINAS, RBS, e outros no Brasil) divulgando as versões oficiais dos golpistas e reforçando a posição dos EUA, do estado narco/terrorista da Colômbia, do Peru e da Costa Rica, de reconhecimento das eleições como fim do estado de golpe, mesmo que o poder não tenha sido devolvido a Zelaya, os acordos não tenham sido cumpridos e a ordem constitucional tenha sido violada.
Não reconhecem as eleições inclusive o governo da ESPANHA, além do BRASIL, EQUADOR, VENEZUELA, BOLÍVIA, PARAGUAI, NICARÁGUA, GUATEMALA, ARGENTINA e deve anunciar idêntica posição o governo de EL SALVADOR.
O PODER É DO POVO – ZELAYA É O PRESIDENTE
RESISTIMOS À BRUTALIDADE MILITAR DOS EUA
"Campanha para TODOS os movimentos sociais da AL: EU QUERO QUE MEU PAÍS saia da OEA"
AS CÉDULAS TRANSPORTADAS NO CAMINHÃO E DESTINADAS A CIDADES DO INTERIOR DO PAÍS ESTAVAM PREVIAMENTE MARCADAS COM O NOME DO CANDIDATO GOVERNISTA PORFIRIO LOBO.
A decisão de explodir o caminhão através de um incêndio, mesmo matando soldados/zumbis do exército hondurenho partiu do comando golpista em Tegucigalpa, capital do país e cujo quartel general é a base militar dos EUA ali localizada. Um laudo emitido às pressas, logo após o acidente, por uma guarnição do Corpo de Bombeiros, definindo o incêndio a partir de uma pane no motor do caminhão tem o objetivo de encobrir os fatos e permitir que a mídia norte-americana continue em toda a América Latina controlada pelos EUA, ou onde o país tem braços (GLOBO, BANDEIRANTES, FOLHA DE SÃO PAULO, VEJA, ESTADO DE SÃO PAULO, ESTADO DE MINAS, RBS, e outros no Brasil) divulgando as versões oficiais dos golpistas e reforçando a posição dos EUA, do estado narco/terrorista da Colômbia, do Peru e da Costa Rica, de reconhecimento das eleições como fim do estado de golpe, mesmo que o poder não tenha sido devolvido a Zelaya, os acordos não tenham sido cumpridos e a ordem constitucional tenha sido violada.
Não reconhecem as eleições inclusive o governo da ESPANHA, além do BRASIL, EQUADOR, VENEZUELA, BOLÍVIA, PARAGUAI, NICARÁGUA, GUATEMALA, ARGENTINA e deve anunciar idêntica posição o governo de EL SALVADOR.
O PODER É DO POVO – ZELAYA É O PRESIDENTE
RESISTIMOS À BRUTALIDADE MILITAR DOS EUA
"Campanha para TODOS os movimentos sociais da AL: EU QUERO QUE MEU PAÍS saia da OEA"
Cel. Ferreira abre o jogo e revela mistério do caso Alexandre que Rodney esconde
Foi um trabalho profissional perfeito. A jornalista Marina Denícola apresentou sua pauta ao entrevistado, ligou o gravador e, depois, transcreveu as declarações. O entrevistado é ninguém menos que o grande símbolo do mal no Espírito Santo, coronel reformado da PM Walter Ferreira. Ela não defendeu nem acusou. Não interferiu e deixou o coronel livre para dizer o que bem entendesse – enfocando, claro os principais fatos relacionados à atuação do secretário de Segurança, Rodney Miranda, em parceria com o juiz Carlos Eduardo Lemos, com sobras para interferências tendenciosas de delegados, juízes e até desembargadores.
O resultado é uma bomba. Ferreira começou dizendo ter “muitas coisas a responder, mas não por esses crimes que me acusam”. Começou, portanto, assumindo sua condição de réu em numerosos processos, inclusive de homicídios. Em suas palavras, “tudo o que acontece no Estado se resume a uma briga pelo poder”, acrescentando: “Esse pessoal, quando perde a chave do cofre, fica perdido igual a cachorro quando cai do caminhão de mudança”.
Marina Denícole dividiu o depoimento do coronel em capítulos: os assassinatos do pistoleiro José Maurício Cabral e do fazendeiro Antônio Costa, os casos Alexandre Martins e Manoel Corrêa da Silva Filho e, finalmente, Rodney Miranda. O que tornou a leitura do texto empolgante.
Sobre José Maurício Cabral, Ferreira reaforçou o que Século Diário vinha afirmando insistentemente. Não havia motivo algum para que ele se envolvesse nesse assassinato. Depois, abordou um fato que ninguém até agora havia entendido – o relacionamento de Cabral com os matadores do juiz Alexandre, informação que Rodney tirou da cartola para insinuar o envolvimento do coronel no crime e a morte da vítima relacionada ao latrocínio que vitimou o juiz.
Ferreira pergunta, então: “Como a polícia e a Justiça poderiam ignorar, na época, o relacionamento, se é que havia algum? Por que isto só foi comentado agora? Como aconteceu o relacionamento entre eles? Quando e como a polícia descobriu isso? Se o fato fosse verdadeiro, isso seria uma bomba muito maior do que os foguetes paraguaios soltados até agora pelo secretário de Segurança.”
Outra informação importante do entrevistado, seguida de questionamento não menos importante: “O próprio Rodney Miranda me disse que eu sou vigiado 24 horas por dia. Que meus telefones e o da minha família toda são grampeados. Então, como eles querem me ligar à morte do meu compadre, se eu estou tão vigiado? Como eu poderia fazer isso sem o conhecimento da polícia?”
Sobre a execução do fazendeiro Antônio Costa: “O assassino foi preso, processado e condenado. Não confessou o nome do mandante durante muito tempo e só veio confessar, não só o nome, como também a motivação do crime – desentendimentos havidos entre o filho de Pedro e os filhos de certo fazendeiro, sendo que a vítima foi contra os Vitale. O assassino, Elias Costa Vila Real, confessou tudo após a sua conversão religiosa.”
Em seguida, o coronel fala do caso Alexandre. Ele rememora: “Tudo começou quando Geraldo Corrêa Lima era o presidente do Tribunal de justiça. Seu substituto era o juiz Antônio Leopoldo, que, consequentemente, seria um virtual candidato a desembargador. Só que ele é filho de uma servente de escola. E todos os desembargadores têm nome e sobrenome. Assim, ele ganhou o comando da Vara de Execuções Penais de Vitória. E, depois, a companhia de Alexandre Martins, Carlos Eduardo KLemos e Rubens da Cruz”.
Esta parte da história é bem conhecida. Esses três juízes acabaram por derrubar Leopoldo e, mais tarde, Carlos Eduardo o empurrou como mandante da morte de Alexandre, com o apoio da polícia (leia-se Rodney Miranda). Agora, voltemos ao entrevistado de Marina Denicole: “O Alexandre e o Carlos Eduardo começaram a crescer e chegaram ao Thor do Império, nas denúncias da CPI da Lama, Aliás, as tais fiotas que Alexandre distribuiu são os depoimentos da CPI, que até os cachorros sabem. Por causa dela o Denadai foi morto. E quem arquivou a CPI da Lama foi o Álvaro Bourguignon, que hoje preside interinamente o tribunal. Por tudo isso, eu pedi a federalização do caso.”
Ferreira emenda: “A Polícia Militar sabe que eu não tenho participação na morte do juiz. Nem o Valêncio, nem o Calu, nem o Ranilson e nem o Leopoldo. Eles transformaram um latrocínio vergonhoso num crime de mando. O Alexandre só morreu porque reagiu ao assalto. Ele atirou primeiro e errou. Aliás, ele estava com uma pistola da polícia de forma irregular”.
Fechando esse relato, Ferreira diz que a tese do crime de mando surgiu quando a “turma” da Polícia Civil, liderada pelo delegado Danilo Bahiense, entrou nas investigações, “e então foi armada a versão de que eu tinha sido o mandante.”
Sobre Manoel Corrêa da Silva Filho – “agricultor, pistoleiro, maluco de pedra”, segundo suas palavras –, Fereira disse que ele foi preso “quando estava em um lixão da Grande Vitória, armado até os dentes, me esperando para um acerto de contas. Eu estava intermediando a venda de um terreno do Manoel, ele tinha me dado uma comissão e não concordava que eu recebesse também da empresa compradora”.
Adiante, ele revela: “No depoimento prestado a membros do MP, ele confessou ter sido convidado a assassinar a mulher do delegado Gilson Rocha. Disse que não aceitou a empreitada, pois achou que o plano não ia dar certo, mas outra pessoa aceitou e a mulher acabou sendo morta em uma simulação de acidente de carro. Detalhe: a mulher do delegado continua viva até hoje”. Na sequência, Ferreira diz: “Agora, eu pergunto: Manoel confessa mais de 200 mortes em meu nome e nenhum osso dessas vítimas é encontrado? Nenhuma família apareceu para reclamar apuração sobre estas mortes? Por que o depoimento do Manoel sobre a morte da mulher do delegado nunca foi levado em consideração? Perguntem ao delegado o que ele tem a dizer sobre o Manoel.”
A parte final do depoimento é sobre Rodney Miranda. Ferreira começa lembrando que o secretário tem duas fases no Estado – a primeira quando saiu do cargo por causa dos grampos e a segunda quando voltou e investigou a morte do juiz. Sobre o grampo, ele diz que a descoberta da interceptação aconteceu por acaso: “Um advogado, vendo aquele monte de fitas, resolveu ver o que era e chegou ali. O grampo escapuliu. Pois bem, a denúncia, as fitas, enfim, as provas do grampo foram encaminhadas ao diretor da rede no dia do julgamento do Lumbrigão. Ia detonar todo o processo. Mas o diretor resolveu não publicar e procurou o governador do Estado. Assim, o grampo só veio a público porque a denúncia foi parar na Federação Nacional dos Jornalistas, através da Suzana Tatagiba, então presidente do Sindicato dos Jornalistas do ES. O “Congresso em Foco” foi quem deu a notícia primeiro. Eles foram ao ministro da Justiça, que encaminhou o caso à Polícia Federal. Era uma denúncia muito grave. Imagine! Grampear uma rede inteira.”
