sábado, 19 de dezembro de 2009

Livro-Bomba

E agora, Senhores?

O Sr. FHC traiu o Brasil, doou em seus dois governos quase todo o
patrimônio público nacional, e o que foi leiloado o foi financiado com
recursos públicos via BNDES!!! Como a AES, que adquiriu a preços vis as
empresas estratégicas de distribuição de energia de São Paulo com recursos
desse banco e consta ainda que até hoje não pagou um centavo! E a Cia. Vale
do Rio Doce, covardemente doada por 3 bilhões de dólares, quando seus ativos
valiam mais de 1 trilhão de dólares! E por aí vai. A lista é grande. Fala
sério! O Sr. FHC merecia ser conduzido à Corte Marcial pelas desgraças que
esse amaldiçoado cidadão causou ao Brasil. Confiram abaixo:

LIVRO BOMBA ACUSA FHC

E AGORA, NEOLIBERAIS? *

"QUEM PAGOU A CONTA?”*
Obra da pesquisadora inglesa Frances Stonor Saunders* *.*
(editada no Brasil pela Record, tradução de Vera Ribeiro)*

Nunca engoli essa história de Fernando Henrique exilado. Não me passava
pela cabeça que um filho de um graduado militar do exército (General) viesse
a ser exilado. Exilado para o Chile, onde outra ditadura militar governava?
Porque não teve o destino dos outros exilados, tal como: Cuba, União
Soviética etc? Isto sempre me cheirou mal. Hoje tenho absoluta convicção que
ele sempre esteve a serviço de interesses outros que não os do Brasil. Vou
providenciar a compra imediata desse livro, com certeza. **

É SEMPRE BOM LEMBRAR* *O QUE FEZ O FHC NA PRESIDÊNCIA!!!*
FHC enterrou o sonho de todo brasileiro da minha geração. O "maior
estadista do mundo" foi apenas, e tão somente, leiloeiro do Brasil no pós
guerra fria, o cara que entregou o controle de nossa economia ao Império
Anglo-saxão.* * *
DEVEMOS LER ESTE LIVRO!!!*
OBRA DE UMA PESQUISADORA INGLESA** *

Abaixo, informe do jornal Correio do Brasil sobre um livro recém editado
por uma pesquisadora inglesa que abre algumas caixas pretas das ligações
entre o alto tucanato e a CIA.** *

*LIVRO BOMBA ACUSA FHC DE RECEBER*
*MILHÕES DE DÓLARES DA CIA !*

Mal chegou às li vrarias e Quem pagou a conta? A CIA na guerra fria da
culturajá se transformou na gazua que os adversários dos tucanos e
neoliberais de todos os matizes mais desejavam. Em mensagens distribuída,
neste domingo, pela internet, já é possível perceber o ambiente de
enfrentamento que precede as eleições deste ano. A obra da pesquisadora
inglesa Frances Stonor Saunders (editada no Brasil pela Record, tradução de
Vera Ribeiro), ao mesmo tempo em que pergunta, responde: Quem "pagava a
conta" era a CIA, a mesma fonte que financiou os US$ 145 mil iniciais para a
tentativa de dominação culturale ideológica do Brasil, assim como os milhões
de dólares que os procederam, todos entregues pela Fundação Ford a Fernando
Henrique Cardoso, ex-presidente do país no período de 1994 a 2002.**
O comentário sobre o livro consta na coluna do jornalista Sebastião
Nery, na edição deste sábado do diário carioca Tribuna da Imprensa.**
"**Não dá para resumir em uma coluna de jornal um livro que é um
terremoto**. São 550 páginas documentadas, minuciosa e magistralmente
escritas: "Consistente e fascinante" (The Washington Post). "Um livro que é
uma martelada, e que estabelece em definitivo a verdade sobre as atividades
da CIA" (Spectator). "Uma história crucial sobre as energias comprometedoras
e sobre a manipulação de toda uma era muito recente" (The Times).**