E em seguida:
“Com a pressão, Paulo Hartung tirou Rodney para deixar as coisas esfriarem. Ele voltou porque tem todo mundo na mão. Documentos contra muitos políticos. Ele sabe de tudo. As fitas do Alexandre estão na mão dele. Ele segurou”.
O depoimento se encerra com Ferreira explicando por que Rodney tem raiva dele. “É porque, quando eu estava no Acre, eu o desafiei a provar (e não forjar) meu envolvimento na morte do juiz. Mas ele não é o articulador, apenas aceitou fazer o jogo.”
O resultado é uma bomba. Ferreira começou dizendo ter “muitas coisas a responder, mas não por esses crimes que me acusam”. Começou, portanto, assumindo sua condição de réu em numerosos processos, inclusive de homicídios. Em suas palavras, “tudo o que acontece no Estado se resume a uma briga pelo poder”, acrescentando: “Esse pessoal, quando perde a chave do cofre, fica perdido igual a cachorro quando cai do caminhão de mudança”.
Marina Denícole dividiu o depoimento do coronel em capítulos: os assassinatos do pistoleiro José Maurício Cabral e do fazendeiro Antônio Costa, os casos Alexandre Martins e Manoel Corrêa da Silva Filho e, finalmente, Rodney Miranda. O que tornou a leitura do texto empolgante.
Sobre José Maurício Cabral, Ferreira reaforçou o que Século Diário vinha afirmando insistentemente. Não havia motivo algum para que ele se envolvesse nesse assassinato. Depois, abordou um fato que ninguém até agora havia entendido – o relacionamento de Cabral com os matadores do juiz Alexandre, informação que Rodney tirou da cartola para insinuar o envolvimento do coronel no crime e a morte da vítima relacionada ao latrocínio que vitimou o juiz.
Ferreira pergunta, então: “Como a polícia e a Justiça poderiam ignorar, na época, o relacionamento, se é que havia algum? Por que isto só foi comentado agora? Como aconteceu o relacionamento entre eles? Quando e como a polícia descobriu isso? Se o fato fosse verdadeiro, isso seria uma bomba muito maior do que os foguetes paraguaios soltados até agora pelo secretário de Segurança.”
Outra informação importante do entrevistado, seguida de questionamento não menos importante: “O próprio Rodney Miranda me disse que eu sou vigiado 24 horas por dia. Que meus telefones e o da minha família toda são grampeados. Então, como eles querem me ligar à morte do meu compadre, se eu estou tão vigiado? Como eu poderia fazer isso sem o conhecimento da polícia?”
Sobre a execução do fazendeiro Antônio Costa: “O assassino foi preso, processado e condenado. Não confessou o nome do mandante durante muito tempo e só veio confessar, não só o nome, como também a motivação do crime – desentendimentos havidos entre o filho de Pedro e os filhos de certo fazendeiro, sendo que a vítima foi contra os Vitale. O assassino, Elias Costa Vila Real, confessou tudo após a sua conversão religiosa.”
Em seguida, o coronel fala do caso Alexandre. Ele rememora: “Tudo começou quando Geraldo Corrêa Lima era o presidente do Tribunal de justiça. Seu substituto era o juiz Antônio Leopoldo, que, consequentemente, seria um virtual candidato a desembargador. Só que ele é filho de uma servente de escola. E todos os desembargadores têm nome e sobrenome. Assim, ele ganhou o comando da Vara de Execuções Penais de Vitória. E, depois, a companhia de Alexandre Martins, Carlos Eduardo KLemos e Rubens da Cruz”.
Esta parte da história é bem conhecida. Esses três juízes acabaram por derrubar Leopoldo e, mais tarde, Carlos Eduardo o empurrou como mandante da morte de Alexandre, com o apoio da polícia (leia-se Rodney Miranda). Agora, voltemos ao entrevistado de Marina Denicole: “O Alexandre e o Carlos Eduardo começaram a crescer e chegaram ao Thor do Império, nas denúncias da CPI da Lama, Aliás, as tais fiotas que Alexandre distribuiu são os depoimentos da CPI, que até os cachorros sabem. Por causa dela o Denadai foi morto. E quem arquivou a CPI da Lama foi o Álvaro Bourguignon, que hoje preside interinamente o tribunal. Por tudo isso, eu pedi a federalização do caso.”
Ferreira emenda: “A Polícia Militar sabe que eu não tenho participação na morte do juiz. Nem o Valêncio, nem o Calu, nem o Ranilson e nem o Leopoldo. Eles transformaram um latrocínio vergonhoso num crime de mando. O Alexandre só morreu porque reagiu ao assalto. Ele atirou primeiro e errou. Aliás, ele estava com uma pistola da polícia de forma irregular”.
Fechando esse relato, Ferreira diz que a tese do crime de mando surgiu quando a “turma” da Polícia Civil, liderada pelo delegado Danilo Bahiense, entrou nas investigações, “e então foi armada a versão de que eu tinha sido o mandante.”
Sobre Manoel Corrêa da Silva Filho – “agricultor, pistoleiro, maluco de pedra”, segundo suas palavras –, Fereira disse que ele foi preso “quando estava em um lixão da Grande Vitória, armado até os dentes, me esperando para um acerto de contas. Eu estava intermediando a venda de um terreno do Manoel, ele tinha me dado uma comissão e não concordava que eu recebesse também da empresa compradora”.
Adiante, ele revela: “No depoimento prestado a membros do MP, ele confessou ter sido convidado a assassinar a mulher do delegado Gilson Rocha. Disse que não aceitou a empreitada, pois achou que o plano não ia dar certo, mas outra pessoa aceitou e a mulher acabou sendo morta em uma simulação de acidente de carro. Detalhe: a mulher do delegado continua viva até hoje”. Na sequência, Ferreira diz: “Agora, eu pergunto: Manoel confessa mais de 200 mortes em meu nome e nenhum osso dessas vítimas é encontrado? Nenhuma família apareceu para reclamar apuração sobre estas mortes? Por que o depoimento do Manoel sobre a morte da mulher do delegado nunca foi levado em consideração? Perguntem ao delegado o que ele tem a dizer sobre o Manoel.”
A parte final do depoimento é sobre Rodney Miranda. Ferreira começa lembrando que o secretário tem duas fases no Estado – a primeira quando saiu do cargo por causa dos grampos e a segunda quando voltou e investigou a morte do juiz. Sobre o grampo, ele diz que a descoberta da interceptação aconteceu por acaso: “Um advogado, vendo aquele monte de fitas, resolveu ver o que era e chegou ali. O grampo escapuliu. Pois bem, a denúncia, as fitas, enfim, as provas do grampo foram encaminhadas ao diretor da rede no dia do julgamento do Lumbrigão. Ia detonar todo o processo. Mas o diretor resolveu não publicar e procurou o governador do Estado. Assim, o grampo só veio a público porque a denúncia foi parar na Federação Nacional dos Jornalistas, através da Suzana Tatagiba, então presidente do Sindicato dos Jornalistas do ES. O “Congresso em Foco” foi quem deu a notícia primeiro. Eles foram ao ministro da Justiça, que encaminhou o caso à Polícia Federal. Era uma denúncia muito grave. Imagine! Grampear uma rede inteira.”
E em seguida:
“Com a pressão, Paulo Hartung tirou Rodney para deixar as coisas esfriarem. Ele voltou porque tem todo mundo na mão. Documentos contra muitos políticos. Ele sabe de tudo. As fitas do Alexandre estão na mão dele. Ele segurou”.
O depoimento se encerra com Ferreira explicando por que Rodney tem raiva dele. “É porque, quando eu estava no Acre, eu o desafiei a provar (e não forjar) meu envolvimento na morte do juiz. Mas ele não é o articulador, apenas aceitou fazer o jogo.”
HONDURAS – AMÉRICA LATINA LIVRE
Tirzo Tarriuz e Marco Fonseca, membros da RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA, estão desaparecidos desde a noite de sexta-feira, dia 27. Estavam hospedados no Hotel Caribe, na Costa Norte de Honduras.
Movimentos internacionais pelos direitos humanos começam a se mobilizar para evitar que, tal e qual tem acontecido sistematicamente desde o golpe de julho que depôs o presidente constitucional do país Manuel Zelaya, seja torturados e assassinados pelo regime golpista controlado pelos Estados Unidos.
As prisões em Honduras, às vésperas das eleições de cartas marcadas, para legitimar o golpes, estão sendo marcadas por intensa e violenta ação dos militares hondurenhos, agentes da CIA lotados na base norte-americana em Tegucigalpa e agentes israelenses do MOSSAD, muitos deles no cerco à embaixada do Brasil onde está o presidente Zelaya.
Um acidente com um caminhão militar que transportava urnas e cédulas já muitas delas preenchidas com o nome do candidato oficial, Porfírio Lobo, incendiou-se e morreram soldados que estavam no veículo.
A população está sendo coagida a comparecer amanhã aos locais de votação e as ameaças vão desde perda de emprego, prisões, confisco de bens e pequenas propriedades.
Em todo o país o regime de terror é coordenado a partir do comandante da base militar norte-americana na capital hondurenha, que é também o comandante em chefe das forças armadas do país, inteiramente subordinadas às políticas golpistas dos EUA e com militares ligados ao tráfico de drogas.
A base militar dos Estados Unidos em Honduras existe desde a formação de grupos no governo Reagan para lutar contra a revolução sandinista na Nicarágua e agora treina militares de todos os países latino-americanos com capital em Washington e sob comando do Pentágono para golpes preventivos, como o presidente Obama chama a derrubada ou tentativa de presidentes que contrariem interesses do seu país, mesmo que sejam eleitos pela vontade popular.
Brasil, Venezuela, Paraguai, Argentina, Equador, Bolívia, Nicarágua, Guatemala e Uruguai já anunciaram que não vão reconhecer as eleições em Honduras. Há todo um esforço do governo dos EUA para fazer parecer que se exerce a democracia ali.
É a mesma democracia da prisão de Guantánamo (que Obama disse que fecharia e mentiroso contumaz não fechou), ou dos crimes contra o povo afegão e o saque do petróleo iraquiano, além de ameaças ao Irã.
O poder imperial se espalhando pelo mundo.
O povo hondurenho resiste e continua a luta pela refundação do país sem norte-americanos, sem sionistas de Israel e pela vontade dos hondurenhos.
O PODER É DO POVO – ZELAYA É O PRESIDENTE
RESISTIMOS À BRUTALIDADE MILITAR E DOS EUA
Movimentos internacionais pelos direitos humanos começam a se mobilizar para evitar que, tal e qual tem acontecido sistematicamente desde o golpe de julho que depôs o presidente constitucional do país Manuel Zelaya, seja torturados e assassinados pelo regime golpista controlado pelos Estados Unidos.
As prisões em Honduras, às vésperas das eleições de cartas marcadas, para legitimar o golpes, estão sendo marcadas por intensa e violenta ação dos militares hondurenhos, agentes da CIA lotados na base norte-americana em Tegucigalpa e agentes israelenses do MOSSAD, muitos deles no cerco à embaixada do Brasil onde está o presidente Zelaya.
Um acidente com um caminhão militar que transportava urnas e cédulas já muitas delas preenchidas com o nome do candidato oficial, Porfírio Lobo, incendiou-se e morreram soldados que estavam no veículo.
A população está sendo coagida a comparecer amanhã aos locais de votação e as ameaças vão desde perda de emprego, prisões, confisco de bens e pequenas propriedades.
Em todo o país o regime de terror é coordenado a partir do comandante da base militar norte-americana na capital hondurenha, que é também o comandante em chefe das forças armadas do país, inteiramente subordinadas às políticas golpistas dos EUA e com militares ligados ao tráfico de drogas.
A base militar dos Estados Unidos em Honduras existe desde a formação de grupos no governo Reagan para lutar contra a revolução sandinista na Nicarágua e agora treina militares de todos os países latino-americanos com capital em Washington e sob comando do Pentágono para golpes preventivos, como o presidente Obama chama a derrubada ou tentativa de presidentes que contrariem interesses do seu país, mesmo que sejam eleitos pela vontade popular.
Brasil, Venezuela, Paraguai, Argentina, Equador, Bolívia, Nicarágua, Guatemala e Uruguai já anunciaram que não vão reconhecer as eleições em Honduras. Há todo um esforço do governo dos EUA para fazer parecer que se exerce a democracia ali.
É a mesma democracia da prisão de Guantánamo (que Obama disse que fecharia e mentiroso contumaz não fechou), ou dos crimes contra o povo afegão e o saque do petróleo iraquiano, além de ameaças ao Irã.
O poder imperial se espalhando pelo mundo.
O povo hondurenho resiste e continua a luta pela refundação do país sem norte-americanos, sem sionistas de Israel e pela vontade dos hondurenhos.
O PODER É DO POVO – ZELAYA É O PRESIDENTE
RESISTIMOS À BRUTALIDADE MILITAR E DOS EUA
Pedido de doação de plaquetas
NATHAN GARCIA LEITÃO
Ele tem só 14 aninhos, e foi submetido a um transplante de medula óssea em abril deste ano, porém agora ele voltou a ser internado devido a complicações do transplante.
Ele é um grande guerreiro que precisa de outros grandes guerreiros voluntários para doar sangue e plaquetas para ele.
AS DOAÇÕES ESTÃO SENDO FEITO NO HEMATOLOGISTAS ASSOCIADOS
RUA CONDE DE IRAJA, 183 - BOTAFOGO - RJ
FONE PARA AGENDAMENTOS: (21) 2537-7440
Ajude a salvar uma vida!
Ele tem só 14 aninhos, e foi submetido a um transplante de medula óssea em abril deste ano, porém agora ele voltou a ser internado devido a complicações do transplante.
Ele é um grande guerreiro que precisa de outros grandes guerreiros voluntários para doar sangue e plaquetas para ele.
AS DOAÇÕES ESTÃO SENDO FEITO NO HEMATOLOGISTAS ASSOCIADOS
RUA CONDE DE IRAJA, 183 - BOTAFOGO - RJ
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Ajude a salvar uma vida!
Bispo veta artigo contra Aético neves
O presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e arcebispo de Mariana (MG), dom Geraldo Lyrio Rocha, foi acusado de censurar exemplares da edição de setembro do jornal da arquidiocese de Mariana. O editorial da publicação trazia ataques a políticos, em especial ao governador Aécio Neves (PSDB).
O ex-diretor do "Jornal Pastoral" padre José Geraldo de Oliveira, que avalizou o editorial, foi removido do cargo por dom Geraldo em 19 de outubro --segundo o padre, por causa do episódio. Oliveira afirma que o arcebispo determinou o recolhimento de exemplares do jornal que ainda não tinham sido entregues aos assinantes.
No site da arquidiocese, a página 2 da edição de setembro, na qual o editorial foi publicado, não está disponível. A versão impressa tem tiragem em torno de 2.000 exemplares mensais e é distribuído para 70 municípios mineiros.
O texto, intitulado "Do toma lá dá cá ao Projeto Popular", não é assinado, mas foi escrito pelo padre Antônio Claret, ligado ao MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens). Ele diz que o texto foi solicitado pelo padre José Geraldo.
O editorial cita supostos benefícios bilionários concedidos por Aécio, pré-candidato tucano à Presidência da República, a mineradoras e siderúrgicas em Minas Gerais, e afirma que o governador "vem pegando carona no 'lado bom' do governo federal", ao supostamente copiar programas sociais.
O texto também critica a política de alianças do governo Lula e ataca o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com o uso de um palavrão.
De acordo com o texto, "falcatruas" de Sarney, "somadas às de outros senadores e de outros tantos caciques burgueses, fazem das instâncias públicas e políticas, nos seus diversos níveis, um pântano de 'merda', que respinga em todo o país e no mundo inteiro".
Dom Geraldo disse à Folha que mandou suspender a distribuição do jornal assim que soube do teor do editorial. Para ele, no entanto, o gesto não configura censura, por se tratar de texto presente em espaço destinado à opinião do jornal da arquidiocese.
"O editorial não poderia comparecer num jornal da arquidiocese, pelo tom do editorial nos termos da linguagem e a posição político-partidá ria que está subjacente claramente no texto. E a arquidiocese não pode adotar uma postura político-partidá ria", disse.
Dom Geraldo, na edição de outubro, assinou um texto intitulado "O editorial que manchou a edição". Nele, o presidente da CNBB afirma que o editorial "deixou transparecer uma posição político-partidá ria, que não é assumida pela Igreja de Mariana".
"Por isso, não concordo, não aceito e não aprovo o editorial. [...] Seja esta a última vez que o Jornal Pastoral incorre em erro tão grave", escreveu o arcebispo. Ele não comenta se mandou recolheu exemplares.
Os padres Antonio Claret e José Geraldo Oliveira negam intuito partidário ou eleitoral. De acordo com Claret, o texto tinha o objetivo de "refletir a conjuntura atual".
Sobre o uso de palavrão no texto, Claret diz que procurou usar uma linguagem "para a sociedade entender". José Geraldo afirma que, apesar de os termos terem sido "fortes demais, exagerados", optou por respeitar a linguagem original.
O ex-diretor do "Jornal Pastoral" padre José Geraldo de Oliveira, que avalizou o editorial, foi removido do cargo por dom Geraldo em 19 de outubro --segundo o padre, por causa do episódio. Oliveira afirma que o arcebispo determinou o recolhimento de exemplares do jornal que ainda não tinham sido entregues aos assinantes.
No site da arquidiocese, a página 2 da edição de setembro, na qual o editorial foi publicado, não está disponível. A versão impressa tem tiragem em torno de 2.000 exemplares mensais e é distribuído para 70 municípios mineiros.
O texto, intitulado "Do toma lá dá cá ao Projeto Popular", não é assinado, mas foi escrito pelo padre Antônio Claret, ligado ao MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens). Ele diz que o texto foi solicitado pelo padre José Geraldo.
O editorial cita supostos benefícios bilionários concedidos por Aécio, pré-candidato tucano à Presidência da República, a mineradoras e siderúrgicas em Minas Gerais, e afirma que o governador "vem pegando carona no 'lado bom' do governo federal", ao supostamente copiar programas sociais.
O texto também critica a política de alianças do governo Lula e ataca o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com o uso de um palavrão.
De acordo com o texto, "falcatruas" de Sarney, "somadas às de outros senadores e de outros tantos caciques burgueses, fazem das instâncias públicas e políticas, nos seus diversos níveis, um pântano de 'merda', que respinga em todo o país e no mundo inteiro".
Dom Geraldo disse à Folha que mandou suspender a distribuição do jornal assim que soube do teor do editorial. Para ele, no entanto, o gesto não configura censura, por se tratar de texto presente em espaço destinado à opinião do jornal da arquidiocese.
"O editorial não poderia comparecer num jornal da arquidiocese, pelo tom do editorial nos termos da linguagem e a posição político-partidá ria que está subjacente claramente no texto. E a arquidiocese não pode adotar uma postura político-partidá ria", disse.