*DINHEIRO DA CIA PARA FHC*

*"Numa noite de inverno do ano de 1969, nos escritórios da Fundação Ford,
no Rio, Fernando Henrique teve uma conversa com Peter Bell, o representante
da Fundação Ford no Brasil. Peter Bell se entusiasma e lhe oferece uma ajuda
financeira de 145 mil dólares. Nasce o Cebrap". Esta história, assim
aparentemente inocente, era a ponta de um iceberg. Está contada na página
154 do livro "Fernando Henrique Cardoso, o Brasil do possível", da
jornalista francesa Brigitte Hersant Leoni (Editora Nova Fronteira, Rio,
1997, tradução de Dora Rocha). O "inverno do ano de 1969" era fevereiro de
69.*

*FUNDAÇÃO FORD*

Há menos de 60 dias, em 13 de dezembro, a ditadura havia lançado o AI-5 e
jogado o País no máximo do terror do golpe de 64, desde o início financiado,
comandado e sustentado pelos Estados Unidos. Centenas de novas cassações e
suspensões de direitos políticos estavam sendo assinadas. As prisões,
lotadas. Até Juscelino e Lacerda tinham sido presos. E Fernando Henrique
recebia da poderosa e notória Fundação Ford uma primeira parcela de 145 mil
dólares para fundar o Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planej amento).
O total do financiamento nunca foi revelado. Na Universidade de São Paulo,
sabia-se e se dizia que o compromisso final dos americanos era de 800 mil a
um milhão de dólares.** *

*AGENTE DA CIA*

Os americanos não estavam jogando dinheiro pela janela. Fernando Henrique
já tinha serviços prestados. Eles sabiam em quem estavam aplicando sua
grana. Com o economista chileno Faletto, Fernando Henrique havia acabado de
lançar o livro "Dependência e desenvolvimento na América Latina", em que os
dois defendiam a tese de que países em desenvolvimento ou mais atrasados
poderiam desenvolver- se mantendo-se dependentes de outros países mais ricos.
Como os Estados Unidos. Montado na cobertura e no dinheiro dos gringos,
Fernando Henrique logo se tornou uma "personalidade internacional" e passou
a dar "aulas" e fazer "confer ncias" em universidades norte-americanas e
européias. Era "um homem da Fundação Ford". E o que era a Fundação Ford? Uma
agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA.** *

*MILHÕES DE DÓLARES** *

1 - "A Fundação Farfield era uma fundação da CIA... As fundações
autênticas, como a Ford, a Rockfeller, a Carnegie, eram consideradas o tipo
melhor e mais plausível de disfarce para os financiamentos. .. permitiu que a
CIA financiasse um leque aparentemente ilimitado de programas secretos de
ação que afetavam grupos de jovens, sindicatos de trabalhadores,
universidades, editoras e outras instituições privadas" (pág. 153). 2 - "O
uso de fundações filantrópicas era a maneira mais conveniente de transferir
grandes somas para projetos da CIA, sem alertar para sua origem. Em meados
da década de 50, a intromi ssão no campo das fundações foi maciça..." (pág.
152). "A CIA e a Fundação Ford, entre outras agências, haviam montado e
financiado um aparelho de intelectuais escolhidos por sua postura correta na
guerra fria" (pág. 443). **
**3 - "A liberdade cultural não foi barata. A CIA bombeou dezenas de
milhões de dólares... Ela funcionava, na verdade, como o ministério da
Cultura dos Estados Unidos... com a organização sistemática de uma rede de
grupos ou amigos, que trabalhavam de mãos dadas com a CIA, para proporcionar
o financiamento de seus programas secretos" (pág. 147).** *

*FHC FACINHO*

*4 - "Não conseguíamos gastar tudo. Lembro-me de ter encontrado o
tesoureiro. Santo Deus, disse eu, como podemos gastar isso? Não havia
limites, ninguém tinha que prestar contas. Era impressionante" (pág. 123).
**
**5 - "Surgiu uma profusão de sucursais, não apenas na Europa (havia
escritorios na Alemanha Ocidental, na Grã-Bretanha, na Suécia, na Dinamarca
e na Islândia), mas também noutras regiões: no Japão, na Índia, na
Argentina, no Chile, na Austrália, no Líbano, no México, no Peru, no
Uruguai, na Colômbia, no Paquistão e no Brasil" (pág. 119).**
**6 - "A ajuda financeira teria de ser complementada por um programa
concentrado de guerra cultural, numa das mais ambiciosas operações secretas
da guerra fria: conquistar a intelectualidade ocidental para a proposta
norte-americana" (pág. 45). Fernando Henrique foi facinho*.

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