Dom Geraldo, na edição de outubro, assinou um texto intitulado "O editorial que manchou a edição". Nele, o presidente da CNBB afirma que o editorial "deixou transparecer uma posição político-partidá ria, que não é assumida pela Igreja de Mariana".
"Por isso, não concordo, não aceito e não aprovo o editorial. [...] Seja esta a última vez que o Jornal Pastoral incorre em erro tão grave", escreveu o arcebispo. Ele não comenta se mandou recolheu exemplares.
Os padres Antonio Claret e José Geraldo Oliveira negam intuito partidário ou eleitoral. De acordo com Claret, o texto tinha o objetivo de "refletir a conjuntura atual".
Sobre o uso de palavrão no texto, Claret diz que procurou usar uma linguagem "para a sociedade entender". José Geraldo afirma que, apesar de os termos terem sido "fortes demais, exagerados", optou por respeitar a linguagem original.
Marco Aurélio Garcia: Política externa não pode ser objeto de oportunismo eleitoral
O assessor especial de Política Externa do presidente da República e vice-presidente nacional do PT, Marco Aurélio Garcia, reafirmou nesta quinta-feira (26) o importante papel que o Brasil pode exercer nas negociações de paz no Oriente Médio.
“O Brasil tem posições claras. Defende a existência de dois Estados -o Palestino e Israel- viáveis e seguros, com base nas fronteiras de 1967”, diz ele.
Ele lembra as visitas recentes ao país dos presidentes de Israel, da Autoridade Palestina e do Irã, considerados como atores-chaves do conflito que há várias décadas abala a paz mundial, ao país, sendo que todos eles ressaltaram o papel de interlocução do Brasil hoje no mundo, o que poderia contribuir para se chegar ao que ele chama de paz desejável.
“O diálogo que o governo brasileiro tem mantido com as comunidades árabe e israelita em nosso país e na América Latina é transparente e não deixa dúvidas sobre nossas posições, seja sobre temas de natureza histórica -como o Holocausto-, seja sobre questões mais recentes, elas também dolorosas”, afirma.
Garcia deixa um recado aos oposicionistas que criticaram o governo brasileiro pela visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. “Quem governa um Brasil, ou quer governar, sabe que há temas de política externa que não podem ser objeto de oportunismo eleitoral”, ressalta.
“O Brasil tem posições claras. Defende a existência de dois Estados -o Palestino e Israel- viáveis e seguros, com base nas fronteiras de 1967”, diz ele.
Ele lembra as visitas recentes ao país dos presidentes de Israel, da Autoridade Palestina e do Irã, considerados como atores-chaves do conflito que há várias décadas abala a paz mundial, ao país, sendo que todos eles ressaltaram o papel de interlocução do Brasil hoje no mundo, o que poderia contribuir para se chegar ao que ele chama de paz desejável.
“O diálogo que o governo brasileiro tem mantido com as comunidades árabe e israelita em nosso país e na América Latina é transparente e não deixa dúvidas sobre nossas posições, seja sobre temas de natureza histórica -como o Holocausto-, seja sobre questões mais recentes, elas também dolorosas”, afirma.
Garcia deixa um recado aos oposicionistas que criticaram o governo brasileiro pela visita do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. “Quem governa um Brasil, ou quer governar, sabe que há temas de política externa que não podem ser objeto de oportunismo eleitoral”, ressalta.
Pepsico vai investir US$ 10 milhões em nova fábrica na Bahia
A Pepsico do Brasil, empresa internacional mundialmente conhecida, com forte atuação na área de bebidas e de alimentos, iniciará, em janeiro de 2010, a construção de uma nova fábrica em Feira de Santana, num investimento de US$ 10 milhões, que prevê a geração de aproximadamente 200 empregos.
A unidade vai produzir, na primeira fase, leite flavorizado e achocolatado em pó. Na segunda fase, a produção será de salgadinhos, mandioca e banana fritas. O protocolo de intenções, assinado com o Governo do Estado, prevê investimentos de US$ 5 milhões em cada uma das fases.
O presidente da unidade de negócios da Pepsico no Brasil, Otto von Sothen, e representantes da empresa, reuniram-se, nesta quinta-feira (26), com o secretário da Indústria, Comercio e Mineração, James Correia, para finalizar detalhes da implantação da nova fábrica. O secretário elencou os potenciais da Bahia para atender às necessidades da empresa, nos aspectos de infraestrutura, logística e matéria-prima. “A Bahia tem o cacau, o guaraná, a produção láctea em Jaborandi, as frutas típicas, exóticas e tantas outras cadeias produtivas que dão condições favoráveis para a implantação da Pepsico. Estas cadeias devem ser exploradas para atrair investimentos, gerar empregos e renda para a população local.” disse Correia.
Em 2001, a empresa concluiu o processo de fusão com a Quaker, outra gigante norte-americana do ramo de alimentos, e tornou-se responsável pela produção da Pepsi-cola, Gatorade, Toddy e Toddinho, Cheetos, Aveia Quaker, Elma Chips entre outros.
A unidade vai produzir, na primeira fase, leite flavorizado e achocolatado em pó. Na segunda fase, a produção será de salgadinhos, mandioca e banana fritas. O protocolo de intenções, assinado com o Governo do Estado, prevê investimentos de US$ 5 milhões em cada uma das fases.
O presidente da unidade de negócios da Pepsico no Brasil, Otto von Sothen, e representantes da empresa, reuniram-se, nesta quinta-feira (26), com o secretário da Indústria, Comercio e Mineração, James Correia, para finalizar detalhes da implantação da nova fábrica. O secretário elencou os potenciais da Bahia para atender às necessidades da empresa, nos aspectos de infraestrutura, logística e matéria-prima. “A Bahia tem o cacau, o guaraná, a produção láctea em Jaborandi, as frutas típicas, exóticas e tantas outras cadeias produtivas que dão condições favoráveis para a implantação da Pepsico. Estas cadeias devem ser exploradas para atrair investimentos, gerar empregos e renda para a população local.” disse Correia.
Em 2001, a empresa concluiu o processo de fusão com a Quaker, outra gigante norte-americana do ramo de alimentos, e tornou-se responsável pela produção da Pepsi-cola, Gatorade, Toddy e Toddinho, Cheetos, Aveia Quaker, Elma Chips entre outros.
Convênio de assistência técnica rural beneficia mais de 22 mil famílias
Dando continuidade às ações do plano agropecuário Agricultura Tamanho Família, lançado em outubro passado, o Governo do Estado firmou, nesta quinta-feira (26), no auditório da Secretaria de Planejamento (Cab), um convênio com doze entidades para ampliação da assistência técnica rural. No total, 22.717 famílias que vivem da agricultura familiar serão beneficiadas com o aporte financeiro de R$ 7 milhões, divididos em quatro parcelas. A primeira delas, de R$ 2,7 milhões, será disponibilizada em dezembro. As demais, ao longo de 2010.
O valor será repassado às entidades conveniadas, que contratarão técnicos e profissionais do campo para capacitar os pequenos produtores rurais. Deste modo, os agricultores aprenderão técnicas de plantio, as melhores formas para aplicação de investimentos, manejo e práticas para a qualificação da produção.
O secretário de Planejamento, Walter Pinheiro, destacou que a preocupação do Governo é criar condições ao agricultor para que ele possa produzir com acompanhamento, trabalhando na perspectiva do desenvolvimento sustentável. “Assim, é possível ter uma produção encaixada numa preparação futura de arranjos produtivos, com uma garantia de renda e de forma cada vez mais organizada”.
A intenção das secretarias envolvidas, de acordo com Pinheiro, é que o convênio se estenda para além das doze instituições, chegando a contemplar, com foco na assistência técnica, um total de 33 entidades, com recursos finais de cerca de R$ 18 milhões.
Segundo o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, em 2008 foram atendidos cerca de 250 mil agricultores familiares. “Por isso, ficamos felizes, pois a assistência técnica é a base para uma produção maior e melhor. Nossa idéia, então, é seguir com a articulação com os movimentos sociais para projetos produtivos que possamk gerar renda para o agricultor”.
Assistência técnica
Atualmente, a assistência técnica é uma das principais necessidades dos agricultores familiares baianos, ante a carência de qualificação profissional acentuada com a inserção de novas tecnologias no campo.
A diretora geral da Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira (Apaeb), Maria Rita Alves, disse que a assistência técnica é uma necessidade, porque é necessário estar sempre adquirindo melhores técnicas para a preservação do meio ambiente e para a melhora das cadeias produtivas. “Com o convênio, vamos adquirir informações e formação para melhorar nossas propriedades”.
Por meio do convênio, cerca de 1,2 mil famílias ligadas a entidade dirigida por Maria Rita serão beneficiadas. “E o benefício maior é o fortalecimento da Agricultura Familiar e, consequentemente, a melhor qualidade de vida para os produtores, porque irão aprimorar suas propriedades tornando-as unidades produtivas e, assim, gerar emprego e renda”, pontuou a diretora.
Maria Rita informou que este é o segundo convênio do qual a Apaeb, que atua há 30 anos, participa em prol de assistência técnica. O primeiro, considerado histórico pela diretora, foi firmado em 2008.
Os principais resultados deste convênio inicial, segundo ela, foram famílias qualificadas melhorando sua produção, o aprimoramento da cadeia produtiva do sisal e o crescimento da apicultura. “Por isso, corremos atrás de novos convênios e esperamos que isto permaneça, pois é uma grande riqueza para a Bahia e para os pequenos produtores rurais”.
O valor será repassado às entidades conveniadas, que contratarão técnicos e profissionais do campo para capacitar os pequenos produtores rurais. Deste modo, os agricultores aprenderão técnicas de plantio, as melhores formas para aplicação de investimentos, manejo e práticas para a qualificação da produção.
O secretário de Planejamento, Walter Pinheiro, destacou que a preocupação do Governo é criar condições ao agricultor para que ele possa produzir com acompanhamento, trabalhando na perspectiva do desenvolvimento sustentável. “Assim, é possível ter uma produção encaixada numa preparação futura de arranjos produtivos, com uma garantia de renda e de forma cada vez mais organizada”.
A intenção das secretarias envolvidas, de acordo com Pinheiro, é que o convênio se estenda para além das doze instituições, chegando a contemplar, com foco na assistência técnica, um total de 33 entidades, com recursos finais de cerca de R$ 18 milhões.
Segundo o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, em 2008 foram atendidos cerca de 250 mil agricultores familiares. “Por isso, ficamos felizes, pois a assistência técnica é a base para uma produção maior e melhor. Nossa idéia, então, é seguir com a articulação com os movimentos sociais para projetos produtivos que possamk gerar renda para o agricultor”.
Assistência técnica
Atualmente, a assistência técnica é uma das principais necessidades dos agricultores familiares baianos, ante a carência de qualificação profissional acentuada com a inserção de novas tecnologias no campo.
A diretora geral da Associação de Desenvolvimento Sustentável e Solidário da Região Sisaleira (Apaeb), Maria Rita Alves, disse que a assistência técnica é uma necessidade, porque é necessário estar sempre adquirindo melhores técnicas para a preservação do meio ambiente e para a melhora das cadeias produtivas. “Com o convênio, vamos adquirir informações e formação para melhorar nossas propriedades”.
Por meio do convênio, cerca de 1,2 mil famílias ligadas a entidade dirigida por Maria Rita serão beneficiadas. “E o benefício maior é o fortalecimento da Agricultura Familiar e, consequentemente, a melhor qualidade de vida para os produtores, porque irão aprimorar suas propriedades tornando-as unidades produtivas e, assim, gerar emprego e renda”, pontuou a diretora.
Maria Rita informou que este é o segundo convênio do qual a Apaeb, que atua há 30 anos, participa em prol de assistência técnica. O primeiro, considerado histórico pela diretora, foi firmado em 2008.
Os principais resultados deste convênio inicial, segundo ela, foram famílias qualificadas melhorando sua produção, o aprimoramento da cadeia produtiva do sisal e o crescimento da apicultura. “Por isso, corremos atrás de novos convênios e esperamos que isto permaneça, pois é uma grande riqueza para a Bahia e para os pequenos produtores rurais”.
Transatlânticos iniciam em Salvador roteiro para cruzeiros marítimos
O transatlântico MSC Melody - o primeiro a chegar à capital baiana depois que a cidade se tornou ponto de partida e chegada de cruzeiros marítimos, deixando de ser apenas ponto de passagem – partiu, nesta quinta-feira (26), do Porto de Salvador, com destino a Maceió e Recife. Nesta sexta, um outro navio sairá do porto para um cruzeiro de seis noites, incluindo no roteiro a cidade de Fortaleza. “Salvador é o melhor lugar para a gente sair. Por morar perto e estar perto de casa. Eu prefiro mil vezes do que ir para o Rio de Janeiro ou Recife”, disse Leonardo Nunes, morador de Feira de Santana.
Para o advogado soteropolitano Gustavo Costa, 32 anos, o que mais facilitou foi a economia e o acesso. “Não vou precisar me deslocar para outra capital, pagando pelo transporte aéreo e não corro risco de perder horário do navio, já que muitas vezes o voo atrasa e navio sai no horário”, afirmou.
De acordo com o secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, as operações de embarque e chegada de cruzeiros ao porto da capital baiana são resultado de diversas ações do Governo do Estado na divulgação da Bahia em outros estados e no exterior.
Com isso, o turismo e a economia são dinamizados. “Os cruzeiros nascendo aqui favorecem a nossa economia. As pessoas que vêm de outras cidades, se hospedam em nossos hotéis, comem em nossos restaurantes, vão aos nossos shows. É uma mudança qualitativa para a economia da cidade”, disse Leonelli.
Até o fim do verão, 37 transatlânticos aportarão na capital, com 150 escalas e um número expressivo de 320 mil pessoas nesses cruzeiros. Já no Porto de Ilhéus, cidade de grande importância no apoio turístico do estado, nove transatlânticos aportarão, com previsão de 43 escalas e 100 mil passageiros.
O aumento do número de passageiros nesta temporada é de 28% em relação ao último ano. Em 2008, foram contabilizadas 110 escalas, com mais de 250 mil passageiros no porto da capital.
Para o advogado soteropolitano Gustavo Costa, 32 anos, o que mais facilitou foi a economia e o acesso. “Não vou precisar me deslocar para outra capital, pagando pelo transporte aéreo e não corro risco de perder horário do navio, já que muitas vezes o voo atrasa e navio sai no horário”, afirmou.
De acordo com o secretário estadual de Turismo, Domingos Leonelli, as operações de embarque e chegada de cruzeiros ao porto da capital baiana são resultado de diversas ações do Governo do Estado na divulgação da Bahia em outros estados e no exterior.
Com isso, o turismo e a economia são dinamizados. “Os cruzeiros nascendo aqui favorecem a nossa economia. As pessoas que vêm de outras cidades, se hospedam em nossos hotéis, comem em nossos restaurantes, vão aos nossos shows. É uma mudança qualitativa para a economia da cidade”, disse Leonelli.
Até o fim do verão, 37 transatlânticos aportarão na capital, com 150 escalas e um número expressivo de 320 mil pessoas nesses cruzeiros. Já no Porto de Ilhéus, cidade de grande importância no apoio turístico do estado, nove transatlânticos aportarão, com previsão de 43 escalas e 100 mil passageiros.
O aumento do número de passageiros nesta temporada é de 28% em relação ao último ano. Em 2008, foram contabilizadas 110 escalas, com mais de 250 mil passageiros no porto da capital.
"Estive preso com Lula; não houve absolutamente nada", diz José Maria, pré-candidato à presidência

José Maria é militante do PSTU e esteve preso com o Presidente Lula, à época líder sindical no ABC paulista. A Terra Magazine, conta que, ao longo dos 30 dias que passou trancafiado em uma cela com "vários outros militantes", não viu "absolutamente nada" do que foi narrado por Cesar Benjamin em artigo na Folha de S. Paulo.
- A cela era pequena, cabiam tantos porque nos colocavam em beliches. Não acredito que Benjamin inventaria uma história como essa, mas eu estive lá, e não vi absolutamente nada. Inclusive, não tinha ninguém do MEP conosco na cela.
Para Zé Maria, o mais provável é que Benjamin tenha entendido a história equivocadamente. Ressalta que, embora seja "muito crítico" ao governo Lula, por julgar que "segue a mesma linha de partidos como DEM, PSDB... nunca confirmaria uma história como essas, nem faria esse tipo de acusação; seria leviano".
O militante ainda garante que, se algo do gênero tivesse acontecido enquanto estava preso com Lula, "seria inevitável que absolutamente todos vissem; era um local muito pequeno e com muitas pessoas". Zé Maria nega que tenha havido má fé de Benjamin, contudo enfatiza sua estranheza em relação ao artigo publicado na Folha:
- Achei muito estranho, estive preso junto por conta das greves que fazíamos no ABC e não houve nada, a não ser que Lula tenha sido preso em outras ocasiões, o que não aconteceu.
José Maria é militante do PSTU Conta também que revistas e jornais mais críticos ao governo ligaram para ele na tentativa de induzi-lo a confirmar a história contada por Benjamin: "É óbvio que neguei, eu estaria sendo leviano se confirmasse".
"Não assisti ao filme 'Lula, o filho do Brasil', mas confesso que tenho um pouco de receio de assistir e concordar com o que muitos dizem sobre a mistificação criada em torno de Lula", avalia Zé Maria.
Segundo o militante, "é possível que a oposição se aproveite do episódio com fins eleitoreiros". "Collor já fez isso, lembra? Não duvido que usem, mas, como é uma história inverídica, não renderá frutos bons", acrescenta, para depois lembrar, que faz oposição a Lula, "pela esquerda", e que nunca usaria um episódio como esse.
Questionado se pretende concorrer às eleições presidenciais por seu partido, Zé Maria diz aguardar uma candidatura da frente de esquerda. Para ele, isso significaria uma união com o PSOL, em crescente aproximação com Marina Silva (PV-AC). Contudo, "se PSOL continuar com Marina, a candidatura será só do PSTU, e o candidato serei eu".
Arruda nega corrupção ... em 2001 sua negativa mal durou 24 horas
O governador do DF, José Roberto Arruda (DEMos), segundo a Polícia Federal, foi pego com "boca na botija", no mensalão do DEM, um esquema de corrupção onde o governo do DF pagava empresas fornecedoras, e as empresas devolviam uma parte do pagamento à políticos que apoiam o governo, sob forma de propina.
Transcrições de gravação, mostram o próprio Arruda negociando divisão da propina.
Foi a operação caixa de pandora da Polícia Federal. Veja a reportagem:
Arruda nega, segundo a imprensa.
Mas... voltemos ao tempo em 2001, no episódio da violação do painel do Senado.
Arruda era tucano nesta época, e era o líder do governo FHC no Senado. Líderes articulam a votação da bancada governista. ACM (do PFL/DEMos) era o presidente do Senado.
Após ACM ter revelado, em ato falho, na frente do procurador Luiz Francisco de Souza, que tinha visto a listagem da cassação do ex-senador Luiz Estevão, o Ministério Público Federal abriu processo.
Funcionários do PRODASEN (Serviço de Informática do Senado) acabaram confessando que violaram o sistema para tirar uma listagem da votação secreta.
A diretora do PRODASEN, em depoimento, confessou que Arruda a havia convocado pessoalmente à sua casa, na noite de 20 de junho de 2000 (véspera da votação), para encomendar o "serviço", a pedido de ACM.
Após este depoimento, Arruda fez um inflamado discurso no plenário negando. Arrumou álibi para "provar" que não teria se encontrado com diretora do Senado na noite de 20 de junho de 2000, véspera da votação, para encomendar a listagem.
O álibi era uma declaração do jornalista Ricardo Noblat, afirmando ter jantado com Arruda no Piantella por volta das 22hs até a 1 hora do dia seguinte.
Arruda encerrou o dia se jactando nos bastidores: "Matei a pau".
No dia seguinte a versão da diretora do Senado foi confirmada, desmentindo Arruda. A diretora e o marido estiveram na casa de Arruda por volta entre 20 e 21 hs, depois Arruda foi à uma posse no TSE, saindo às 23hs, e depois das 23hs, teria ido ao jantar "por voltar das 22hs".
Arruda voltou ao plenário, e em novo discurso admitiu que seu discurso do dia anterior, onde havia "matado a pau", era mentira. Admitiu o encontro com a diretora do PRODASEN, a encomenda da listagem, e a violação do Painel.
No final das contas, chorou como políticos choram, e renunciou ao mandato para escapar da cassação.
Quantos dias vai durar a negativa de Arruda, desta vez?
Transcrições de gravação, mostram o próprio Arruda negociando divisão da propina.
Foi a operação caixa de pandora da Polícia Federal. Veja a reportagem:
Arruda nega, segundo a imprensa.
Mas... voltemos ao tempo em 2001, no episódio da violação do painel do Senado.
Arruda era tucano nesta época, e era o líder do governo FHC no Senado. Líderes articulam a votação da bancada governista. ACM (do PFL/DEMos) era o presidente do Senado.
Após ACM ter revelado, em ato falho, na frente do procurador Luiz Francisco de Souza, que tinha visto a listagem da cassação do ex-senador Luiz Estevão, o Ministério Público Federal abriu processo.
Funcionários do PRODASEN (Serviço de Informática do Senado) acabaram confessando que violaram o sistema para tirar uma listagem da votação secreta.
A diretora do PRODASEN, em depoimento, confessou que Arruda a havia convocado pessoalmente à sua casa, na noite de 20 de junho de 2000 (véspera da votação), para encomendar o "serviço", a pedido de ACM.
Após este depoimento, Arruda fez um inflamado discurso no plenário negando. Arrumou álibi para "provar" que não teria se encontrado com diretora do Senado na noite de 20 de junho de 2000, véspera da votação, para encomendar a listagem.
O álibi era uma declaração do jornalista Ricardo Noblat, afirmando ter jantado com Arruda no Piantella por volta das 22hs até a 1 hora do dia seguinte.
Arruda encerrou o dia se jactando nos bastidores: "Matei a pau".
No dia seguinte a versão da diretora do Senado foi confirmada, desmentindo Arruda. A diretora e o marido estiveram na casa de Arruda por volta entre 20 e 21 hs, depois Arruda foi à uma posse no TSE, saindo às 23hs, e depois das 23hs, teria ido ao jantar "por voltar das 22hs".
Arruda voltou ao plenário, e em novo discurso admitiu que seu discurso do dia anterior, onde havia "matado a pau", era mentira. Admitiu o encontro com a diretora do PRODASEN, a encomenda da listagem, e a violação do Painel.
No final das contas, chorou como políticos choram, e renunciou ao mandato para escapar da cassação.
Quantos dias vai durar a negativa de Arruda, desta vez?
Heráclito, o poluidor
O senador Heráclito Fortes (DEMos/PI), ocupa a primeira-secretaria do Senado. Esse cargo responde pela administração da casa. É como se fosse o síndico, ou o prefeito do Senado.
É o senador do DEMos quem cuida dos contratos do Congresso (e de toda a montanha de dinheiro envolvida nestes contratos).
Um deles é com a empresa terceirizada que faz a limpeza do Senado. E essa empresa não está separando o lixo para reciclagem. A gigantesca papelada não é mais reciclada. Vai para os lixões ser decomposta e emitir gases do efeito estufa.
Além do desperdício, polui.
É o senador do DEMos quem cuida dos contratos do Congresso (e de toda a montanha de dinheiro envolvida nestes contratos).
Um deles é com a empresa terceirizada que faz a limpeza do Senado. E essa empresa não está separando o lixo para reciclagem. A gigantesca papelada não é mais reciclada. Vai para os lixões ser decomposta e emitir gases do efeito estufa.
Além do desperdício, polui.
Corrupção do governo do DEMos: dinheiro para enriquecimento pessoal de Arruda
Colaborador das investigações que levaram à deflagração da Caixa de Pandora, operação da Polícia Federal autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça nesta sexta-feira contra o governo do Distrito Federal, o ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, disse que o governador José Roberto Arruda, do DEM, pedia dinheiro de “15 em 15 dias”.
Em depoimento, Durval afirmou que governador do DEMos, José Roberto Arruda:
- pediu dinheiro para “saldar despesas pessoais naquela semana [depoimento correu em 16 de setembro] e que por isso precisava de um adiantamento de R$ 50 mil”;
- pediu a ele, Durval Barbosa, que “reservasse uma quantia mensal para suas despesas pessoais”;
No inquérito, há ainda citação ao vídeo, gravado por Durval, em que José Roberto Arruda aparece recebendo propina de R$ 50 mil.
“[Era] para as despesas dele e da família, e nessa ocasião Arruda e o declarante conversaram sobre diversos assuntos políticos, financeiros e de campanha eleitoral...”, diz o inquérito.
Segundo a Procuradoria, há indícios de crimes como formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude à licitação, crime eleitoral e crime tributário. Essa é a lista de crimes pelos quais são investigados o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, secretários de estado, deputados distritais e empresários que atuam em Brasília. O inquérito está em trâmite no Superior Tribunal de Justiça.
Governador do DEMos: haras e empresa de laranjas
Durval Barbosa, afirma que Arruda comprou recentemente um haras em nome de outra pessoa. O pagamento, disse ele, foi “à vista”. “Arruda e sua atual esposa freqüentam o haras e estão fazendo uma reforma em sua sede”, disse em depoimento ocorrido em setembro.
O ex-policial, que não apresenta nenhuma prova, declara ainda que, além do haras, o governador também seria proprietário de uma empresa que não está registrada em seu nome, a Danluz. “A empresa foi comprada por Arruda e José Humberto [secretário de governo do DF], quase falida, e hoje se transformou em uma grande prestadora de serviço” do governo do DF. De acordo com Durval, que esteve envolvido em casos de corrupção na gestão do ex-governador Joaquim Roriz, a empresa está registrada em nome de uma pessoa que mora em Taguatinga, cidade-satélite de Brasília.
Em depoimento, Durval afirmou que governador do DEMos, José Roberto Arruda:
- pediu dinheiro para “saldar despesas pessoais naquela semana [depoimento correu em 16 de setembro] e que por isso precisava de um adiantamento de R$ 50 mil”;
- pediu a ele, Durval Barbosa, que “reservasse uma quantia mensal para suas despesas pessoais”;
No inquérito, há ainda citação ao vídeo, gravado por Durval, em que José Roberto Arruda aparece recebendo propina de R$ 50 mil.
“[Era] para as despesas dele e da família, e nessa ocasião Arruda e o declarante conversaram sobre diversos assuntos políticos, financeiros e de campanha eleitoral...”, diz o inquérito.
Segundo a Procuradoria, há indícios de crimes como formação de quadrilha, peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, fraude à licitação, crime eleitoral e crime tributário. Essa é a lista de crimes pelos quais são investigados o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, secretários de estado, deputados distritais e empresários que atuam em Brasília. O inquérito está em trâmite no Superior Tribunal de Justiça.
Governador do DEMos: haras e empresa de laranjas
Durval Barbosa, afirma que Arruda comprou recentemente um haras em nome de outra pessoa. O pagamento, disse ele, foi “à vista”. “Arruda e sua atual esposa freqüentam o haras e estão fazendo uma reforma em sua sede”, disse em depoimento ocorrido em setembro.
O ex-policial, que não apresenta nenhuma prova, declara ainda que, além do haras, o governador também seria proprietário de uma empresa que não está registrada em seu nome, a Danluz. “A empresa foi comprada por Arruda e José Humberto [secretário de governo do DF], quase falida, e hoje se transformou em uma grande prestadora de serviço” do governo do DF. De acordo com Durval, que esteve envolvido em casos de corrupção na gestão do ex-governador Joaquim Roriz, a empresa está registrada em nome de uma pessoa que mora em Taguatinga, cidade-satélite de Brasília.
PF conclui que Palácio dos Bandeirantes (SP) recebeu (US$ 45 mil de construtora

Enquanto o homem louco e a Folha sem escrúpulos, desviam atenção do lado de José Serra, e do mensalão do Arruda do DEM em Brasilia, a Polícia Federal afirmou hoje que construtora Camargo Correia fez doações ilegais para os tucanos em S.Paulo. Para felicidade de José Serra, a notícia, não teve repercussão. Assim como não teve repercussão a notícia das Notas frias, caixa dois e corrupção do Marconi Peillo candidato ao governo de Goias que foi acusado na quinta - feira (26) de improbidade pela Promotoria (MPF).
A Polícia Federal concluiu a segunda fase da Operação Castelo de Areia e apontou em um relatório com base em laudos produzidos pelo Instituto Nacional de Criminalística, obras com sobreço foram executada: A construção do trecho sul do Rodoanel Mário Covas é uma das obras que passaram a ser investigadas na segunda fase da operação.
A primeira etapa teve como foco crimes de lavagem de dinheiro e remessa ilegal de dólares para o exterior cometidos por executivos da empresa- quatro diretores já foram denunciados à Justiça.
Segundo reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" publicada ontem , o delegado da PF Otavio Margornari Russo anexou ao relatório documento que cita 208 obras e contratos da Camargo Corrêa entre 1995 e 1998 e relaciona supostos repasses em favor de políticos e servidores.
Um deles é o secretário municipal de São Paulo Walter Feldman (PSDB-SP), que aparece associado a US$ 5.000 mensais de janeiro a dezembro de 1996 e a outros US$ 20 mil, de 1998.
Há ainda referências a "Palácio Band"(Palácio dos Bandeirantes é a sede do governo Paulista do PSDB) (US$ 45 mil em 1996), ao chefe da Casa Civil paulista, Aloysio Nunes Ferreira (US$ 15.780 em 1998), ao ex-senador Gilberto Miranda (US$ 50 mil em 1995), à Companhia Energética de São Paulo (US$ 2.389.927 em 1997) e às siglas PMDB, PFL (DEM), PSDB, PPB (PP) e PTB.
Marajarbas pode estar recebendo mais de R$ 33 mil por mês, fora da lei
Em março deste ano, após o senador Jarbas Vasconcelos chamar o Bolsa-família de bolsa-esmola nas páginas da revista Veja, o deputado Silvo Costa (PMN/PE) subiu à tribuna da câmara para chamar o senador de Marajarbas, pois ganha R$ 17.374,00 de aposentadoria na Assembléia Legislativa de Pernambuco, após apenas um ano de "trabalho" no cargo.
O Ministério Público Federal de Pernambuco precisa verificar o total dos contra-cheques de Marajarbas, pois a soma da aposentaria estadual com o salário de parlamentar totaliza R$ 33.886,08.
Isso se não houver outras aposentadorias como de ex-governador, ex-prefeito, etc.
O teto nacional é R$ 25.725,00. Receber mais do que isso é fora da lei.
O Ministério Público Federal de Pernambuco precisa verificar o total dos contra-cheques de Marajarbas, pois a soma da aposentaria estadual com o salário de parlamentar totaliza R$ 33.886,08.
Isso se não houver outras aposentadorias como de ex-governador, ex-prefeito, etc.
O teto nacional é R$ 25.725,00. Receber mais do que isso é fora da lei.
MPF corta bolsa-marajá de Senador do DEMos e Deputada Tucana
Te cuida Marajarbas (Senador Jarbas Vasconcelos - PMDB/PE)! A próxima bola da vez pode ser você!
Demo-tucanos fora de lei
A Justiça Federal determinou redução do salário do senador Jayme Campos (DEMos/MT) e dos deputados federais Carlos Bezerra (PMDB/MT) e da tucana Thelma de Oliveira (PSDB/MT), para o limite legal (teto nacional) de R$ 25.725,00.
De acordo com a ação do Ministério Público Federal de Mato Grosso, desde 2007, ao assumirem cargos eletivos no Congresso Nacional, o senador Jayme Campos (DEMos/MT) e os dois deputados acumulam a pensão de ex-governador no valor de R$ 12.294,32 e mais o subsídio de parlamentar, no valor de R$ 16.512,08.
A ação movida pelo MPF contra a União e os congressistas continua em trâmite na Justiça Federal em Mato Grosso.
No julgamento do mérito da ação, o MPF pediu a devolução aos cofres públicos de mais de R$ 300 mil, valor que foi recebido indevidamente desde 2007.
Demo-tucanos fora de lei
A Justiça Federal determinou redução do salário do senador Jayme Campos (DEMos/MT) e dos deputados federais Carlos Bezerra (PMDB/MT) e da tucana Thelma de Oliveira (PSDB/MT), para o limite legal (teto nacional) de R$ 25.725,00.
De acordo com a ação do Ministério Público Federal de Mato Grosso, desde 2007, ao assumirem cargos eletivos no Congresso Nacional, o senador Jayme Campos (DEMos/MT) e os dois deputados acumulam a pensão de ex-governador no valor de R$ 12.294,32 e mais o subsídio de parlamentar, no valor de R$ 16.512,08.
A ação movida pelo MPF contra a União e os congressistas continua em trâmite na Justiça Federal em Mato Grosso.
No julgamento do mérito da ação, o MPF pediu a devolução aos cofres públicos de mais de R$ 300 mil, valor que foi recebido indevidamente desde 2007.
TEM FUTURO A OEA?
A história da Organização dos Estados Americanos é cheio de traição, atos covardes, imorais e submissão abjeta. Tudo isso resultou em uma interminável cadeia de eventos que sempre acabava na extensão do sistema de injustiça que criou o império americano em nossa América Latina.
Como o império considerados mais importantes para dar alguma "legitimidade" a voz dos que consideraram seu quintal, as pessoas queriam organizar os lacaios estados em uma parceria para servir a interesses políticos e econômicos dos Estados Unidos. Yankee abortivo nascido no mesmo ano, que matou líder liberal colombiano Jorge Eliécer Gaitán, de 1948, desde então, tem uma guerra permanente na terra de Garcia Marquez.
Desde aquele momento fatídico OEA, serviu apenas para legitimar os ataques contra a regra de todos os seus países membros. Aprovou uma série de conspirações e concedeu o quadro legal para as invasões que ocorreram mais de 60 anos. Na sua política para Cuba durante muitos anos manteve a mesma posição Gringo Departamento de Estado, em clara violação das normas mais elementares do direito internacional. Até hoje não agiu contra a injustiça sendo realizado com a impunidade e contra a audácia dos cinco anti-heróis terroristas.
No século XXI Haiti ainda paga a inépcia ea hipocrisia da OEA e Honduras tem servido esta organização não tem significado para os seus membros e serve apenas os interesses da oligarquia e do império no continente. Em ambos os casos, apenas serviu como um tampão para o local e internacional, a opinião pública para a força dormente "da mídia, produzindo estagnação e confusão em uma comunidade internacional cada vez menos importante, cada vez mais decorativa.
Um par de meses atrás eu me perguntava se a OEA deve desaparecer para que os países democráticos da nossa América avançar com a história que tinha sido elaborado. Hoje eu não tenho nenhuma hesitação em dizer que esta organização deve deixar de existir e levar para o fortalecimento das associações regionais com menos interesse estratégico "e mais compromisso com a integração e promoção dos seus povos.
Países latino-americanos têm sido muito ingênuo, no caso de Honduras, ou talvez por causa de sua própria segurança tem sido cauteloso ao lidar internacionalmente como a sua posição sobre o golpe. Para os hondurenhos não ter servido qualquer sentença ou do Conselho Permanente chamado amplamente dominada pela intervenção dos ianques. Como você pode mesmo tornar-se agora ligado ao princípio do consenso, quando sabemos que ele sempre será quebrado por um único país.
Tudo em vão que contar mais com os governos democráticos, e decente no continente, o resultado foi o mesmo contra o povo hondurenho. A única maneira de reverter a regra em Honduras foi e continua a ser firme e resoluto governos soberanos, no sentido de desistir da OEA não se aplica se a 30 de junho de resolução que exige a restituição "imediatamente e libertação incondicional "do presidente Zelaya.
Com a regra não pode ser negociado a partir de posições macio, cada dúvida, cada pensamento que lhe dá a vantagem de atacar e ganhar lugares. O pensamento de estar no mesmo quarto com estes abutres treinados Pentágono eo Departamento de Estado significa a perda de alguma soberania ea independência de nossos povos.
Agora parece que em Honduras são realizadas eleições ilegal em todos os aspectos possíveis, um país militarizado, as detenções extrajudiciais, juízes e procuradores tendencioso, cego e embriagado com o poder, a aplicação geral e seletiva, um cerco de mídia está crescendo e as violações mais liberdades fundamentais dos seres humanos. Em suma o povo hondurenho está sendo abatidos, embora a igreja católica local diz que há países onde um grande número de mortes como no Afeganistão, "... em Honduras são polegadas, que não é nada ... "teria dito um assassino disfarçado como um padre, chamado Darwin Andino.
Dado este cenário, a OEA não posso comentar, o consenso está quebrado há quatro países que se opõem à declaração contra o processo eleitoral patrocinado pelos criminosos. Ironicamente, esses são justamente os países que ameaçam a paz na América Latina de hoje: os Estados Unidos, Panamá, Colômbia e Peru não. Nunca houve qualquer possibilidade de consenso, o pai do golpe é do Conselho Permanente, representada pelo agente Anselem SOUTHCOM. Esse consenso não seja possível ou nunca, sob quaisquer circunstâncias, para defender a democracia, que não condiz com o império e seus porcos defensores locais.
Se amanhã houver outro golpe, este corpo de vergonha vai agir da mesma maneira. Devemos aprender as lições da história. Sessenta anos é suficiente. Certamente, os governos Alba, Brasil, Argentina, Uruguai, CARICOM, Guatemala, El Salvador e Nicarágua estão ainda a tempo de defender a sua própria existência. O mesmo 2 de dezembro, dois dias após a aberração eleitoral é feita em Honduras, deve convocar uma reunião de emergência e que representam uma posição clara: ou corrigir a OEA em Honduras ou morre.
Diplomacia é complicado. Borra e fica entalado no meio dos movimentos mais hediondos, no escuro, por trás das pessoas. Se os governos do continente (e não falo de "marxista" Alan García, nem Uribe traficante paramilitares, nem incluir o Martinelli palhaço, talvez nem deve incluir a Obama Nobel da Paz pérfida e Arias) deseja dar algo de valioso para a sua pessoas que melhor ação que o lançamento deste abominação chamada OEA.
Em Honduras não puderam comparecer, mas ainda tem tempo para salvar seu povo. Promover a organizações de defesa regional são capazes de defender a democracia dos seus membros em novos ataques contra as novas democracias. Olhe para a rapidez na qualidade certa: ele está em ação no Paraguai, Venezuela, Guatemala, El Salvador, e, sobretudo, na Nicarágua.
Com essa mesma velocidade e determinação temos de agir. Não podemos permitir que a agressão contra a Nicarágua progride. É também possível que o governo do FMLN em El Salvador está em perigo iminente. Tudo isso agora busca em Honduras. Aviões militares voando diariamente entre aeroportos em Honduras, não só preparou o massacre do povo, ele faz alguns em grande escala. Não perca esta esquecido.
Presidente hondurenho é deixado com nenhuma escolha legítima, mas para esquecer a OEA como uma opção, deverá adoptar uma posição comum com seus pares latinos. Dentro Gostaria de saber se é hora de incentivar a tomar a mergulhar e continuar a desempenhar um papel de liderança na resistência da Frente Nacional e deixar para trás seu partido Liberal traiu ele, e mantém em condições desumanas por mais de dois meses.
Presidente Zelaya tem que entender que o caminho e apenas um, e não passar pela OEA. Este organismo é golpe pela história e por definição. José Miguel Insulza, o suficiente para enfrentar o ditador de Honduras como continuar a abusar cada vez que vem à mente. Existem forças, interesses que fazem deste homem um paradigma de indignidade.
Para os hondurenhos, temos que caminhar para a nossa liberdade, o custo que temos de pagar. É um clichê para a nossa ligação histórica com Morazan, Bolívar, Marti e Che. Esperamos que os povos irmãos e os seus governos fazem sua parte justa. Temos de terminar a etapa pela OEA.
Como o império considerados mais importantes para dar alguma "legitimidade" a voz dos que consideraram seu quintal, as pessoas queriam organizar os lacaios estados em uma parceria para servir a interesses políticos e econômicos dos Estados Unidos. Yankee abortivo nascido no mesmo ano, que matou líder liberal colombiano Jorge Eliécer Gaitán, de 1948, desde então, tem uma guerra permanente na terra de Garcia Marquez.
Desde aquele momento fatídico OEA, serviu apenas para legitimar os ataques contra a regra de todos os seus países membros. Aprovou uma série de conspirações e concedeu o quadro legal para as invasões que ocorreram mais de 60 anos. Na sua política para Cuba durante muitos anos manteve a mesma posição Gringo Departamento de Estado, em clara violação das normas mais elementares do direito internacional. Até hoje não agiu contra a injustiça sendo realizado com a impunidade e contra a audácia dos cinco anti-heróis terroristas.
No século XXI Haiti ainda paga a inépcia ea hipocrisia da OEA e Honduras tem servido esta organização não tem significado para os seus membros e serve apenas os interesses da oligarquia e do império no continente. Em ambos os casos, apenas serviu como um tampão para o local e internacional, a opinião pública para a força dormente "da mídia, produzindo estagnação e confusão em uma comunidade internacional cada vez menos importante, cada vez mais decorativa.
Um par de meses atrás eu me perguntava se a OEA deve desaparecer para que os países democráticos da nossa América avançar com a história que tinha sido elaborado. Hoje eu não tenho nenhuma hesitação em dizer que esta organização deve deixar de existir e levar para o fortalecimento das associações regionais com menos interesse estratégico "e mais compromisso com a integração e promoção dos seus povos.
Países latino-americanos têm sido muito ingênuo, no caso de Honduras, ou talvez por causa de sua própria segurança tem sido cauteloso ao lidar internacionalmente como a sua posição sobre o golpe. Para os hondurenhos não ter servido qualquer sentença ou do Conselho Permanente chamado amplamente dominada pela intervenção dos ianques. Como você pode mesmo tornar-se agora ligado ao princípio do consenso, quando sabemos que ele sempre será quebrado por um único país.
Tudo em vão que contar mais com os governos democráticos, e decente no continente, o resultado foi o mesmo contra o povo hondurenho. A única maneira de reverter a regra em Honduras foi e continua a ser firme e resoluto governos soberanos, no sentido de desistir da OEA não se aplica se a 30 de junho de resolução que exige a restituição "imediatamente e libertação incondicional "do presidente Zelaya.
Com a regra não pode ser negociado a partir de posições macio, cada dúvida, cada pensamento que lhe dá a vantagem de atacar e ganhar lugares. O pensamento de estar no mesmo quarto com estes abutres treinados Pentágono eo Departamento de Estado significa a perda de alguma soberania ea independência de nossos povos.
Agora parece que em Honduras são realizadas eleições ilegal em todos os aspectos possíveis, um país militarizado, as detenções extrajudiciais, juízes e procuradores tendencioso, cego e embriagado com o poder, a aplicação geral e seletiva, um cerco de mídia está crescendo e as violações mais liberdades fundamentais dos seres humanos. Em suma o povo hondurenho está sendo abatidos, embora a igreja católica local diz que há países onde um grande número de mortes como no Afeganistão, "... em Honduras são polegadas, que não é nada ... "teria dito um assassino disfarçado como um padre, chamado Darwin Andino.
Dado este cenário, a OEA não posso comentar, o consenso está quebrado há quatro países que se opõem à declaração contra o processo eleitoral patrocinado pelos criminosos. Ironicamente, esses são justamente os países que ameaçam a paz na América Latina de hoje: os Estados Unidos, Panamá, Colômbia e Peru não. Nunca houve qualquer possibilidade de consenso, o pai do golpe é do Conselho Permanente, representada pelo agente Anselem SOUTHCOM. Esse consenso não seja possível ou nunca, sob quaisquer circunstâncias, para defender a democracia, que não condiz com o império e seus porcos defensores locais.
Se amanhã houver outro golpe, este corpo de vergonha vai agir da mesma maneira. Devemos aprender as lições da história. Sessenta anos é suficiente. Certamente, os governos Alba, Brasil, Argentina, Uruguai, CARICOM, Guatemala, El Salvador e Nicarágua estão ainda a tempo de defender a sua própria existência. O mesmo 2 de dezembro, dois dias após a aberração eleitoral é feita em Honduras, deve convocar uma reunião de emergência e que representam uma posição clara: ou corrigir a OEA em Honduras ou morre.
Diplomacia é complicado. Borra e fica entalado no meio dos movimentos mais hediondos, no escuro, por trás das pessoas. Se os governos do continente (e não falo de "marxista" Alan García, nem Uribe traficante paramilitares, nem incluir o Martinelli palhaço, talvez nem deve incluir a Obama Nobel da Paz pérfida e Arias) deseja dar algo de valioso para a sua pessoas que melhor ação que o lançamento deste abominação chamada OEA.
Em Honduras não puderam comparecer, mas ainda tem tempo para salvar seu povo. Promover a organizações de defesa regional são capazes de defender a democracia dos seus membros em novos ataques contra as novas democracias. Olhe para a rapidez na qualidade certa: ele está em ação no Paraguai, Venezuela, Guatemala, El Salvador, e, sobretudo, na Nicarágua.
Com essa mesma velocidade e determinação temos de agir. Não podemos permitir que a agressão contra a Nicarágua progride. É também possível que o governo do FMLN em El Salvador está em perigo iminente. Tudo isso agora busca em Honduras. Aviões militares voando diariamente entre aeroportos em Honduras, não só preparou o massacre do povo, ele faz alguns em grande escala. Não perca esta esquecido.
Presidente hondurenho é deixado com nenhuma escolha legítima, mas para esquecer a OEA como uma opção, deverá adoptar uma posição comum com seus pares latinos. Dentro Gostaria de saber se é hora de incentivar a tomar a mergulhar e continuar a desempenhar um papel de liderança na resistência da Frente Nacional e deixar para trás seu partido Liberal traiu ele, e mantém em condições desumanas por mais de dois meses.
Presidente Zelaya tem que entender que o caminho e apenas um, e não passar pela OEA. Este organismo é golpe pela história e por definição. José Miguel Insulza, o suficiente para enfrentar o ditador de Honduras como continuar a abusar cada vez que vem à mente. Existem forças, interesses que fazem deste homem um paradigma de indignidade.
Para os hondurenhos, temos que caminhar para a nossa liberdade, o custo que temos de pagar. É um clichê para a nossa ligação histórica com Morazan, Bolívar, Marti e Che. Esperamos que os povos irmãos e os seus governos fazem sua parte justa. Temos de terminar a etapa pela OEA.
Diploma universitário. Uma grande batalha

A mídia noticiou nesta sexta-feira (27/11), importante matéria sobre o déficit de aprendizagem no ensino médio e as conseqüências para se conseguir um diploma universitário.
Segundo a matéria, quase metade dos estudantes que se matriculam nas universidades não consegue concluir o curso. Muitos alunos de escola pública têm de voltar tempo em aulas de reforço quando entram na faculdade.
Segundo o Senso do Ensino Superior, mais de 5 milhões de brasileiros estão na faculdade e nela encontram enormes dificuldades.
Ainda são poucas as faculdades com programas de reforço, mas a maioria enfrenta a mesma realidade: alunos que entraram no curso superior e simplesmente não conseguem acompanhar as aulas. O peso do que faltou é tão grande que muitos acabam desistindo o sonho do diploma de nível superior.
Nas faculdades privadas quase metade não conclui o curso, nas públicas 35% não vão até o final.
O fato de a tragédia ser o ensino básico não tira a responsabilidade das faculdades. É o que garante o pesquisador da educação, Oscar Hipólito. “Se ele chega cada vez mais despreparado, e isso é um fato, a hora que ele está na universidade o problema é da universidade então ela tem que se preocupar em atender esse aluno”, declarou.
Já a professora da faculdade de educação da USP, Eunice Durham, dá um conselho precioso para quem está correndo atrás do prejuízo: “Ler ajuda. Quando você consegue agilidade de leitura ajuda, leiam muito leiam sempre”.
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